Copiado!

Como fortalecer seu ministério de jovens

 


Dicas práticas para investir e abençoar os membros mais jovens de sua igreja local

A adolescência e juventude são fases de muitas escolhas, definições e desafios. Quando as crianças se tornam adolescentes e, então, entram na vida adulta, começam a ter uma ideia mais forte de que suas escolhas têm consequências e de que Jesus é seu melhor amigo e companhia mais importante, além, é claro, da igreja, o Corpo de Cristo.

50 dicas para fortalecer seu ministério de jovens

Por ser um período tão decisivo, os jovens e adolescentes exigem cuidados e atenção diferentes do restante dos membros de uma igreja local. Para te ajudar a focar nas coisas certas, conheça algumas dicas sobre como investir nessa faixa etária.

Honre a espiritualidade dos jovens e adolescentes

  1. Valide os jovens e adolescentes como pessoas de valor sagrado com necessidade e responsabilidades espirituais legítimas;
  2. Considere-os como parte do ministério, não objetos dele;
  3. Acabe com estereótipos sobre essa faixa etária, como rebelião e dificuldade;
  4. Não faça com que os jovens e adolescentes sejam como você antes que eles possam se tornar como Jesus;
  5. Não tente adivinhar quais as necessidades dos mais jovens na sua igreja local. Pergunte a eles como a igreja pode ajudá-los a crescer na fé;
  6. O ministério de jovens vai muito além de um grupo, por isso encoraje as pessoas que fazem parte dele a participarem de todos os aspectos da vida da igreja;
  7. Defenda os jovens e adolescentes;

Equipe os pais para nutrir a fé dos filhos

  1. Saiba que a influência dos pais é um fator determinante para o compromisso espiritual dos jovens e adolescentes;
  2. Trabalhe para a conversão e fé dos pais dos jovens e adolescentes da sua igreja local. Investir nos pais é a melhor maneira de investir na fé dos filhos;
  3. Comece um grupo de estudo para os pais com o intuito de ajudá-los a entender como investir na espiritualidade dos seus filhos;
  4. Ofereça recursos para praticar e conversar sobre a Palavra em casa – orar juntos como família, comemorar datas especiais e conversar sobre a fé;
  5. Considerar oferecer estudos para pais e filhos juntos;
  6. Promover grupos de suporte e estudos sobre criação de filhos e questões familiares;
  7. Ensinar aos pais a importância de passar tempo com seus filhos;

Seja verdadeiro no ministério com jovens e adolescentes

  1. Pergunte aos membros do seu grupo de jovens e adolescentes se você tem tratado questões que realmente fazem parte da vida deles;
  2. Fale sobre questões relacionadas a sexualidade;
  3. Reconheça que conversas e discussões são essenciais para a formação da fé;
  4. Use eventos como tópicos de discussão;
  5. Dê permissão aos jovens e adolescentes para fazer perguntas e compartilhar suas dúvidas;
  6. Empodere seu grupo a reescrever músicas e orações de maneira que faça sentido para ele;
  7. Conheça as músicas que os jovens escutam. Ajude-os a relacionar essas músicas à sua fé e a encontrar sua voz na adoração a Deus;
  8. Trate os princípios básicos da fé frequentemente e com clareza;
  9. Enfatize o aprendizado centrado na experiência. A fé precisa ser experimentada antes de ser articulada;
  10. Promova treinamento nas disciplinas espirituais – oração, leitura da Palavra, atos de misericórdia;
  11. Ensine discipulado, envolva os jovens e adolescentes em planejamentos e atividades missionárias.

Promova liderança para atividades

  1. Recrute líderes mais velhos para ter contato com os jovens e adolescentes em suas atividades;
  2. Promova treinamento para líderes de jovens e adolescentes, especialmente em aconselhamento;
  3. Implemente políticas e procedimentos para evitar o abuso de menores;
  4. Invista no ministério de jovens e adolescentes – tempo, recursos, compromisso;

Faça da adoração algo significativo para essa faixa etária

  1. Dê aos jovens e adolescentes a oportunidade de participar dos momentos de louvor e adoração;
  2. Os elementos da adoração devem se relacionar com uma mensagem central que ajudem os jovens a se conectarem com Deus;
  3. Use músicas populares entre os jovens;
  4. Permita que eles escrevam suas músicas, orações e até poemas;

