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Uma Rua Sem Saída




J
eremias dirigiu-se à nação de Judá num esforço
final para salvá-la de um desastre nacional. O
desrespeito à lei de Deus estava levando a nação
para a extinção, e Jeremias tentou em vão chamar o
povo ao arrependimento. As circunstâncias do reino
são bem descritas neste trecho de Jeremias 5:30-31,
onde o profeta transmite às palavras de Deus: "Coisa
espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os
profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes
dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja
o meu povo. Porém, que fareis quando estas coisas
chegarem ao seu fim?"

Deus pôs a culpa em três grupos de pessoas: ì Os
profetas. Aqueles que deveriam ter sido fiéis
transmitindo a palavra de Deus ao povo estavam, em
vez disso, pervertendo aquela mensagem. Hoje,
muitos falsos profetas falam de suas próprias idéias
e perpetuam incontáveis doutrinas humanas.
Entretanto, Jesus afirmou que suas palavras são a
verdade absoluta que nos liberta (João 8:32). í Os
sacerdotes. Os sacerdotes deveriam ter corrigido os
falsos profetas, mas preferiram apoiar a propagação
das suas mentiras. Os cegos estavam guiando os
cegos (Mateus 15:13-14). î O povo. É triste notar que
o povo estava querendo seguir os seus guias cegos.
Quando os guias espirituais amam a si mesmos e ao
dinheiro, eles não condenarão eficazmente o egoísmo
e o materialismo que domina o povo mundano.

Deus convidou seu povo a retornar: "...perguntai
pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai
por ele e achareis descanso para a vossa alma"
(Jeremias 6:16). Mas a resposta deles ecoa através da
história nas palavras dos homens e mulheres rebeldes
de todas as eras: "Não andaremos."

Se nós recusamos a andar no caminho de Deus,
seguimos uma rua de mão única para a perdição. O
que você fará no fim? 

Uma Rua Sem Saída

J eremias dirigiu-se à nação de Judá num esforço final para salvá-la de um desastre nacional. O desrespeito à lei de Deus estava levando a nação para a extinção, e Jeremias tentou em vão chamar o povo ao arrependimento. As circunstâncias do reino são bem descritas neste trecho de Jeremias 5:30-31, onde o profeta transmite às palavras de Deus: "Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém, que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?" Deus pôs a culpa em três grupos de pessoas: ì Os profetas. Aqueles que deveriam ter sido fiéis transmitindo a palavra de Deus ao povo estavam, em vez disso, pervertendo aquela mensagem. Hoje, muitos falsos profetas falam de suas próprias idéias e perpetuam incontáveis doutrinas humanas. Entretanto, Jesus afirmou que suas palavras são a verdade absoluta que nos liberta (João 8:32). í Os sacerdotes. Os sacerdotes deveriam ter corrigido os falsos profetas, mas preferiram apoiar a propagação das suas mentiras. Os cegos estavam guiando os cegos (Mateus 15:13-14). î O povo. É triste notar que o povo estava querendo seguir os seus guias cegos. Quando os guias espirituais amam a si mesmos e ao dinheiro, eles não condenarão eficazmente o egoísmo e o materialismo que domina o povo mundano. Deus convidou seu povo a retornar: "...perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma" (Jeremias 6:16). Mas a resposta deles ecoa através da história nas palavras dos homens e mulheres rebeldes de todas as eras: "Não andaremos." Se nós recusamos a andar no caminho de Deus, seguimos uma rua de mão única para a perdição. O que você fará no fim? 

