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Por que perdoar quem me fez mal?

 


Uma das etapas essenciais no nosso processo de transformação em pessoas semelhantes a Cristo é aprender a perdoar o próximo. Jesus nos convida a conhecer e a viver o seu amor, e uma das características desse amor é a capacidade de perdoar. Na nossa vida iremos, inevitavelmente, falhar com as pessoas e as pessoas irão falhar conosco. Porém, quando o dano causado a nós é muito grande, a dor, a mágoa e a raiva nos impedem de perdoar. Não é difícil encontrarmos casos de pessoas que foram feridas e viveram o resto da vida com rancor, muitas vezes entre pessoas da própria família. O perdão é algo essencial para nossa vida com Deus. Nos próximos parágrafos vamos entender um pouco mais sobre o processo do perdão.

O perdão que recebemos

O pecado afastou o homem  de Deus e causou um dano tão grande que a consequência é a morte. Mas Deus na sua infinita misericórdia nos abriu um novo e vivo caminho para Ele através da obra de Jesus na Cruz.

  • “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” Romanos 5.12 (NVI)
  • “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16 (NVI)

A partir do momento que cremos, nos arrependemos, e recebemos Jesus como nosso Senhor e salvador, nossos pecados são perdoados. E mesmo que, eventualmente, venhamos a cair, se houver arrependimento e confissão, Deus nos concede perdão.

  • “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” 1 João 1.9 (NVI)
  • “Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados.” Atos 3.19 (NVI)

Pedir perdão ao próximo

Na sua obra, Deus nos concedeu o perdão e ordena que nos arrependamos dos nossos erros. Sem arrependimento não há perdão. Além disso, o ato de se arrepender é uma decisão seguida de uma ação, é uma mudança de pensamento e direção. Essa ação muitas vezes envolve reconciliar-nos com o nosso próximo, pedindo perdão por algo que fizemos que o tenha prejudicado de alguma forma.

Eu me arrependi e pedi perdão para Deus, preciso pedir perdão para a pessoa ferida pelo meu pecado?

Sim, é um mandamento!

  • “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta.” Mateus 5.23-24 (NVI)

Mesmo tendo recebido o perdão de Deus, os nossos pecados geram consequências maiores ou menores, de diferentes gravidades. Dentre essas consequências está a ação de corrigir ou nos responsabilizarmos pelo nosso erro. Assim, uma vez que prejudicou alguém, você precisa deixar o orgulho de lado, reconhecer o erro e perdir perdão. Nas suas orações, peça luz para que o Espírito Santo, lembre a você dos seus erros e para quem você precisa pedir perdão. Deixe que Ele seja o seu guia.

O pedido de perdão deve ser bem específico, não seja genérico, confesse e reconheça o erro exato. Evite ficar dando justificativas. Você pode explicar a situação, mas não minimizar a gravidade, ou pior, transferir a culpa do erro para outra pessoa. Esse é um processo doloroso, mas que gera crescimento espiritual e maturidade.

E se a pessoa não me perdoar?

O seu pedido de perdão é um sinal do arrependimento e diante de Deus você estará perdoado. É um processo unilateral. Assim, negar o perdão só trará prejuízo a pessoa que não perdoou, pois quem se arrependeu e pediu perdão a Deus e ao próximo estará livre da culpa e do pecado cometido.

Por que perdoar o próximo?

Esse é o principal tema desse texto. Em muitas situações, é mais difícil do que pedir perdão e conceder o perdão. A ação de uma pessoa contra nós pode gerar tanta dor e sofrimento, que, aos olhos humanos, é impossível perdoar. Porém, precisamos entender que  perdoar é um requisito fundamental para alcançarmos o perdão de Deus. Se nós não perdoamos, Deus também não irá nos perdoar.

  • Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas.” Mateus 6.14-15 (NVI)
  • “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.” Mateus 6.12 (NVI) – (Parte da conhecida “oração do Pai nosso”)

Guardar rancor e negar o perdão a alguém que se arrependeu é algo muito sério. Perceba, que você permanecerá em pecado e afastado de Deus enquanto reter o perdão. Um pequeno espaço de tempo longe da comunhão com Deus pode ser devastador para sua vida espiritual.