Crie um senso de pertencimento

  1. Ministério de jovens e adolescentes tem a ver com relacionamento. Eles são mais importantes que eventos e programas, porque os mais jovens estão buscando um senso de pertencimento;
  2. Se esforce para integrar os mais jovens na igreja como um todo;
  3. Esteja presente para eles, escute;
  4. Essa faixa etária precisa e valoriza estabilidade, rotina e rituais, mesmo que não pareça;
  5. Combata os clichês. Reforce a inclusão e a aceitação;
  6. Promova interação em acampamentos, atividades em grupo e outras estratégias;

Cultive dons e habilidades

  1. Construa um senso de realização entre o seu grupo com diversas atividades, como música, teatro, entre outros;
  2. Dê aos jovens e adolescentes responsabilidades reais;
  3. Estenda oportunidades de liderança para tantos deles quanto possível;
  4. Tenha um culto organizado e liderado por eles;

Se esforce para construir um ministério eficaz

  1. Seja consistente com lugares e horários;
  2. Organize seu grupo por idades e por momentos da vida;
  3. Envolva os jovens e adolescentes no planejamento de suas atividades;
  4. Equilibre lazer, estudo, devoção e comunhão;
  5. Organize eventos para que os jovens e adolescentes possam convidar seus amigos;
  6. Considere os pais como aliados, o suporte deles é essencial;
  7. Tenha políticas claras sobre limites de comportamento e disciplina.

Invista nos grupos e ministérios em sua igreja local

A igreja é composta por diversos grupos de pessoas, que querem encontrar o Senhor e servi-lo. O ministério com jovens e adolescentes é um deles e precisa de atenção especial para cumprir a sua função de alcançar ainda mais pessoas, além de firmar as que já fazem parte.

O Namoro Cristão

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1lz-Lb931M9FavhsjNNovsiD9nsQWn1iZNamoro Cristão

Na Bíblia não encontramos absolutamente nada sobre namoro, até porque, os costumes das nações antigas tratavam a relação entre homens e mulheres de forma completamente diferente dos nossos dias. Para inicio de conversa, eram os pais que definiam com quem seus filhos iriam contrair matrimônio. Junta-se a isso o fato de que tal decisão era inquestionável e irrevogável, cabendo aos filhos obedecer a determinação patriarcal.

Hoje os costumes são diferentes. Ao contrário do passado os pais já não possuem influência na decisão com quem seus filhos deverão casar. Na verdade, desde muito cedo os adolescentes são instigados pela sociedade a se relacionarem em namoro, desfrutando assim de uma relação independente e "livre" da influência familiar.

Em virtude da banalização das relações afetivas entre moças e rapazes, não são poucos os casos de adolescentes e jovens que se arrebentaram emocionalmente em uma relação errada. Ora, como já escrevi anteriormente não sou contra as relações de namoro que um jovem possa desenvolver com uma moça. Antes pelo contrário, acredito que relações afetivas entre um rapaz e sua namorada contribuem significativamente para o desenvolvimento de uma auto-estima saudável. Sou contra sim a banalização das relações, sou contra as “ficações” que contribuem para o adoecimento da alma de nossos adolescentes, sou contra o beijar por beijar!

Salomão em sua grande sabedoria afirmou: “Existe um tempo determinado para todas as coisas na vida”. Sim, isso mesmo, na vida existe momentos pra tudo! Há tempo de plantar e tempo de colher, há tempo para abraçar e deixar de abraçar, em outras palavras isso significa dizer que existe um tempo determinado por Deus para desfrutarmos de carinhos, afagos, abraços e beijos de alguém. Em contrapartida, isso significa dizer também que existem momentos na vida, que somos chamados a um momento de reclusão onde outros valores necessários a uma existência plenificada nos são trabalhados.

Caro leitor, creio que o período de namoro deve ser essencial a maturação dos que se gostam. Acredito também que deve ser um tempo de convivência diária, de conhecimento mútuo, além de iniciar um relacionamento mais próximo da família daquele que se relaciona. 

Pois é, como afirmei, a Bíblia não menciona absolutamente nada sobre namoro. Na realidade ela nem faz referência a isso. Entretanto, os princípios cristãos que devemos observar quando a santidade e relacionamento pessoal devem ser obedecidos integralmente.

Meu namoro é da vontade de Deus?

