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Memórias DDR4 Kingston HyperX conquistam recorde de frequência

A divisão de memórias de alto desempenho da Kingston, HyperX anunciou um novo recorde com memórias DDR4, alcançando 4351 MHz de frequência. O novo recorde foi realizado através da união de uma placa mãe MSI X99S SPOWER AC e um módulo de memória Kingston HyperX Predator.
Este módulo de 4 GiB utiliza a frequência de 3333 MHz e são vendidos em kits de 16 GiB, além de carregar consigo o título de memória mais rápida com o XMP da Intel, que é uma norma que que permite overclock mais alto mantendo a estabilidade e confiabilidade.
As memórias DDR4 estão cada vez mas rápidas fator esse que ajuda e muito profissionais que trabalhem com edição de vídeo, modelagem 3D e até um pouco os gamers, mais a limitação de uma única plataforma (Intel X99) e o preço ainda prejudicam a adoção em massa das novas DDR.

Confira as imagens abaixo comprovando o novo recorde das HyperX

Fonte(s): TechPowerUP

A Intel quer redefinir o espaço de trabalho com base no "efeito borboleta"

Pequenas mudanças que levam a alterações dramáticas. Este é no fundo o conceito do efeito borboleta e a Intel acredita que as novidades que tem para o segmento empresarial vão de facto transformar a forma de trabalhar num escritório.

A Intel acha-se capaz de transformar o escritório e o espaço de trabalho no geral. E para isso a tecnológica está apostada em construir um conceito de workplacesem fios e com uma forte componente de interligação. Diz a empresa que quanto mais ligados estiverem os colaboradores, mais e melhores ideias vão surgir desta colaboração. 

E esta visão futurista da Intel já está a acontecer, desde que a gigante do silício ajudou a colocar no mercado dispositivos que têm por base a quinta geração dos processadores Core vPro. Portugal pode entrar nesta realidade nas próximas semanas, quando as fabricantes trouxerem estas novidades para o mercado nacional. 

Apesar de os processadores vPro terem um impacto positivo nos computadores e híbridos - maior potência, melhor desempenho gráfico e menor consumo energético -, o grande chamariz acaba por ser duas outras tecnologias. 

Através da tecnologia Wireless Display e da Wireless Docking o número de fios e de passwords num ambiente de trabalho vai diminuir drasticamente. Por consequência, espera a Intel, aumentará a produtividade e as boas ideias. De tal forma que mesmo antes de a empresa revelar estas soluções, recebeu três projetos de mil milhões de dólares justamente para encontrar a solução para este caminho. 

Com a tecnologia Wireless Display é possível enviar qualquer conteúdo a partir de qualquer dispositivo compatível, mas não apenas de um para um, mas na perspetiva de vários para um. Este sistema tanto pode ser integrado posteriormente - através de periféricos que são colocados por exemplo em televisores -, como já está a ser trabalhado de forma integrada por empresas como a Panasonic. 

Já a Wireless Docking promete um fio continuo entre o trabalho móvel e o trabalho fixo. Basta colocar um pequeno cubo na secretária do utilizador para que o mesmo assista a uma transferência instantânea do trabalho entre o portátil e o desktop - de acordo com as apresentações da Intel. 

Com pequenas alterações - como o simples facto de a autonomia dos computadores aumentar de forma significativa -, a Intel espera provocar um grande impacto na forma como se trabalha, sobretudo no sector terciário. Mas como já é sabido, o efeito borboleta pode demorar anos ou décadas até fazer sentido. 

Esta é uma realidade, o no wires workplace, que só agora começa a ganhar formas, mas não é de esperar que venha a verificar-se em Portugal no curto espaço. 

Empresas portuguesas amarradas
As empresas portuguesas, assim como os consumidores, estão em linha com aquilo que acontece no resto do mundo: a troca de computadores acontece em média de quatro em quatro anos. E isto mostra sobretudo a ideia de que "o PC não está morto", como salientou o gestor de negócio da Intel Portugal, Alexandre Santos. 

Mesmo não revelando números específicos, o executivo reconhece que o mercado ainda não está totalmente recuperado, mas que em 2014 e em Portugal o "balanço não foi negativo". "Há sectores do mercado que estão mais dinâmicos", disse o porta-voz da tecnológica. 

Um dos exemplos é a área dos híbridos, os computadores 2-em-1, na qual a Intel tem apostado bastante. E os resultados começam a surgir, apesar de Alexandre Santos admitir que estão ainda longe de ser a maior fatia do mercado. 

"Este é o momento da transformação", disse o executivo que também deixou uma palavra de crítica às pequenas e médias empresas portuguesas - e também às de outras nacionalidades com o mesmo perfil. Alexandre Santos considera que as empresas portuguesas não olham para a tecnologia como uma forma de acrescentar valor, pois em "Portugal é tudo transacional, aposta-se na renovação da frota". 

Isto a propósito do tom geral da apresentação que tentou mostrar que é preciso um pouco de investimento na inovação para que os resultados surpreendam. 

Mas também os fabricantes de computadores e dispositivos eletrónicos levaram um "recado" no sentido de facilitarem uma melhor implementação das tecnologias. Algo que não tem acontecido até aqui, com Alexandre Santos a pedir menos inércia entre as empresas parceiras. 

No fim prevalece o tom otimista, com o gestor de negócios da Intel Portugal a acreditar que muito em breve os consumidores portugueses vão voltar a comprar equipamentos topo de gama, pois essa sempre foi uma característica do utilizador português. 