  • “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá.!” Isaías 59.2 (NVI)
  • “Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado.” Tiago 4.17 (NVI)

Isso parece duro. Como assim? sou obrigado a perdoar?

Esse sentimento de obrigação é um sinal de que não entendemos o tamanho da obra que Jesus realizou na cruz. Precisamos entender o preço que foi pago para que recebêssemos o perdão de Deus. Não foi um processo simples onde Deus desconsiderou nossos pecados e nos fez inocentes. Na verdade fomos julgados e condenados pelo nosso pecado. Havia um preço a ser pago, algo que nós não teríamos condições de pagar. A palavra diz que estávamos mortos, mas pela obra de Cristo fomos vivificados.

  • “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou juntamente com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz.” Colossenses 2.13-14 (NVI)

Na parábola do credor incompassivo descrita no evangelho de Mateus, Jesus dá-nos uma noção do tamanho da nossa dívida com Deus:

  • “Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos. Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia uma enorme quantidade de prata (dez mil talentos, na tradução ARA ou 60 milhões de moedas na NVT). Como não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida. O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Pague-me o que me deve!’ Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei’. Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. Então o senhor chamou o servo e disse: ‘Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?’ Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão.” Mateus 18.23-35 (NVI)

Para dar uma dimensão da dívida do primeiro servo para com o Rei, naquela época dez mil talentos representavam, aproximadamente, 165 mil anos de trabalho, ou seja, uma dívida impagável. A dívida do conservo eram apenas 100 denários, que representavam 100 dias de trabalho. Assim como as dívidas dos servos com seus senhores eram incomparáveis, a nossa dívida para com Deus era impagável. Nós não pecamos contra uma pessoa, mas contra o criador do universo. Não se trata do que o pecado representa para nós, que somos falhos, mas do que representa para Deus, um ser santo e perfeito.

  • “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6.23 (NVI)

A punição pelo nosso pecado era não só a morte, mas passar a eternidade sem Deus. Por isso o preço pago por Jesus foi tão alto! Essa dívida não poderia ser paga com prata, ouro, ou pedras preciosas, mas somente com o sangue de alguém Santo. Foi então que Jesus tomou nosso lugar e pagou pelos nossos pecados. Aquele que nos perdoou ofereceu sua própria vida como pagamento.

  • “Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver que lhes foi transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito, conhecido antes da criação do mundo, revelado nestes últimos tempos em favor de vocês.” 1 Pedro 1.18-20 (NVI)

O nosso dever hoje como filhos e servos de Deus é perdoar. Não será uma escolha fácil, mas movidos pela gratidão e amor por Jesus, temos que crer que o nosso Deus é sábio e justo. Assim, devemos deixar a justiça com aquele que julgará todas as coisas com sua perfeita justiça Romanos 12.18-21.

“Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados.” Lucas 6.37 (NVI)

O que é perdoar?

Nós tínhamos uma dívida impagável com Deus, mas, no momento em que Deus nos concede perdão através do arrependimento, confissão e entrega da nossa vida a Jesus Cristo, Ele assumiu essa dívida. Assim, perdoar não é somente desconsiderar uma dívida, mas assumi-la. Ao assumir a dívida pagamos um preço. O preço que Jesus pagou, foi ser escarnecido, humilhado, torturado e morto, tudo isso por amor a você!

  • “Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados”. Isaías 53.5 (NVI)

Podemos pensar que no nosso natural é quase impossível conseguir perdoar alguém, isso é verdade. Mas temos a vida de Deus em nós, e a Sua vida nos capacita a perdoar qualquer tipo de erro. No versículo 21 de Mateus 18, Pedro pergunta a Jesus:

quantas vezes eu devo perdoar meu irmão? Sete vezes?

Jesus respondeu:

Não sete vezes, mas setenta vezes sete.