CasamentoVolta é e meia ouvimos dos casais enamorados dúvidas do tipo: será que o meu namoro é da vontade de Deus? Como posso ter certeza de que Deus está abençoando o meu relacionamento? Ou ainda, como saber se esta ou aquela pessoa é a que Deus separou para mim? A luz destes questionamentos desejo fornecer de forma prática e objetiva algumas dicas para se descobrir se o seu namoro é da vontade de Deus:

1- A Paz de Deus. As Escrituras afirmam que a paz deve ser o árbitro em nossos corações “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração” (Colossenses 3:15" href="/biblia-online/colossenses/capitulo-3.html#v15" target="_blank">Colossenses 3:15). O árbitro é aquele que resolve uma questão, que direciona, que mostra a verdade. Em outras palavras isto significa dizer que a paz de Cristo deve ser observada como um dos indicativos de que o relacionamento em questão é ou não da vontade de Deus. Assim, se o namoro rouba paz, ou leva a pessoa a ficar distante de Deus, trazendo ao coração inquietação ou perturbação, cuidado, é porque algo está errado. Vale a pena ressaltar que lutas, problemas e obstáculos sempre existirão. Todavia, se o relacionamento descaradamente lhe tem roubado a sua paz interior, como também a sua comunhão com Deus, seja isto talvez um grande indício que de o Senhor não está nesse relacionamento.

2- Minha família aprova? Um fator que deve ser observado é se a família aprova o namoro. Conheço inúmeros casos de namorados que enfrentaram seus pais e familiares e que tiveram problemas seriíssimos. Ora, por favor, pare e pense: Se a família não aprova o relacionamento agora quando não se tem tantos problemas, imagine depois de casado e com filhos. Isto posto, sou levado a acreditar que a opinião dos pais ou filhos devem ser levado em consideração.

3- E o meu pastor? O que tem a dizer? A pós-modernidade trouxe a baila um conceito que mais do que nunca tem norteado negativamente a nossa sociedade. É comum ouvirmos por aí: “A vida é minha, faço o que quero e não tenho que dar satisfação a absolutamente ninguém.” Infelizmente, em nome de uma independência burra e ensimesmada muitos casais começam a namorar sem ouvir a opinião de seus pastores e líderes. Ora, é claro que os pastores não podem e nem tampouco tem o direito de determinar se o namoro deve ou não acontecer, entretanto, não consultá-los e ouvi-los é um erro gravíssimo. Creio que os “apaixonados” ao decidirem compartilhar com o conselheiro ou pastor sobre a possibilidade de se namorar alguém, demonstra maturidade e disposição de se fazer a vontade de Deus.

4- Existe jugo desigual? O namoro e o casamento devem ocorrer entre pessoas que estejam em igualdade de situações. O fato de existir discrepâncias espirituais, sociais e culturais pode proporcionar um seriíssimo problema relacional entre aqueles que se gostam. Em um relacionamento onde uma pessoa possui escolaridade ou bagagem cultural bem maior do que a outra, a possibilidade de se vivenciar problemas é potencializado de forma substancial. Além disso, o jugo desigual pode caracterizar-se pela diferença de idade entre o casal. Em boa parte dos casos onde a diferença etária ultrapassa os quinze anos as chances de problemas são absurdamente significativas.

5- Existe afinidade mútua de valores e conceitos? Os que namoram precisam ter em comum os mesmos valores e conceitos. Na verdade, ambos precisam enxergar os padrões bíblicos de moral e decência de modo uniforme. Em outras palavras isto significa dizer que ambos necessitam estar dispostos a viver e relacionar-se um com o outro de forma pura e santa. 
Caro leitor, ao responder negativamente duas ou mais destas perguntas, acredito que você deva refletir se vale a pena desenvolver no coração expectativas de frutificação com aquele que tem se relacionado.

Lembre-se que que namoro é coisa séria e que tomar decisões erradas pode lhe trazer consequências funestas.

E o Sexo? Pode rolar?

NamorandoA AFP divulgou em janeiro de 2008 que a maioria dos britânicos já não desaprova as relações sexuais antes do casamento ou entre casais de mesmo sexo, apesar de continuar a manter uma atitude mais tradicional no que se refere à educação das crianças. 1

Segundo a reportagem, nos dias de hoje, setenta por cento dos britânicos não criticam as atividades sexuais antes do casamento. Já em 1984, a percentagem era de 48 por centro, segundo o relatório preparado pelo Centro Nacional de Investigação Social. Dois terços dos britânicos consideram que socialmente há poucas diferentes entre casamento e “viver junto”. Do total, 54 por cento acham que uma relação de casal sólida não implica forçosamente viver sob o mesmo teto e 69 por cento consideram que se pode viver uma vida feliz e realizada mantendo-se solteiro.