Uma História de Amor




O
garoto es ta va
preso entre as eng
ren ag ens da
ponte levadiça, e um
transatlântico carregando
centenas de passageiros
estava se aproximando
rapidamente. O pai do
menino, o operador da
ponte, não tinha se dado conta do desaparecimento de
seu filho até este momento. Em pânico saiu à procura de
seu filho somente o achando inconsciente entre duas
alavancas que levantam a ponte para dar passagem aos
navios. Ele caiu enquanto brincava.
O pai agora estava com medo diante das alternativas que
tinha a sua frente. O transatlântico que não parava de se
aproximar com centenas de vidas a bordo, com o
choque iria matar a todos se a ponte não fosse elevada;
E seu filho caído na caixa de engrenagem, seria
instantaneamente esmagado se o botão que aciona a
ponte fosse ligado.
Com toda sua força ele tentou baixar seu braço para
retirar a criança rapidamente dali para um lugar seguro.
O tempo estava se esgotando. Ele simplesmente não
conseguia alcançar o garoto. Lágrimas desciam
interminantemente do rosto do homem juntamente com
o pressentimento de que ninguém iria socorrê-los e a
mágoa o tomava por completo. Ele fez uma última
tentativa. Mas de nada adiantou. A única coisa que o pai
ouvia eram as vozes e as altas gargalhadas das pessoas
que se divertiam no transatlântico que se aproximava
cada vez mais. A aterrorizante decisão tem de ser tomada
imediatamente. Irá seu amado filho viver? Ou irão
aqueles farristas desconhecidos viverem? Com apenas
segundos para a decisão final ele sabe que seja ela qual
for, terá de viver com isto o resto de sua vida.
Lágrimas de lamento transbordam nos olhos deste pai
que agora via todas aquelas pessoas desconhecidas
passarem abaixo dele. Elas estavam rindo como se nada
tivesse acontecido, completamente sem saber que o
solitário homem acima delas tinha poupado suas vidas
pelo sacrifício da vida de seu próprio filho. Elas nunca se
deram conta do amor que lhes foi mostrado naquele dia.
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que
deu o seu Filho unigênito..." (João 3:16)

Uma História de Amor

O garoto es ta va preso entre as eng ren ag ens da ponte levadiça, e um transatlântico carregando centenas de passageiros estava se aproximando rapidamente. O pai do menino, o operador da ponte, não tinha se dado conta do desaparecimento de seu filho até este momento. Em pânico saiu à procura de seu filho somente o achando inconsciente entre duas alavancas que levantam a ponte para dar passagem aos navios. Ele caiu enquanto brincava. O pai agora estava com medo diante das alternativas que tinha a sua frente. O transatlântico que não parava de se aproximar com centenas de vidas a bordo, com o choque iria matar a todos se a ponte não fosse elevada; E seu filho caído na caixa de engrenagem, seria instantaneamente esmagado se o botão que aciona a ponte fosse ligado. Com toda sua força ele tentou baixar seu braço para retirar a criança rapidamente dali para um lugar seguro. O tempo estava se esgotando. Ele simplesmente não conseguia alcançar o garoto. Lágrimas desciam interminantemente do rosto do homem juntamente com o pressentimento de que ninguém iria socorrê-los e a mágoa o tomava por completo. Ele fez uma última tentativa. Mas de nada adiantou. A única coisa que o pai ouvia eram as vozes e as altas gargalhadas das pessoas que se divertiam no transatlântico que se aproximava cada vez mais. A aterrorizante decisão tem de ser tomada imediatamente. Irá seu amado filho viver? Ou irão aqueles farristas desconhecidos viverem? Com apenas segundos para a decisão final ele sabe que seja ela qual for, terá de viver com isto o resto de sua vida. Lágrimas de lamento transbordam nos olhos deste pai que agora via todas aquelas pessoas desconhecidas passarem abaixo dele. Elas estavam rindo como se nada tivesse acontecido, completamente sem saber que o solitário homem acima delas tinha poupado suas vidas pelo sacrifício da vida de seu próprio filho. Elas nunca se deram conta do amor que lhes foi mostrado naquele dia. "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito..." (João 3:16)

A Luz de Quem?




É
difícil andar no escuro. Quando não
conhecemos o caminho, se torna impossível.
Por isso, entendemos facilmente o que o
salmista disse para Deus: “Lâmpada para os meus pés
é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (Salmo
119:105).
Isaías utilizou o mesmo tema de luz para o caminho
nas suas profecias sobre a missão do Messias: “...te
farei mediador da aliança com o povo e luz para os
gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares
da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em
trevas” (42:6-7); “Guiarei os cegos por um caminho
que não conhecem, fá-los-ei andar por veredas
desconhecidas; tornarei as trevas em luz...” (42:16).
No Novo Testamento, Jesus é descrito como “a
verdadeira luz” que veio ao mundo para iluminar a
todo homem (João 1:9). Ele mesmo afirmou: “Eu sou a
luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas;
pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8:12).
Mas nem todos aceitam a direção do Senhor e Salvador.
Isaías predisse isso quando falou de duas reações
diferentes ao Servo do Senhor: ì Alguns que andaram
nas trevas aceitam a luz e confiam no Senhor (50:10).
Esses terão paz (26:3; 54:10). í Outros negam a sua
necessidade e confiam no seu próprio fogo para tentar
achar o caminho (50:11). Esses se perdem e sofrem as
conseqüências: “Para os perversos, todavia, não há
paz, diz o SENHOR” (48:22).
A
s opções hoje são as mesmas. Alguns acendem o
seu próprio fogo, não reconhecendo sua
necessidade espiritual ou procurando soluções na
sabedoria humana. Procuram em vão satisfazer as
necessidades espirituais na idolatria, na ciência ou nas
filosofias humanas. Mas aqueles que entendem que
“não cabe ao homem determinar o seu caminho”
(Jeremias 10:23) e que depositam a sua confiança em
Deus terão paz! 