ESENSE Stick D1, mais um Mini-PC em formato de pendrive

Mais um mini-PC em formato de pendrive está sendo lançado, o eSense Stick D1 é a nova aposta da linha Compute Stick da Intel, oferecendo um computador completo em um dispositivo bem pequeno. 
O eSense será disponibilizado em cinco cores diferentes, preto, azul, verde, amarelo e branco. Claro que esses dispositivos não substituem um computador de mesa convencional, eles são voltados para tarefas básicas e emergenciais, quando você não tiver um computador convencional por perto.
Esses mini-PCs são montados na arquitetura x86, com uma CPU Intel Atom Z3735F, 2 GiB de RAM e duas opções de armazenamento em flash, 16 ou 32 GiB. O eSense também traz uma porta USB, uma micro-USB, conector HDMI, suporte para Bluetooth e Wi-Fi.
O sistema é o Windows 8.1, mas espera-se que versões com Android e Linux sejam lançadas. O preço do eSense Sick D1 será de US$ 100.
Fonte(s): Netbookitalia

Intel anuncia receita recorde em 2014, mas com uma grande perda em mobilidade

A Intel fechou os relatórios de 2014 que indicam que a empresa alcançou um faturamento recorde de US$ 55,900 milhões, com um aumento anual de 6% e um lucro liquido de US$ 11,700 milhões. 
A alta dos números deve-se principalmente a divisão de Data Centers, que teve um aumento de 18% em relação ao ano anterior e a divisão de PC que apresentou um aumento de 6%, graças ao posto de maior fabricante de chips no mundo.
Houve também um forte aumento na divisão "Internet das Coisas" que dá para a Intel US$ 2,100 bilhões milhões e a manutenção da divisão de software e serviços com uma receita de US$ 2.200 milhões. O CEO da Intel, Brian Krzanich, explicou esse aumento:
"Temos alcançado ou ultrapassado várias metas importantes: a revitalização de negócios relacionados a PC; crescimento dos negócios relacionados a Data Centers; estabelecimento de uma nova estratégia para tablets e inovação em diversas outras áreas. Vamos melhorar nossa rentabilidade na área móvel e manter a Intel a frende da computação.", disse Krzanich.
Krzaich citou a área móvel como um setor que precisa ser melhorado, e é verdade, esse setor tem sido um problema para a Intel, dada a competição com a ARM. Mas a Intel vem aos poucos tentando mudar essa perspectiva, uma meta alcançada foi a de 46 milhões de tablets equipados com processadores Intel. 
No entanto os fortes subsídios e investimentos substanciais resultaram em uma perda de muito dinheiro na divisão móvel da Intel, foram US$ 4,200 milhões em prejuízo para a líder dos processadores. Vamos ver como a Intel vai lidar com essa perda em 2015, talvez com os novos processadores Broadwell que são voltados para dispositivos móveis, com melhorias no consumo elétrico e desempenho faça a Intel reverter essa situação.
Fonte(s): Intel

AMD demite três executivos do alto escalão na esperança de formar uma nova equipe para frear o avanço da Intel

Houve um tempo em que a briguinha Intel x AMD fazia tanto sentido quanto iOS x Android faz hoje. As duas empresas fabricantes de processadores disputavam cada cliente neste mercado e a AMD era, de fato, uma pedra no sapato da gigante de Santa Clara. Alguns anos se passaram e o cenário, infelizmente, não é mais o mesmo. A Intel controla 82% do mercado de desktops, 90% do de notebooks e quase 100% do nicho de servidores, segundo os números atualizados do terceiro trimestre de 2014, divulgados pela IDC. É fato que a relevância da Advanced Micro Devices vem caindo ano a ano.

Para tentar reverter este cenário, a atual CEO da companhia, Lisa Su, demitiu três funcionários do alto escalão da AMD. Conforme reporta a Bloomberg, essa atitude faz "parte da implementação de uma equipe otimizada de liderança para impulsionar o crescimento futuro da AMD". Quem teve suas cabeças cortadas, por assim dizer, foi o chefe da divisão de computação e gráficos, John Byrne, ou seja, o cara por trás dos processadores e placas de vídeo da empresa. O diretor de estratégia Raj Naik e a diretora de marketing Colette LaForce também tiveram que passar no RH para se despedir dos colegas.

Com essas vagas abertas, a AMD tentará contratar gente com mais visão de mercado, visto que os anteriores não eram muito bons nisso. Basta ver a linha de processadores Adreno, da Qualcomm, que faz muito sucesso em dispositivos móveis e existe graças à venda da unidade de chips gráficos móveis da AMD para a Qualcomm. Ou seja, quem poderia estar embolsando esse dinheiro hoje era a AMD e não a Qualcomm. De fato, a decisão de não entrar no hoje gigantesco mercado de gadgets móveis, como smartphones e tablets, custou bem caro para a AMD.

Mas nem tudo está perdido. A empresa ainda é forte, por exemplo, na divisão de processadores semicustomizados. Eles equipam nada mais nada menos que os consoles Playstation 4, Xbox One e Nintendo Wii U, os três maiores dessa nova geração. Os consoles da Sony e da Microsoft usam o processador Jaguar de oito núcleos e processador gráfico com arquitetura Radeon. Já o console da Big N usa a placa gráfica LAtte, também baseada na AMD. Além disso, ela ainda trabalha fabricando processadores ARM para servidores de baixa potência. Porém, isso não foi suficiente para frear a queda no valor das ações da companhia, que desde 2011 caiu pela metade.

Como sabemos, num sistema capitalista, monopólio nunca é um bom negócio. Vamos torcer para que a CEO da AMD acerte nas contratações de seus novos executivos e que eles consigam, paulatinamente, reerguerem a AMD e voltar a incomodar a Intel, tanto no mercado de processadores para PC quanto para notebooks. Na sua opinião, o que a AMD deveria fazer para começar a reverter esse cenário pouco animador?