Pois é, infelizmente a banalização da sexualidade também tomou conta de boa parte dos arraiais evangélicos. A afirmação de que sexo antes do casamento é pecado, sempre foi defendido por praticamente todas as igrejas protestantes. Todavia, por fatores dos mais diversos, tais princípios não estão sendo obedecidos por mais da metade da juventude evangélica brasileira. É exatamente isso o que diz um extenso trabalho de pesquisa entre 1994 e 2000 realizado pelo Ministério Lar Cristão.

Num levantamento inédito, que ouviu mais de cinco mil rapazes e moças, membros de 22 diferentes denominações, o resultado veio ao encontro daquilo que se suspeitava há muito tempo, mas nunca tinha sido comprovado assim, na fria lógica dos números: Nada menos que 52% dos jovens evangélicos criados na igreja praticam o sexo pré-nupcial. Destes, a metade não fica numa única experiência e mantém vida sexual ativa com um ou mais parceiros. Segundo a pesquisa, a idade média da perda da virgindade é de 14 anos, para os garotos, e 16, para as moças, ou seja: para horror de pastores, pais e educadores, quando o assunto é sexualidade juvenil, a Igreja está se aproximando cada vez mais dos padrões liberais da sociedade moderna.

Caro leitor, como cristãos, não devemos nos curvar diante da imoralidade que tem destruído parte da sociedade brasileira. Como discípulos de Senhor, temos por missão anunciar a esta geração os princípios e pressupostos bíblicos. Ora, a Bíblia é bastante clara no sentido de mostrar que Deus criou o homem e a mulher para que se unissem em matrimônio se tornando uma só carne, abençoando o ato sexual, ordenando ao homem que se multiplicasse.

O sexo no matrimônio não é pecado, mas uma ordenança divina em seu projeto original. Entretanto, o homem, como tudo mais, deturpou este aspecto da criação de Deus. A idéia do sexo antes do casamento é leviana e irresponsável, pois parte do pressuposto de que pode existir uma união sem compromisso, o que obviamente nunca esteve nos planos de Deus.

Caro amigo, a impureza é um pecado sexual. Todos os atos impuros praticados entre casais não casados é obra da carne. Ouso afirmar que diante da avalanche devastadora que atualmente tenta transformar o sexo antes do casamento em um fato normal e aceitável, somos chamados pelo Senhor a vivermos a vida cristã de forma e irrepreensível, esperando com paciência o casamento para assim desfrutarmos desta maravilhosa bênção de Deus chamada sexo.

É licito o namoro entre o cristão e o não cristão?

namorando-no-bancoQual é o problema? Não tem nada demais. Eu posso evangelizá-lo e levá-lo para a igreja. Vai ver que essa é forma dele conhecer a Cristo!

É comum ouvirmos de nossos adolescentes e jovens frases como estas. Para muitos deles não existe o menor problema em namorar um não cristão. Entretanto, o que talvez eles desconheçam é o ensino bíblico de que não devemos nos colocar em jugo desigual com os incrédulos (2 Coríntios 6:14" href="/biblia-online/2-corintios/capitulo-6.html#v14" target="_blank">II Coríntios 6:14).

Para Calvino, o jugo desigual era nada menos que manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia. Em outras palavras isto significa estar ligado ao mesmo tempo, lado a lado na mesma canga. É a metáfora dos bois ou cavalos que têm de andar juntos, desfrutando das mesmas práticas, porque estão presos na mesma canga.

Caro leitor, escolher uma pessoa que compartilha da mesma fé e sonhos é fundamental a construção de um namoro equilibrado e saudável. Como escrevi na segunda parte deste estudo, o namoro deve ocorrer entre pessoas que estejam em igualdade de situações. O fato de existir discrepâncias espirituais pode proporcionar um seriíssimo problema relacional entre aqueles que se gostam.

Do ponto de visto bíblico o namoro entre não cristãos e cristãos é absolutamente desaconselhável. Paulo, ao escrever aos coríntios ordena que um cristão ao se casar, deve fazê-lo “somente no Senhor”. Obviamente isso proíbe o casamento com incrédulos e, portanto, namorá-los.