A Luz de Quem?

É difícil andar no escuro. Quando não conhecemos o caminho, se torna impossível. Por isso, entendemos facilmente o que o salmista disse para Deus: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (Salmo 119:105). Isaías utilizou o mesmo tema de luz para o caminho nas suas profecias sobre a missão do Messias: “...te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (42:6-7); “Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem, fá-los-ei andar por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz...” (42:16). No Novo Testamento, Jesus é descrito como “a verdadeira luz” que veio ao mundo para iluminar a todo homem (João 1:9). Ele mesmo afirmou: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8:12). Mas nem todos aceitam a direção do Senhor e Salvador. Isaías predisse isso quando falou de duas reações diferentes ao Servo do Senhor: ì Alguns que andaram nas trevas aceitam a luz e confiam no Senhor (50:10). Esses terão paz (26:3; 54:10). í Outros negam a sua necessidade e confiam no seu próprio fogo para tentar achar o caminho (50:11). Esses se perdem e sofrem as conseqüências: “Para os perversos, todavia, não há paz, diz o SENHOR” (48:22). A s opções hoje são as mesmas. Alguns acendem o seu próprio fogo, não reconhecendo sua necessidade espiritual ou procurando soluções na sabedoria humana. Procuram em vão satisfazer as necessidades espirituais na idolatria, na ciência ou nas filosofias humanas. Mas aqueles que entendem que “não cabe ao homem determinar o seu caminho” (Jeremias 10:23) e que depositam a sua confiança em Deus terão paz! 

Ler para Compreender




Q
uando os saduceus interrogaram Jesus acerca da
ressurreição, ele respondeu que eles erraram na
sua doutrina porque não conheceram “as
Escrituras, nem o poder de Deus” (Mateus 22:29). Para
corrigi-los, ele começou dizendo: “Não tendes lido o
que Deus vos declarou...?” (Mateus 22:31). Muitos
alegam que a Bíblia é difícil demais para entender.
Pensando assim, acabam errando da mesma maneira
que os saduceus, seguindo suas próprias idéias e
doutrinas de homens ao invés de dar à Bíblia a atenção
e estudo honesto que Deus requer.
A verdade é que o Senhor revelou sua palavra
justamente para ser entendida por todos que
honestamente o buscam, não importa a inteligência ou
nível de escolaridade. O costume de Jesus era de
ensinar com simplicidade. Assim, ele falava por meio
de parábolas, “conforme o permitia a capacidade dos
ouvintes” (Marcos 4:33). Ele queria que os homens
entendessem a sua doutrina!
Depois da morte e ressurreição de Jesus, Deus
continuava revelando sua palavra através dos apóstolos
e profetas (Efésios 3:5). O apóstolo Paulo mostrou a
facilidade com que os irmãos em Éfeso poderiam
ganhar entendimento, dizendo “quando ledes, podeis
compreender o meu discernimento do mistério de
Cristo” (Efésios 3:4). Por isso, ele mandou que eles
provassem sempre “o que é agradável ao Senhor”
(Efésios 5:10), e que procurassem “compreender qual
a vontade do Senhor” (Efésios 5:17). Estas coisas não
seriam possíveis se a palavra fosse difícil demais para
ler e entender!
O fato de existirem muitas seitas, doutrinas e
interpretações não deve nos desanimar em relação à
verdade pura que se revela na palavra de Deus. O
apóstolo Pedro avisa que como “surgiram falsos
profetas, assim também haverá entre vós falsos
mestres”, e que “os ignorantes e instáveis
deturpam...as...Escrituras, para a própria destruição
deles” (2 Pedro 2:1, 3:16). Isto deve nos incentivar a
sermos mais zelosos na leitura e estudo para entender
a palavra de Deus, a fim de sermos por ele aprovados
(veja 2 Timóteo 2:15)! 

