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8 coisas que uma grávida realmente quer de Natal




1. Esmaltes mágicos que pintam as unhas dos pés sozinhos


Claro que você pode ir à pedicure ou escalar seu parceiro para pintar suas unhas para você, mas até dar só uma cortadinha parece trabalho demais para quem está gerando um ser humaninho. Fora que algumas grávidas não gostam de pedicures, já que têm a sensação de que ficar sentada por tanto tempo faz os pés incharem ainda mais. Por isso, bom mesmo seria ter um vidrinho de esmalte que, quando aberto, pinta as unhas lindamente, a la ratinhos ajudantes da Cinderela. É pedir muito?


2. Certeza de que a bolsa não vai estourar em um momento inapropriado


Imagine inundar o corredor do supermercado durante a compra semanal de chocolate? Seria maravilhoso não precisar carregar uma toalha para cima e para baixo, porque vai que, né?


3. Usar chinelos o tempo todo


Porque:


1º eles são confortáveis.


2º você não precisa abaixar para vesti-los.


4. Bexiga com capacidade infinita de litros


Pense como seria incrível não deixar escapar um xixizinho em cada espirro, pulo, gargalhada. Fora que, em alguns momentos da gravidez, nem vale a pena levantar do vaso. E durante a madrugada, então? A urgência é tanta para se sentar na privada e saírem cinco pingos. #papainoelfocanabexiga


5. Cabelo da gravidez para sempre


Durante aqueles nove meses, não cai um fio de cabelo, eles ficam cheios, brilhantes e, pelo menos com isso, não é preciso se preocupar. Depois do parto, a coisa muda de figura. A sensação é de que a calvície está perto. Que bom seria manter a casa sem centenas de fios de cabelo no chão?


6. Seios de grávida para sempre


Dá até dó dos maridos admirando os seios de suas esposas grávidas ou quando estão amamentando. A vontade é de avisar para aproveitar enquanto duram, porque assim que a mamãe tiver uma história de amamentação de sucesso para contar, o peito murcha mais rápido do que se imagina.


7. Mimos da gravidez para sempre


Durante a gravidez, não é preciso nem pedir. Basta estender a mão que já aparece um copo d’água. As pessoas dão lugares nas filas para se sentar. Oferecem sorrisos carinhosos ao cruzar na rua com você. Carregar peso? Jamais. Tudo bem, para sempre é muito tempo, mas por um ano será que não dá para manter o mimo? Assim que o bebê nasce, ninguém se lembra da pobre mãe. Papai Noel podia emprestar um elfo para quebrar um galho.


8. Respostas automáticas para pessoas sem noção


Uma pessoa rude te insulta. Não seria ótimo apenas apertar um botão e uma gravação com a resposta perfeita saísse em alto e bom som? Nesse dispositivo haveria opções de resposta para perguntas como: “Você tem certeza que não são gêmeos?”, “Uau! Você está prestes a explodir!”. “Minha irmã/tia/sobrinha-neta está grávida do mesmo tempo que você e a barriga dela não está nem de longe assim grande!” e, para finalizar “Você sabe o que causa isso, né?”.


(Imagem: Getty Images)

8 coisas que uma grávida realmente quer de Natal

1. Esmaltes mágicos que pintam as unhas dos pés sozinhos
Claro que você pode ir à pedicure ou escalar seu parceiro para pintar suas unhas para você, mas até dar só uma cortadinha parece trabalho demais para quem está gerando um ser humaninho. Fora que algumas grávidas não gostam de pedicures, já que têm a sensação de que ficar sentada por tanto tempo faz os pés incharem ainda mais. Por isso, bom mesmo seria ter um vidrinho de esmalte que, quando aberto, pinta as unhas lindamente, a la ratinhos ajudantes da Cinderela. É pedir muito?
2. Certeza de que a bolsa não vai estourar em um momento inapropriado
Imagine inundar o corredor do supermercado durante a compra semanal de chocolate? Seria maravilhoso não precisar carregar uma toalha para cima e para baixo, porque vai que, né?
3. Usar chinelos o tempo todo
Porque:
1º eles são confortáveis.
2º você não precisa abaixar para vesti-los.
4. Bexiga com capacidade infinita de litros
Pense como seria incrível não deixar escapar um xixizinho em cada espirro, pulo, gargalhada. Fora que, em alguns momentos da gravidez, nem vale a pena levantar do vaso. E durante a madrugada, então? A urgência é tanta para se sentar na privada e saírem cinco pingos. #papainoelfocanabexiga
5. Cabelo da gravidez para sempre
Durante aqueles nove meses, não cai um fio de cabelo, eles ficam cheios, brilhantes e, pelo menos com isso, não é preciso se preocupar. Depois do parto, a coisa muda de figura. A sensação é de que a calvície está perto. Que bom seria manter a casa sem centenas de fios de cabelo no chão?
6. Seios de grávida para sempre
Dá até dó dos maridos admirando os seios de suas esposas grávidas ou quando estão amamentando. A vontade é de avisar para aproveitar enquanto duram, porque assim que a mamãe tiver uma história de amamentação de sucesso para contar, o peito murcha mais rápido do que se imagina.
7. Mimos da gravidez para sempre
Durante a gravidez, não é preciso nem pedir. Basta estender a mão que já aparece um copo d’água. As pessoas dão lugares nas filas para se sentar. Oferecem sorrisos carinhosos ao cruzar na rua com você. Carregar peso? Jamais. Tudo bem, para sempre é muito tempo, mas por um ano será que não dá para manter o mimo? Assim que o bebê nasce, ninguém se lembra da pobre mãe. Papai Noel podia emprestar um elfo para quebrar um galho.
8. Respostas automáticas para pessoas sem noção
Uma pessoa rude te insulta. Não seria ótimo apenas apertar um botão e uma gravação com a resposta perfeita saísse em alto e bom som? Nesse dispositivo haveria opções de resposta para perguntas como: “Você tem certeza que não são gêmeos?”, “Uau! Você está prestes a explodir!”. “Minha irmã/tia/sobrinha-neta está grávida do mesmo tempo que você e a barriga dela não está nem de longe assim grande!” e, para finalizar “Você sabe o que causa isso, né?”.
(Imagem: Getty Images)