Vale a pena lembrar o que a Confissão de Fé de Westminster diz a respeito do casamento entre cristãos e não cristãos: “A todos os que são capazes de dar um consentimento ajuizado, é lícito casar, mas é dever dos cristãos casar somente no Senhor; portanto, os que professam a verdadeira religião reformada não devem casar-se com infiéis, papistas ou outros idólatras; nem os piedosos prender-se a jugo desigual por meio do casamento com os que são notoriamente ímpios em suas vidas, ou que mantêm heresias perniciosas”

Pensem nisso!

Soli Deo Gloria,

O Namoro Cristão

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1lz-Lb931M9FavhsjNNovsiD9nsQWn1iZNamoro Cristão

Na Bíblia não encontramos absolutamente nada sobre namoro, até porque, os costumes das nações antigas tratavam a relação entre homens e mulheres de forma completamente diferente dos nossos dias. Para inicio de conversa, eram os pais que definiam com quem seus filhos iriam contrair matrimônio. Junta-se a isso o fato de que tal decisão era inquestionável e irrevogável, cabendo aos filhos obedecer a determinação patriarcal.

Hoje os costumes são diferentes. Ao contrário do passado os pais já não possuem influência na decisão com quem seus filhos deverão casar. Na verdade, desde muito cedo os adolescentes são instigados pela sociedade a se relacionarem em namoro, desfrutando assim de uma relação independente e "livre" da influência familiar.

Em virtude da banalização das relações afetivas entre moças e rapazes, não são poucos os casos de adolescentes e jovens que se arrebentaram emocionalmente em uma relação errada. Ora, como já escrevi anteriormente não sou contra as relações de namoro que um jovem possa desenvolver com uma moça. Antes pelo contrário, acredito que relações afetivas entre um rapaz e sua namorada contribuem significativamente para o desenvolvimento de uma auto-estima saudável. Sou contra sim a banalização das relações, sou contra as “ficações” que contribuem para o adoecimento da alma de nossos adolescentes, sou contra o beijar por beijar!

Salomão em sua grande sabedoria afirmou: “Existe um tempo determinado para todas as coisas na vida”. Sim, isso mesmo, na vida existe momentos pra tudo! Há tempo de plantar e tempo de colher, há tempo para abraçar e deixar de abraçar, em outras palavras isso significa dizer que existe um tempo determinado por Deus para desfrutarmos de carinhos, afagos, abraços e beijos de alguém. Em contrapartida, isso significa dizer também que existem momentos na vida, que somos chamados a um momento de reclusão onde outros valores necessários a uma existência plenificada nos são trabalhados.

Caro leitor, creio que o período de namoro deve ser essencial a maturação dos que se gostam. Acredito também que deve ser um tempo de convivência diária, de conhecimento mútuo, além de iniciar um relacionamento mais próximo da família daquele que se relaciona. 

Pois é, como afirmei, a Bíblia não menciona absolutamente nada sobre namoro. Na realidade ela nem faz referência a isso. Entretanto, os princípios cristãos que devemos observar quando a santidade e relacionamento pessoal devem ser obedecidos integralmente.

Meu namoro é da vontade de Deus?

CasamentoVolta é e meia ouvimos dos casais enamorados dúvidas do tipo: será que o meu namoro é da vontade de Deus? Como posso ter certeza de que Deus está abençoando o meu relacionamento? Ou ainda, como saber se esta ou aquela pessoa é a que Deus separou para mim? A luz destes questionamentos desejo fornecer de forma prática e objetiva algumas dicas para se descobrir se o seu namoro é da vontade de Deus:

1- A Paz de Deus. As Escrituras afirmam que a paz deve ser o árbitro em nossos corações “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração” (Colossenses 3:15" href="/biblia-online/colossenses/capitulo-3.html#v15" target="_blank">Colossenses 3:15). O árbitro é aquele que resolve uma questão, que direciona, que mostra a verdade. Em outras palavras isto significa dizer que a paz de Cristo deve ser observada como um dos indicativos de que o relacionamento em questão é ou não da vontade de Deus. Assim, se o namoro rouba paz, ou leva a pessoa a ficar distante de Deus, trazendo ao coração inquietação ou perturbação, cuidado, é porque algo está errado. Vale a pena ressaltar que lutas, problemas e obstáculos sempre existirão. Todavia, se o relacionamento descaradamente lhe tem roubado a sua paz interior, como também a sua comunhão com Deus, seja isto talvez um grande indício que de o Senhor não está nesse relacionamento.