Pedro, na sua humanidade achava que perdoar 7 vezes era suficiente, porém Jesus responde “setenta vezes sete”. Isso não quer dizer que devemos perdoar 490 vezes, mas que quando o assunto é perdão, não existe limite. Devemos perdoar sempre, assim como Deus sempre nos perdoa quando há arrependimento.

Sabe essa pessoa que te ofendeu? Ela pecou e o maior ofendido pelo pecado foi Deus, e a partir do arrependimento dessa pessoa Ele decidiu perdoar. Quem somos nós para não liberar perdão?

Perceba que perdoar e amar ao próximo não é algo que fazemos apenas pela pessoa, mas porque Cristo nos amou primeiro. Cristo não esperou que todos se arrependessem para morrer por nós. Ele morreu para que possamos nos arrepender e ser perdoados. Assim, você ama e perdoa olhando para Cristo. Não espere que o perdão venha por merecimento, mas sim por um ato de compaixão e benignidade. A única forma de amar as pessoas, é se você não estiver olhando para ela, mas para Cristo.

  • “Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” Romanos 5.8 (NVI)
  • “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus”. Filipenses 2.5 (NVI)

Perceba que perdoar é uma decisão, você não precisa estar com vontade de perdoar, mas precisa escolher perdoar. Você não vai, necessariamente, esquecer do que aconteceu, mas ao escolher perdoar, você trata uma ferida. Esse processo causa dor e pode deixar marcas, mas com o tempo você será curado e não haverá mais dor. No processo do perdão sempre haverá algum tipo de restauração, uma amizade, uma comunhão, o respeito e muitas vezes o amor podem ser renovados através do perdão.

Próximos passos

Eu espero que a luz do Senhor possa dar entendimento a você sobre a importância de perdoar o próximo. Quando entendemos o preço pago por Jesus e o tamanho do seu amor, nosso coração deve se mover em direção a perdoar assim como ele nos perdoou. Diante disso, seguem algumas atitudes práticas:

  • Vá para o seu quarto, feche a porta e ore! Peça luz ao Senhor para que o Espírito Santo lhe mostre se existe alguma mágoa no seu coração, peça forças para que o perdão possa ser liberado.
  • Caso alguma vez você tenha negado perdão há a alguém, esse é o momento de restaurar algo que foi danificado. Entre em contato com essa pessoa e diga que você a perdoa. Se houve arrependimento, o coração dela se encherá de alegria e paz.
  • Fale para outras pessoas do amor e do perdão que Deus pode conceder através da obra de Jesus na cruz. Pregue a reconciliação entre as pessoas.

“Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção. Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo.” Efesios 4.28-32 (NVI)

Histórias para continuar (ou começar a) acreditar no amor neste Dia dos Namorados

Dia dos Namorados aí e o clima de romance está no ar. É o momento perfeito para celebrar o amor e comemorar a felicidade ao lado da pessoa amada.

Algumas relações, aliás, trazem uma carga de romantismo extra e, ano após ano, seguem firmes e fortes, baseadas na cumplicidade e nas realizações conquistadas pelos parceiros.

Para aquecer o coração dos românticos incorrigíveis, trazemos três histórias de casais que encontraram o amor das suas vidas.

Eles estão juntos há muitos anos, mas não perderam o frescor e o frio na barriga da paixão. O exemplo deles talvez abale um pouco até a estrutura dos durões que não acreditam em amor para a vida inteira.

Quer saber os segredos por trás de tantas décadas de amor?

Segredo número 1: por mais que a família cresça, nunca deixar de ser um casal

Ela tinha 11 anos; ele, 13. Um dia, ela estava em casa e ele chegou vendendo algodão-doce para os irmãos dela. O papo pode até ter sido de criança, mas o amor... Ah! Esse foi à primeira vista. Hoje com 77 e 79 anos, Dona Anita e seu Dito não se largaram mais e comemoram no ano que vem 60 anos de um casamento lindo, que nunca deixou de ser namoro.