Ler para Compreender

Q uando os saduceus interrogaram Jesus acerca da ressurreição, ele respondeu que eles erraram na sua doutrina porque não conheceram “as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mateus 22:29). Para corrigi-los, ele começou dizendo: “Não tendes lido o que Deus vos declarou...?” (Mateus 22:31). Muitos alegam que a Bíblia é difícil demais para entender. Pensando assim, acabam errando da mesma maneira que os saduceus, seguindo suas próprias idéias e doutrinas de homens ao invés de dar à Bíblia a atenção e estudo honesto que Deus requer. A verdade é que o Senhor revelou sua palavra justamente para ser entendida por todos que honestamente o buscam, não importa a inteligência ou nível de escolaridade. O costume de Jesus era de ensinar com simplicidade. Assim, ele falava por meio de parábolas, “conforme o permitia a capacidade dos ouvintes” (Marcos 4:33). Ele queria que os homens entendessem a sua doutrina! Depois da morte e ressurreição de Jesus, Deus continuava revelando sua palavra através dos apóstolos e profetas (Efésios 3:5). O apóstolo Paulo mostrou a facilidade com que os irmãos em Éfeso poderiam ganhar entendimento, dizendo “quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo” (Efésios 3:4). Por isso, ele mandou que eles provassem sempre “o que é agradável ao Senhor” (Efésios 5:10), e que procurassem “compreender qual a vontade do Senhor” (Efésios 5:17). Estas coisas não seriam possíveis se a palavra fosse difícil demais para ler e entender! O fato de existirem muitas seitas, doutrinas e interpretações não deve nos desanimar em relação à verdade pura que se revela na palavra de Deus. O apóstolo Pedro avisa que como “surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres”, e que “os ignorantes e instáveis deturpam...as...Escrituras, para a própria destruição deles” (2 Pedro 2:1, 3:16). Isto deve nos incentivar a sermos mais zelosos na leitura e estudo para entender a palavra de Deus, a fim de sermos por ele aprovados (veja 2 Timóteo 2:15)! 

Olhar para Cima






O
povo de Jerusalém ficou apavorado. A ameaça de
invasão por um inimigo forte e cruel deixou os
habitantes desesperados. Correram de um lado
para o outro da cidade tentando preparar-se para o
ataque. Reforçaram os muros da cidade. Modificaram o
sistema de abastecimento de água para tentar
sobreviver no caso de um cerco prolongado.
Freneticamente olharam para todos os lados para se
proteger do inimigo.
Olharam para todos os lados, mas não para cima. O
profeta Isaías, observando a confusão do povo, fez uma
crítica penetrante: “Não cogitais de olhar para cima,
para aquele que suscitou essas calamidades, nem
considerais naquele que há muito as formou” (Isaías
22:11). O profeta não está condenando os homens por
usarem a sua inteligência ou seus próprios recursos
para se proteger. Homens fiéis usam o bom senso para
evitar problemas desnecessários, e ainda oram ao
Senhor, sabendo que ele é muito mais poderoso
(Neemias 4:8-9). Mas os contemporâneos de Isaías
e s q u e c e r a m o S enho r. El e s pr e p a r a r a m
desesperadamente para a invasão, nem pensando em
olhar para cima!
É
muito fácil imitar o erro do povo de Judá.
P ro ble m a s vêm , m uitas vezes porqu e
desrespeitamos os avisos dados por Deus. A nossa
reação às dificuldades e ameaças da vida reflete muito
sobre o nosso caráter e fé. Devemos usar a inteligência
e bom senso que Deus nos deu, mas não devemos
esquecer de olhar para cima. “Muito pode, por sua
eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16).
Principalmente quando se trata de necessidades
espirituais, a única verdadeira solução vem de cima. O
homem não é capaz de se livrar do próprio pecado
(Romanos 6:23; Efésios 2:8-9). Dependemos da
misericórdia de Deus. Precisamos olhar para cima!