2- Minha família aprova? Um fator que deve ser observado é se a família aprova o namoro. Conheço inúmeros casos de namorados que enfrentaram seus pais e familiares e que tiveram problemas seriíssimos. Ora, por favor, pare e pense: Se a família não aprova o relacionamento agora quando não se tem tantos problemas, imagine depois de casado e com filhos. Isto posto, sou levado a acreditar que a opinião dos pais ou filhos devem ser levado em consideração.

3- E o meu pastor? O que tem a dizer? A pós-modernidade trouxe a baila um conceito que mais do que nunca tem norteado negativamente a nossa sociedade. É comum ouvirmos por aí: “A vida é minha, faço o que quero e não tenho que dar satisfação a absolutamente ninguém.” Infelizmente, em nome de uma independência burra e ensimesmada muitos casais começam a namorar sem ouvir a opinião de seus pastores e líderes. Ora, é claro que os pastores não podem e nem tampouco tem o direito de determinar se o namoro deve ou não acontecer, entretanto, não consultá-los e ouvi-los é um erro gravíssimo. Creio que os “apaixonados” ao decidirem compartilhar com o conselheiro ou pastor sobre a possibilidade de se namorar alguém, demonstra maturidade e disposição de se fazer a vontade de Deus.

4- Existe jugo desigual? O namoro e o casamento devem ocorrer entre pessoas que estejam em igualdade de situações. O fato de existir discrepâncias espirituais, sociais e culturais pode proporcionar um seriíssimo problema relacional entre aqueles que se gostam. Em um relacionamento onde uma pessoa possui escolaridade ou bagagem cultural bem maior do que a outra, a possibilidade de se vivenciar problemas é potencializado de forma substancial. Além disso, o jugo desigual pode caracterizar-se pela diferença de idade entre o casal. Em boa parte dos casos onde a diferença etária ultrapassa os quinze anos as chances de problemas são absurdamente significativas.

5- Existe afinidade mútua de valores e conceitos? Os que namoram precisam ter em comum os mesmos valores e conceitos. Na verdade, ambos precisam enxergar os padrões bíblicos de moral e decência de modo uniforme. Em outras palavras isto significa dizer que ambos necessitam estar dispostos a viver e relacionar-se um com o outro de forma pura e santa. 
Caro leitor, ao responder negativamente duas ou mais destas perguntas, acredito que você deva refletir se vale a pena desenvolver no coração expectativas de frutificação com aquele que tem se relacionado.

Lembre-se que que namoro é coisa séria e que tomar decisões erradas pode lhe trazer consequências funestas.

E o Sexo? Pode rolar?

NamorandoA AFP divulgou em janeiro de 2008 que a maioria dos britânicos já não desaprova as relações sexuais antes do casamento ou entre casais de mesmo sexo, apesar de continuar a manter uma atitude mais tradicional no que se refere à educação das crianças. 1

Segundo a reportagem, nos dias de hoje, setenta por cento dos britânicos não criticam as atividades sexuais antes do casamento. Já em 1984, a percentagem era de 48 por centro, segundo o relatório preparado pelo Centro Nacional de Investigação Social. Dois terços dos britânicos consideram que socialmente há poucas diferentes entre casamento e “viver junto”. Do total, 54 por cento acham que uma relação de casal sólida não implica forçosamente viver sob o mesmo teto e 69 por cento consideram que se pode viver uma vida feliz e realizada mantendo-se solteiro.

Pois é, infelizmente a banalização da sexualidade também tomou conta de boa parte dos arraiais evangélicos. A afirmação de que sexo antes do casamento é pecado, sempre foi defendido por praticamente todas as igrejas protestantes. Todavia, por fatores dos mais diversos, tais princípios não estão sendo obedecidos por mais da metade da juventude evangélica brasileira. É exatamente isso o que diz um extenso trabalho de pesquisa entre 1994 e 2000 realizado pelo Ministério Lar Cristão.

Num levantamento inédito, que ouviu mais de cinco mil rapazes e moças, membros de 22 diferentes denominações, o resultado veio ao encontro daquilo que se suspeitava há muito tempo, mas nunca tinha sido comprovado assim, na fria lógica dos números: Nada menos que 52% dos jovens evangélicos criados na igreja praticam o sexo pré-nupcial. Destes, a metade não fica numa única experiência e mantém vida sexual ativa com um ou mais parceiros. Segundo a pesquisa, a idade média da perda da virgindade é de 14 anos, para os garotos, e 16, para as moças, ou seja: para horror de pastores, pais e educadores, quando o assunto é sexualidade juvenil, a Igreja está se aproximando cada vez mais dos padrões liberais da sociedade moderna.