“Nós não brigamos. Só de olhar, já sabemos o que o outro quer. Somos melhores amigos e ficamos até doentes juntos. Nem dentro de casa podemos nos perder. Onde um vai, o outro vai atrás”, conta Dona Anita, sorridente e bem-humorada, virando para seu Dito a cada fim de frase para buscar a confirmação que sempre vem.

O casal formou uma família grande e muito unida – são 7 filhos, 23 netos e 17 bisnetos  –, mas até hoje gosta de dar uma escapadinha para curtir seus momentos a dois. Eles viajam duas vezes por ano, vão muito à praia e a última viagem foi de avião para o Peru.

Questionada sobre o segredo de tanto amor, Dona Anita não titubeia: “Cumplicidade e muita paciência. Hoje o conceito de namoro está muito falho. Se não der certo, as pessoas simplesmente se largam. A vida é uma só. É a gente que escolhe ficar brigando ou não”.

Segredo número 2: cuidar das pequenas coisas

O romantismo na história de Magali e Wilson, casados há 34 anos, pais de 3 filhos e avós de 1 neto, já ficou evidente antes mesmo de ela começar a entrevista. Magali pediu que o casal fosse identificado neste texto pelo apelido romântico que compartilham: Shisho e Shisha.

“Quando ainda namorávamos, eu era vizinha de uma menininha de uns 3 anos, que não conseguia pronunciar o nome Wilson e acabava dizendo ‘Ishooo’ para chamá-lo. Depois disso, o avô dela, que era muito nosso amigo, toda vez que nos via, dizia: ‘Lá vem o Shisho e a Shisha’. Naturalmente isso foi ficando e hoje somos os Shis. Nunca ouço ele me chamar de Magali”, conta.

Então, está bem! Antes de serem Shisha e Shisho, o casal se conheceu na empresa em que ambos trabalhavam. “Desde o início, ficou claro que nascemos um para o outro. Depois de muita paquera e paciência da minha parte, começamos a namorar”, relembra, bem-humorada. Foram 5 anos de namoro até o casamento, mas, mesmo com a evolução do relacionamento, o carinho não acabou.

“Andamos de mãos dadas, comemoramos datas especiais e trocamos mensagens românticas pelo WhatsApp. Para saber como somos, e só ouvir a música ‘O grude’, do Roberto Carlos”, conta Magali. Para ela, o segredo do amor está nas pequenas coisas.

“Em um dia em que eu estava triste, disse para ele que estava com vontade de comer arroz com amêndoas, mas não tinha em casa. Ele saiu de mansinho e logo depois voltou dizendo que tinha encontrado amêndoas por aí”, exemplifica.

Segredo número 3: viver todo dia o começo de um grande amor

Luciana e Flávio também se conheceram no trabalho e, aos pouquinhos, começaram a se aproximar cada vez mais. “Passamos a frequentar os mesmos locais, ter os mesmos amigos, sair mais vezes. Aí não deu outra... Logo ficamos juntos e, desde então, nunca mais nos desgrudamos”, conta.

Eles estão juntos há quase 20 anos e são pais de um casal de adolescentes. Ainda assim, chamam um ao outro de namorado e namorada.

“Acho que o amor é inexplicável, sobrenatural, mas o respeito, a cumplicidade e ainda achar que namoramos são um começo para dar certo. Fazer programas em família é incrível, mas a gente não pode nunca dispensar um encontro a dois, um cinema, um jantar. O segredo é fazer com que todo dia seja o começo de um grande amor e do relacionamento”, relata Luciana.

Para ela, a base de uma boa relação é nunca perder a essência e encarar a pessoa amada também como uma amiga. “Já imaginou se todo mundo tratasse a esposa ou o marido com o mesmo carinho de quando começaram? Claro que muita coisa muda: vêm os filhos, as responsabilidades, o conhecer cada dia mais a pessoa. Mas a gente acredita que sempre dá para conciliar”, opina.

Essas três histórias nos mostram que, mais do que destino, encontrar o amor da vida é uma questão de escolha e vontade de fazer dar certo.

Você também vive uma história de amor? Conte pra gente!