Olhar para Cima


O povo de Jerusalém ficou apavorado. A ameaça de invasão por um inimigo forte e cruel deixou os habitantes desesperados. Correram de um lado para o outro da cidade tentando preparar-se para o ataque. Reforçaram os muros da cidade. Modificaram o sistema de abastecimento de água para tentar sobreviver no caso de um cerco prolongado. Freneticamente olharam para todos os lados para se proteger do inimigo. Olharam para todos os lados, mas não para cima. O profeta Isaías, observando a confusão do povo, fez uma crítica penetrante: “Não cogitais de olhar para cima, para aquele que suscitou essas calamidades, nem considerais naquele que há muito as formou” (Isaías 22:11). O profeta não está condenando os homens por usarem a sua inteligência ou seus próprios recursos para se proteger. Homens fiéis usam o bom senso para evitar problemas desnecessários, e ainda oram ao Senhor, sabendo que ele é muito mais poderoso (Neemias 4:8-9). Mas os contemporâneos de Isaías e s q u e c e r a m o S enho r. El e s pr e p a r a r a m desesperadamente para a invasão, nem pensando em olhar para cima! É muito fácil imitar o erro do povo de Judá. P ro ble m a s vêm , m uitas vezes porqu e desrespeitamos os avisos dados por Deus. A nossa reação às dificuldades e ameaças da vida reflete muito sobre o nosso caráter e fé. Devemos usar a inteligência e bom senso que Deus nos deu, mas não devemos esquecer de olhar para cima. “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16). Principalmente quando se trata de necessidades espirituais, a única verdadeira solução vem de cima. O homem não é capaz de se livrar do próprio pecado (Romanos 6:23; Efésios 2:8-9). Dependemos da misericórdia de Deus. Precisamos olhar para cima!

Confortados para Confortar




P
aulo conheceu sofrimento. Na segunda carta aos
coríntios, como em várias outras epístolas, ele fala
sobre suas aflições e privações (6:4-5; 4:17; 2:13;
12:7-10). No mesmo contexto, ele frisa o papel de
Deus em confortá-lo, o descrevendo como “o Pai de
misericórdias e Deus de toda consolação” (1:3).
O apóstolo, porém, não pensa somente em receber
consolação. Ele recebe para repassar. Assim, Paulo
continua: “É ele que que nos conforta em toda a
nossa tribulação, para podermos consolar os que
estiverem em qualquer angústia, com a
consolação com que nós mesmos somos
contemplados por Deus.... assim também a nossa
consolação transborda por meio de Cristo” (1:4-
5). Destes comentários de Paulo, aprendemos algumas
lições importantes sobre tribulações e consolação:
ì Devemos focalizar a misericórdia de Deus, e
não a angústia que enfrentamos. Sofrimento faz parte
da circunstância humana, e é limitado a esta vida.
Devemos olhar para cima e para frente, como o
próprio Jesus fez (Hebreus 12:1-3). A tribulação é
passageira, a coroa da vida, eterna (Apocalipse 2:10).
í Devemos transmitir a consolação aos outros.
Não somente depois de sair, mas enquanto sofremos,
devemos oferecer encorajamento aos outros. Paulo
escreveu aos filipenses algemado, encarando a real
possibilidade de ser executado (Filipenses 1:13-
14,17,20). Apesar das circunstâncias do autor, é uma
das cartas mais animadoras na Bíblia (Filipenses
4:4,6-7,19, etc.).
A
alegria do servo de Deus não depende da
circunstância, depende da fé e da confiança no
Senhor!

Confortados para Confortar

P aulo conheceu sofrimento. Na segunda carta aos coríntios, como em várias outras epístolas, ele fala sobre suas aflições e privações (6:4-5; 4:17; 2:13; 12:7-10). No mesmo contexto, ele frisa o papel de Deus em confortá-lo, o descrevendo como “o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação” (1:3). O apóstolo, porém, não pensa somente em receber consolação. Ele recebe para repassar. Assim, Paulo continua: “É ele que que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.... assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (1:4- 5). Destes comentários de Paulo, aprendemos algumas lições importantes sobre tribulações e consolação: ì Devemos focalizar a misericórdia de Deus, e não a angústia que enfrentamos. Sofrimento faz parte da circunstância humana, e é limitado a esta vida. Devemos olhar para cima e para frente, como o próprio Jesus fez (Hebreus 12:1-3). A tribulação é passageira, a coroa da vida, eterna (Apocalipse 2:10). í Devemos transmitir a consolação aos outros. Não somente depois de sair, mas enquanto sofremos, devemos oferecer encorajamento aos outros. Paulo escreveu aos filipenses algemado, encarando a real possibilidade de ser executado (Filipenses 1:13- 14,17,20). Apesar das circunstâncias do autor, é uma das cartas mais animadoras na Bíblia (Filipenses 4:4,6-7,19, etc.). A alegria do servo de Deus não depende da circunstância, depende da fé e da confiança no Senhor!

