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ESENSE Stick D1, mais um Mini-PC em formato de pendrive

Mais um mini-PC em formato de pendrive está sendo lançado, o eSense Stick D1 é a nova aposta da linha Compute Stick da Intel, oferecendo um computador completo em um dispositivo bem pequeno. 
O eSense será disponibilizado em cinco cores diferentes, preto, azul, verde, amarelo e branco. Claro que esses dispositivos não substituem um computador de mesa convencional, eles são voltados para tarefas básicas e emergenciais, quando você não tiver um computador convencional por perto.
Esses mini-PCs são montados na arquitetura x86, com uma CPU Intel Atom Z3735F, 2 GiB de RAM e duas opções de armazenamento em flash, 16 ou 32 GiB. O eSense também traz uma porta USB, uma micro-USB, conector HDMI, suporte para Bluetooth e Wi-Fi.
O sistema é o Windows 8.1, mas espera-se que versões com Android e Linux sejam lançadas. O preço do eSense Sick D1 será de US$ 100.
Fonte(s): Netbookitalia

Microsoft mostra tecnologia que combina redes sem fio, smartphones e fones para guiar cegos

Atravessar a rua ou entrar numa estação do Metrô são tarefas triviais para a maioria das pessoas, mas podem ser verdadeiros desafios para quem não enxerga. Mas há uma tecnologia sendo desenvolvida pela Microsoft que pode tornar a rotina destas pessoas mais fácil: o projeto Independence Day, que combina redes sem fio, smartphones e fones especiais.
Para funcionar, a tecnologia exige que pontos que emitem sinais via Wi-Fi ou Bluetooth sejam espalhados em uma região. Estas estações trafegam informações a respeito do local que ajudam a orientar o usuário durante o seu trajeto.
Microsoft - Independence Day
Estes dados são captados e analisados pelo smartphone, que os combina com mapas do Bing Maps. Na sequência, o aplicativo correspondente envia sinais sonoros, via Bluetooth, para os fones.
Os headphones fogem do convencional: os sinais sonoros são transmitidos via tecnologia de condução óssea. Os fones ficam posicionados um pouco mais próximos das bochechas e não sobre as orelhas, consequentemente. Desta forma, o usuário tem os ouvidos “livres” para prestar atenção em outras informações sonoras que ajudam em sua locomoção, como o barulho de um carro próximo.
As orientações são dadas tanto por avisos verbais quanto por “bips”. Uma sequência mais rápida destes podem indicar ao usuário que ele está próximo de uma curva, por exemplo. A direção e a intensidade do áudio podem informar quão acentuada é a curva ou para que lado ela vira.
Com a adoção em larga escala da tecnologia, pontos dentro de uma estação poderão guiar o usuário até o banheiro mais próximo ou até a plataforma da linha de Metrô que ele pretende pegar. Em uma parada de ônibus, o sistema pode avisar quando o veículo estiver se aproximando ou mesmo informar quais linhas levam a determinado local.
Fruto de uma parceria com as ONGs Catapult e Guide Dogs, o projeto vem sendo testado em Londres. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas os testes já realizados apresentaram resultados convincentes – de modo geral, os testadores conseguiram se locomover com níveis significativos de independência.
Por enquanto, cães-guia ainda são importantes para estas pessoas. Em uma etapa posterior, no entanto, sensores presentes nos fones poderão fazer uma “varredura” do ambiente e avisar o usuário da existência de postes, escadas e outros obstáculos ao redor.
Desde julho já se sabia que a Microsoft estava trabalhando em um projeto do tipo. Mas, na ocasião, poucos detalhes haviam sido revelados. Apesar de a tecnologia já se mostrar razoavelmente funcional, não se sabe quando e se sua implementação, de fato, ocorrerá: a instalação das estações de sinal exige a colaboração de governos e entidades regulatórias, só para começar.
Com informações: BBC, News Scientist
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