Por dentro dos cursos para gestantes

É natural que a chegada de um filho, junto com muitas alegrias e comemorações, traga algumas apreensões aos pais, sejam eles de primeira, segunda ou de muitas outras viagens.

Dúvidas que vão desde “como segurar o bebê?” a “como mantê-lo livre de doenças?” ficam pulando na cabeça das mulheres – e exigindo respostas. Por isso, muitas delas optam por participar de cursos de gestantes, a fim de se preparar melhor para o momento.

Orientadora de cursos para gestantes há 35 anos, com experiência de 4.330 partos normais realizados, a obstetriz Maria Augusta de Freitas, do Hospital Pró-Matre Paulista, sabe que a gestação é um período grandioso, mas cercado por muitas dúvidas e ansiedade.

“Apesar de ser um processo fisiológico, a mulher, de uma maneira geral, não se sente preparada para o parto, e preocupa-se com a volta para casa com o bebê sob sua responsabilidade”, diz.

De acordo com ela, as três maiores preocupações são:

  1. o parto
  2. não ser capaz de amamentar
  3. não saber como cuidar do bebê

Para responder essas e outras questões é que foram pensados alguns cursos específicos para os futuros papais, geralmente conhecidos como cursos para gestantes.

Nesses encontros, orientar e fortalecer a capacidade de gestar, dar à luz e cuidar do próprio filho(a) são os grandes objetivos.

Temas abordados

De uma forma geral, os cursos tratam de assuntos que permeiam todo o final da gestação: quando ir para a maternidade, o trabalho e os tipos de parto, a amamentação, cuidados com o recém-nascido em casa e a participação do pai em todo o processo.

Os cursos não são longos – geralmente acontecem em um fim de semana – e são conduzidos por obstetras, enfermeiros e pediatras, nos próprios hospitais. Mas cada curso tem uma duraçao específica e é interessante pesquisar bastante para ver qual se adequa mais a você e ao seu ritmo!

Uma boa época para participar do encontro é por volta do quinto ou sexto mês de gravidez, período em que as dúvidas começam a aparecer com maior intensidade.

As experiências das mães

Foi pensando em ter uma “experiência completa” que a administradora Mariana Gonçalves Nakayma, 30 anos, mãe do Davi, de 9 meses, optou por um curso. “O Davi é meu primeiro filho e quando a gente tem uma gestação muito desejada, quer fazer tudo!”, comenta.

Para ela, nessa nova fase, tudo é válido. “Curso, livro, blog, revista… tudo! Fiz (o curso de gestante) para curtir a fase, trocar experiências, receber dicas e também me divertir”, comenta.

Mariana avalia que a experiência foi superválida, ainda que tenha pesquisado e aprendido bastante antes do encontro, que realizou no sétimo mês de gestação.

“Sempre descobrimos informações bem interessantes sobre o parto e anestesia, dermatites de recém-nascido, os primeiros dias em casa, dicas de banho e até a melhor forma de segurar um xampu. São dicas que, na hora do aperto, fazem a diferença!”, afirma.

A abordagem sobre amamentação foi um capítulo à parte. “Eles reforçam muito a importância do aleitamento e eu fiz de tudo para amamentar meu filho até os 6 meses – e consegui!”, relembra, feliz.