Caro leitor, como cristãos, não devemos nos curvar diante da imoralidade que tem destruído parte da sociedade brasileira. Como discípulos de Senhor, temos por missão anunciar a esta geração os princípios e pressupostos bíblicos. Ora, a Bíblia é bastante clara no sentido de mostrar que Deus criou o homem e a mulher para que se unissem em matrimônio se tornando uma só carne, abençoando o ato sexual, ordenando ao homem que se multiplicasse.

O sexo no matrimônio não é pecado, mas uma ordenança divina em seu projeto original. Entretanto, o homem, como tudo mais, deturpou este aspecto da criação de Deus. A idéia do sexo antes do casamento é leviana e irresponsável, pois parte do pressuposto de que pode existir uma união sem compromisso, o que obviamente nunca esteve nos planos de Deus.

Caro amigo, a impureza é um pecado sexual. Todos os atos impuros praticados entre casais não casados é obra da carne. Ouso afirmar que diante da avalanche devastadora que atualmente tenta transformar o sexo antes do casamento em um fato normal e aceitável, somos chamados pelo Senhor a vivermos a vida cristã de forma e irrepreensível, esperando com paciência o casamento para assim desfrutarmos desta maravilhosa bênção de Deus chamada sexo.

É licito o namoro entre o cristão e o não cristão?

namorando-no-bancoQual é o problema? Não tem nada demais. Eu posso evangelizá-lo e levá-lo para a igreja. Vai ver que essa é forma dele conhecer a Cristo!

É comum ouvirmos de nossos adolescentes e jovens frases como estas. Para muitos deles não existe o menor problema em namorar um não cristão. Entretanto, o que talvez eles desconheçam é o ensino bíblico de que não devemos nos colocar em jugo desigual com os incrédulos (2 Coríntios 6:14" href="/biblia-online/2-corintios/capitulo-6.html#v14" target="_blank">II Coríntios 6:14).

Para Calvino, o jugo desigual era nada menos que manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia. Em outras palavras isto significa estar ligado ao mesmo tempo, lado a lado na mesma canga. É a metáfora dos bois ou cavalos que têm de andar juntos, desfrutando das mesmas práticas, porque estão presos na mesma canga.

Caro leitor, escolher uma pessoa que compartilha da mesma fé e sonhos é fundamental a construção de um namoro equilibrado e saudável. Como escrevi na segunda parte deste estudo, o namoro deve ocorrer entre pessoas que estejam em igualdade de situações. O fato de existir discrepâncias espirituais pode proporcionar um seriíssimo problema relacional entre aqueles que se gostam.

Do ponto de visto bíblico o namoro entre não cristãos e cristãos é absolutamente desaconselhável. Paulo, ao escrever aos coríntios ordena que um cristão ao se casar, deve fazê-lo “somente no Senhor”. Obviamente isso proíbe o casamento com incrédulos e, portanto, namorá-los.

Vale a pena lembrar o que a Confissão de Fé de Westminster diz a respeito do casamento entre cristãos e não cristãos: “A todos os que são capazes de dar um consentimento ajuizado, é lícito casar, mas é dever dos cristãos casar somente no Senhor; portanto, os que professam a verdadeira religião reformada não devem casar-se com infiéis, papistas ou outros idólatras; nem os piedosos prender-se a jugo desigual por meio do casamento com os que são notoriamente ímpios em suas vidas, ou que mantêm heresias perniciosas”

Pensem nisso!

Soli Deo Gloria,

“Deus, minha segurança está em ti”. Está mesmo?

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1S0evS_8VTOpDIfWlMD9pOWdVendt8AGg

Ontem, depois de dizer “Pai, não há nenhum outro deus em quem eu confie além do Senhor”, parei minha oração no meio e me perguntei se aquilo era verdade mesmo.

Não adoro a outras divindades como as de religiões gregas, egípcias, africanas e nórdicas, nem atribuo características místicas ao sol, à lua, ao mar. Não peço para que nenhum santo interceda por mim, nem me agarro a objetos ou a costumes supersticiosos.

Mas vira e mexe parece que meu coração só vai deixar de ficar atribulado se eu tiver certeza de como será o futuro. Um constante desejo meu é o de poder espiar dois meses, dois anos, duas décadas lá na frente, e então poder ficar tranquila ao voltar pra hoje, sabendo como tudo vai desenrolar.