Não Tenha Medo




O
profeta Eliseu, guiado por Deus, estava
derrotando o exército sírio sozinho. Cada vez
que eles se preparavam para atacar Israel, o
profeta avisava o rei israelita, que conseguia emboscar
o inimigo antes que atacasse. O rei da Síria suspeitava
que houvesse um espião em seu próprio governo, mas
era assegurado por seus homens que Eliseu era o
responsável por suas derrotas. O rei declarou guerra
a Eliseu. Durante a noite, seu exército cercou a cidade
onde o profeta vivia.
O jovem que ajudava Eliseu levantou-se muito cedo na
manhã seguinte e viu as tropas cercando a cidade. Ele
ficou assustado e correu a Eliseu: “O que vamos
fazer?” (2 Reis 6:15). Com seus olhos naturais, ele viu
a insuperável força do inimigo e sua própria fraqueza.
Eliseu viu a situação de modo diferente. De seu ponto de
vista espiritual, o exército não representava uma ameaça.
Ele confortou o jovem: “Não tenha medo, pois
aqueles que estão conosco são mais numerosos
do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16).
Eliseu e seu servo não feriram ninguém naquele dia.
Deus entregou o exército sírio nas suas mãos e ele
deixou que fosse para casa em paz. Aqueles soldados
e o povo de Israel aprenderam uma forte lição: Deus
é maior do que qualquer inimigo que enfrentamos.
Precisamos lembrar a mesma lição quando nos
levantamos para enfrentar problemas insuperáveis.
Deus nos assegurou que o socorro está disponível.
Precisamos abrir nossos olhos e ver como ele nos
ajuda. Considere como nossos aliados são mais
numerosos e poderosos do que as forças do diabo.
Quando enfrentamos tentações, perseguições e
outros obstáculos que ameaçam nosso bem-estar
espiritual, podemos recorrer às muitas fontes de
socorro que Deus tem provido. Os cristãos fiéis
podem nos auxiliar (Efésios 4:11-16). O Espírito Santo
intercede pelos filhos de Deus (Romanos 8:26-28).
Jesus vive para nos auxiliar a superar o mal (Romanos
5:8-11). E nosso Pai celestial nos protege e socorre
(Romanos 8:31-39). De fato, aqueles que estão
conosco são mais numerosos do que os inimigos!

Não Tenha Medo

O profeta Eliseu, guiado por Deus, estava derrotando o exército sírio sozinho. Cada vez que eles se preparavam para atacar Israel, o profeta avisava o rei israelita, que conseguia emboscar o inimigo antes que atacasse. O rei da Síria suspeitava que houvesse um espião em seu próprio governo, mas era assegurado por seus homens que Eliseu era o responsável por suas derrotas. O rei declarou guerra a Eliseu. Durante a noite, seu exército cercou a cidade onde o profeta vivia. O jovem que ajudava Eliseu levantou-se muito cedo na manhã seguinte e viu as tropas cercando a cidade. Ele ficou assustado e correu a Eliseu: “O que vamos fazer?” (2 Reis 6:15). Com seus olhos naturais, ele viu a insuperável força do inimigo e sua própria fraqueza. Eliseu viu a situação de modo diferente. De seu ponto de vista espiritual, o exército não representava uma ameaça. Ele confortou o jovem: “Não tenha medo, pois aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16). Eliseu e seu servo não feriram ninguém naquele dia. Deus entregou o exército sírio nas suas mãos e ele deixou que fosse para casa em paz. Aqueles soldados e o povo de Israel aprenderam uma forte lição: Deus é maior do que qualquer inimigo que enfrentamos. Precisamos lembrar a mesma lição quando nos levantamos para enfrentar problemas insuperáveis. Deus nos assegurou que o socorro está disponível. Precisamos abrir nossos olhos e ver como ele nos ajuda. Considere como nossos aliados são mais numerosos e poderosos do que as forças do diabo. Quando enfrentamos tentações, perseguições e outros obstáculos que ameaçam nosso bem-estar espiritual, podemos recorrer às muitas fontes de socorro que Deus tem provido. Os cristãos fiéis podem nos auxiliar (Efésios 4:11-16). O Espírito Santo intercede pelos filhos de Deus (Romanos 8:26-28). Jesus vive para nos auxiliar a superar o mal (Romanos 5:8-11). E nosso Pai celestial nos protege e socorre (Romanos 8:31-39). De fato, aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os inimigos!