A advogada Tatiana Barbosa, 37 anos, mãe da Ana, de 10 meses, procurou um curso de gestante porque gostaria de ter alguma noção básica de como cuidar de um recém-nascido.

Acabou aprendendo técnicas de relaxamento, como dar banho, trocar fralda, como amamentar, como verificar se o bebê está com frio ou calor, entre outras questões.

“As palestras foram muito esclarecedoras. Por exemplo, o neonatologista explicou todo o procedimento que é feito com o bebê assim que é retirado do útero, quais profissionais estariam presentes na hora do parto. Isso deu um grande alívio”, comenta.

Tatiana também recomenda fortemente que outras gestantes façam o curso. “A chegada de um bebê é muito impactante, dá uma sensação enorme de impotência. O curso pode não solucionar todos os problemas, mas dá um norte”, garante.

O que procurar

A obstetriz Maria Augusta recomenda que, ao buscar um curso, as gestantes estejam atentas à formação dos profissionais que vão ministrá-lo, procurando pessoas da área, com formação pertinente aos assuntos desenvolvidos.

“Todos os tópicos são importantes para que a mulher e seu companheiro saiam dessa experiência fortalecidos e acreditando em suas capacidades naturais de serem mãe e pai”, resssalta.

A participação do futuro papai no curso, aliás, também é importantíssima, segundo Maria Augusta. “Além de fazer com que a mãe se sinta mais segura, ele pode dividir com ela as responsabilidades, desde a escolha da maternidade, até a decisão da volta para o trabalho”, ilustra.

Para Mariana, a participação do marido, o também administrador Santiago Correia Nakayama, de 29 anos, foi o ponto alto do negócio.

“Mãe é mãe e, fazendo curso ou não, você vai cuidar do seu filho por puro instinto. Mas o pai demora um pouco mais para entender a paternidade. Eu acho que o curso é fundamental para eles entrarem nesse universo, ouvirem coisas que jamais ouviram, entenderem o parto, o pós-parto, a amamentação, o banho, a saúde emocional da mãe, a depressão pós-parto, ou seja, coisas que podem ou que vão acontecer com um recém-nascido”, exemplifica.

Vale fazer de novo?

Para as mamães e papais que já fizeram o curso e esperam um novo bebê, é bom repetir a dose somente se o primeiro parto aconteceu há muitos anos, se souberem de alguma condição especial do feto que inspire cuidados específicos ou, ainda, se estiverem num segundo casamento e para um dos dois se trata do primeiro filho.

Mesmo depois de fazer o curso, caso a gestante ainda não se sinta ainda preparada para o parto, Maria Augusta recomenda que ela aproveite o pré-natal para esclarecer dúvidas. “A confiança no profissional é importante e fará com que ela se sinta mais preparada”, lembra.

“Conforta, alivia, você ri, você chora e você percebe que não está só, que não é a única naquela situação, que está todo mundo pensando a mesma coisa!”, acrescenta Mariana.

Mas depois de tantos ensinamentos, tem alguma aprendizagem que o curso não pode promover? “Aprender a ser mãe, jamais... Só tendo um filho mesmo!”, brinca Mariana, aos risos.

Por dentro dos cursos para gestantes

Dúvidas que vão desde “como segurar o bebê?” a “como mantê-lo livre de doenças?” ficam pulando na cabeça das mulheres – e exigindo respostas. Por isso, muitas delas optam por participar de cursos de gestantes, a fim de se preparar melhor para o momento.

Orientadora de cursos para gestantes há 35 anos, com experiência de 4.330 partos normais realizados, a obstetriz Maria Augusta de Freitas, do Hospital Pró-Matre Paulista, sabe que a gestação é um período grandioso, mas cercado por muitas dúvidas e ansiedade.

“Apesar de ser um processo fisiológico, a mulher, de uma maneira geral, não se sente preparada para o parto, e preocupa-se com a volta para casa com o bebê sob sua responsabilidade”, diz.

De acordo com ela, as três maiores preocupações são:

  1. o parto
  2. não ser capaz de amamentar
  3. não saber como cuidar do bebê

 

Para responder essas e outras questões é que foram pensados alguns cursos específicos para os futuros papais, geralmente conhecidos como cursos para gestantes.

Nesses encontros, orientar e fortalecer a capacidade de gestar, dar à luz e cuidar do próprio filho(a) são os grandes objetivos.

Temas abordados

De uma forma geral, os cursos tratam de assuntos que permeiam todo o final da gestação: quando ir para a maternidade, o trabalho e os tipos de parto, a amamentação, cuidados com o recém-nascido em casa e a participação do pai em todo o processo.