Isso é o contrário do que Deus pede que eu exerça em fé, o “firme fundamento das coisas que se esperam”. Isso é confiar nas coisas desse mundo e não em Deus. Jesus mesmo alerta: “Não busquem ansiosamente o que hão de comer ou beber; não se preocupem com isso. Pois o mundo pagão é que corre atrás dessas coisas; mas o Pai sabe que vocês precisam delas” (Lc 12:29,30).

Seja o que for que vá acontecer nesses dois meses, dois anos, duas décadas lá na frente, o que preciso é caminhar hoje e a cada dia depois desse realmente confiando apenas no Senhor. Ainda que eu faça planos, não é com eles que devo contar. E mesmo com o melhor dos planejamentos, ainda não sei como será o futuro, mas sei que Deus sabe do que preciso, em todas as áreas da vida.

Essas “coisas dessa terra” não são outro tipo de divindade idolatrada em um sistema religioso, mas deixo de glorificar a Deus quando coloco minha confiança nelas tanto quanto se minha esperança estivesse depositada em Baal, por exemplo.

Nosso orgulho e vaidade, nossa carreira e estabilidade financeira, nossos sentimentos, o sonho de uma família… tudo isso e muito mais pode se tornar, pegando emprestado o termo de Tim Keller, um deus falso, tomando o lugar de dependência e segurança que deve ser só de Deus em nossos corações.


“Observem como crescem os lírios. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, quanto mais vestirá vocês, homens de pequena fé!” (Lucas 12:27,28).

Sei que minha fé é pequena, ainda menor que um grão de mostarda. Mas que, mesmo nessa pequenez, ela esteja firmada somente em Deus. E se a cada dia eu me lembrar de que “não sei como será o futuro, mas sei que Deus sabe do que preciso”, talvez ela cresça um pouquinho.

“Deus, minha segurança está em ti”. Está mesmo?

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1S0evS_8VTOpDIfWlMD9pOWdVendt8AGg

Ontem, depois de dizer “Pai, não há nenhum outro deus em quem eu confie além do Senhor”, parei minha oração no meio e me perguntei se aquilo era verdade mesmo.

Não adoro a outras divindades como as de religiões gregas, egípcias, africanas e nórdicas, nem atribuo características místicas ao sol, à lua, ao mar. Não peço para que nenhum santo interceda por mim, nem me agarro a objetos ou a costumes supersticiosos.

Mas vira e mexe parece que meu coração só vai deixar de ficar atribulado se eu tiver certeza de como será o futuro. Um constante desejo meu é o de poder espiar dois meses, dois anos, duas décadas lá na frente, e então poder ficar tranquila ao voltar pra hoje, sabendo como tudo vai desenrolar.

Isso é o contrário do que Deus pede que eu exerça em fé, o “firme fundamento das coisas que se esperam”. Isso é confiar nas coisas desse mundo e não em Deus. Jesus mesmo alerta: “Não busquem ansiosamente o que hão de comer ou beber; não se preocupem com isso. Pois o mundo pagão é que corre atrás dessas coisas; mas o Pai sabe que vocês precisam delas” (Lc 12:29,30).

Seja o que for que vá acontecer nesses dois meses, dois anos, duas décadas lá na frente, o que preciso é caminhar hoje e a cada dia depois desse realmente confiando apenas no Senhor. Ainda que eu faça planos, não é com eles que devo contar. E mesmo com o melhor dos planejamentos, ainda não sei como será o futuro, mas sei que Deus sabe do que preciso, em todas as áreas da vida.

Essas “coisas dessa terra” não são outro tipo de divindade idolatrada em um sistema religioso, mas deixo de glorificar a Deus quando coloco minha confiança nelas tanto quanto se minha esperança estivesse depositada em Baal, por exemplo.

Nosso orgulho e vaidade, nossa carreira e estabilidade financeira, nossos sentimentos, o sonho de uma família… tudo isso e muito mais pode se tornar, pegando emprestado o termo de Tim Keller, um deus falso, tomando o lugar de dependência e segurança que deve ser só de Deus em nossos corações.


“Observem como crescem os lírios. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, quanto mais vestirá vocês, homens de pequena fé!” (Lucas 12:27,28).

Sei que minha fé é pequena, ainda menor que um grão de mostarda. Mas que, mesmo nessa pequenez, ela esteja firmada somente em Deus. E se a cada dia eu me lembrar de que “não sei como será o futuro, mas sei que Deus sabe do que preciso”, talvez ela cresça um pouquinho.