Os cursos não são longos – geralmente acontecem em um fim de semana – e são conduzidos por obstetras, enfermeiros e pediatras, nos próprios hospitais. Mas cada curso tem uma duraçao específica e é interessante pesquisar bastante para ver qual se adequa mais a você e ao seu ritmo!

Uma boa época para participar do encontro é por volta do quinto ou sexto mês de gravidez, período em que as dúvidas começam a aparecer com maior intensidade.

As experiências das mães

Foi pensando em ter uma “experiência completa” que a administradora Mariana Gonçalves Nakayma, 30 anos, mãe do Davi, de 9 meses, optou por um curso. “O Davi é meu primeiro filho e quando a gente tem uma gestação muito desejada, quer fazer tudo!”, comenta.

Para ela, nessa nova fase, tudo é válido. “Curso, livro, blog, revista… tudo! Fiz (o curso de gestante) para curtir a fase, trocar experiências, receber dicas e também me divertir”, comenta.

Mariana avalia que a experiência foi superválida, ainda que tenha pesquisado e aprendido bastante antes do encontro, que realizou no sétimo mês de gestação.

“Sempre descobrimos informações bem interessantes sobre o parto e anestesia, dermatites de recém-nascido, os primeiros dias em casa, dicas de banho e até a melhor forma de segurar um xampu. São dicas que, na hora do aperto, fazem a diferença!”, afirma.

A abordagem sobre amamentação foi um capítulo à parte. “Eles reforçam muito a importância do aleitamento e eu fiz de tudo para amamentar meu filho até os 6 meses – e consegui!”, relembra, feliz.

A advogada Tatiana Barbosa, 37 anos, mãe da Ana, de 10 meses, procurou um curso de gestante porque gostaria de ter alguma noção básica de como cuidar de um recém-nascido.

Acabou aprendendo técnicas de relaxamento, como dar banho, trocar fralda, como amamentar, como verificar se o bebê está com frio ou calor, entre outras questões.

“As palestras foram muito esclarecedoras. Por exemplo, o neonatologista explicou todo o procedimento que é feito com o bebê assim que é retirado do útero, quais profissionais estariam presentes na hora do parto. Isso deu um grande alívio”, comenta.

Tatiana também recomenda fortemente que outras gestantes façam o curso. “A chegada de um bebê é muito impactante, dá uma sensação enorme de impotência. O curso pode não solucionar todos os problemas, mas dá um norte”, garante.

O que procurar

A obstetriz Maria Augusta recomenda que, ao buscar um curso, as gestantes estejam atentas à formação dos profissionais que vão ministrá-lo, procurando pessoas da área, com formação pertinente aos assuntos desenvolvidos.

“Todos os tópicos são importantes para que a mulher e seu companheiro saiam dessa experiência fortalecidos e acreditando em suas capacidades naturais de serem mãe e pai”, resssalta.

A participação do futuro papai no curso, aliás, também é importantíssima, segundo Maria Augusta. “Além de fazer com que a mãe se sinta mais segura, ele pode dividir com ela as responsabilidades, desde a escolha da maternidade, até a decisão da volta para o trabalho”, ilustra.

Para Mariana, a participação do marido, o também administrador Santiago Correia Nakayama, de 29 anos, foi o ponto alto do negócio.

“Mãe é mãe e, fazendo curso ou não, você vai cuidar do seu filho por puro instinto. Mas o pai demora um pouco mais para entender a paternidade. Eu acho que o curso é fundamental para eles entrarem nesse universo, ouvirem coisas que jamais ouviram, entenderem o parto, o pós-parto, a amamentação, o banho, a saúde emocional da mãe, a depressão pós-parto, ou seja, coisas que podem ou que vão acontecer com um recém-nascido”, exemplifica.

Vale fazer de novo?

Para as mamães e papais que já fizeram o curso e esperam um novo bebê, é bom repetir a dose somente se o primeiro parto aconteceu há muitos anos, se souberem de alguma condição especial do feto que inspire cuidados específicos ou, ainda, se estiverem num segundo casamento e para um dos dois se trata do primeiro filho.

Mesmo depois de fazer o curso, caso a gestante ainda não se sinta ainda preparada para o parto, Maria Augusta recomenda que ela aproveite o pré-natal para esclarecer dúvidas. “A confiança no profissional é importante e fará com que ela se sinta mais preparada”, lembra.

“Conforta, alivia, você ri, você chora e você percebe que não está só, que não é a única naquela situação, que está todo mundo pensando a mesma coisa!”, acrescenta Mariana.

Mas depois de tantos ensinamentos, tem alguma aprendizagem que o curso não pode promover? “Aprender a ser mãe, jamais... Só tendo um filho mesmo!”, brinca Mariana, aos risos.

(Foto: Getty Images)