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O que os maridos admiram nas esposas




Mas será que o mundo enxerga isso? Está bem, nem precisa ser o mundo todo. Vamos reduzir para a opinião de quem está ali, dia a dia, ao nosso lado. Como os nossos parceiros nos veem?


Perguntamos a alguns maridos o que eles mais admiram em suas esposas. É uma pequena amostra, uma espécie de termômetro, mas já deu para ver que – ufa de novo! – nosso esforço não é em vão. Sim, eles reconhecem nossas qualidades. Inclusive as que nem sabemos que possuímos!


Apostamos que você vai se identificarem várias situações. Pergunte ao seu par e confirme.


“O que eu mais admiro na minha esposa é a sua criatividade! Não canso de me surpreender com a preocupação que ela tem com os mínimos detalhes para não deixar os nossos dias virarem uma monótona rotina. Ela me motiva a querer estar sempre ao lado dela!”, declara Filipe Cardinali, 31 anos, casado há 6 anos com Joice Aguiar, 39 anos.


“O que eu admiro na minha esposa é que ela faz muita coisa bem feita: cuida dos filhos, é chefe do departamento dela, faz academia e é uma superesposa – ou seja, ainda tem que me aguentar. Só ela mesmo!”, brinca Eugênio Nassu, 45 anos, casado há 17 anos com Vivian Tamaki, 44 anos.


“A pergunta é difícil porque o dia a dia e a convivência embotam a nossa sensibilidade e impedem que observemos o outro como antes. Acho que admiro, acima de tudo, a maneira como a maternidade foi natural e fácil para ela. Não há nada mais feminino que ser mãe com tamanha ternura, e isso só a torna mais amável como mulher. Além disso, admiro muito como a liderança e a determinação de uma adulta convivem com a insegurança e a carência de uma menina, personalidade complexa que confunde, surpreende, mas também apaixona”, revela Sérgio Bento, 35 anos, casado há 4 anos com Joyce Rosa, 33 anos.


“Eu admiro na minha esposa a persistência e o carinho que ela dedica às nossas coisas. Aos nossos problemas, nossos trabalhos, nossos filhos, enfim, todas as coisas que vivemos juntos!”, conta Antônio Augusto Souza, 60 anos, casado há 33 anos com Márcia de Souza Lima. 


Casal com filho


“O que mais admiro na minha esposa é a parceria que temos. Ela é, acima de tudo, uma grande amiga. Ela conquista minha admiração a cada dia pela dedicação e vontade constante de agradar a mim e nossa filha. Ela é sensacional!”, exalta Gustavo Ribeiro, 52 anos, casado há 14 anos com Rosana Alevato, 41 anos.


“Difícil não ser clichê nessas horas, mas o que eu mais admiro na Manu são características que eu preciso evoluir. Ela é muito determinada, sabe aonde quer chegar e se planeja para isso. Tem um coração enorme, empatia e sem dúvida é muito espontânea, o que facilita o convívio com as pessoas”, destaca Alberto Nascimento, 35 anos, casado há 2 anos com Emanuelle Lemos de Sousa, 31 anos.


“A Tati é uma mulher dedicada, pra cima, atenciosa e corajosa: ela morava sozinha em outra cidade e veio morar comigo, largou praticamente tudo. Por isso eu a admiro tanto!”, conta Thiago Cristani, 28 anos, casado há 3 anos com Tatiane Melo, 22 anos.


“O que mais admiro na minha esposa é a sua cumplicidade comigo e a mãe extraordinária que ela é para os nossos filhos. Eu a admiro pelo simples fato de não encontrar palavras que possam justificar o contrário”, diz Roberto Moura Silveira, 70 anos, casado há 47 anos com Sônia Silveira, 69 anos.


(Fotos: Getty Images)

O que os maridos admiram nas esposas

Mas será que o mundo enxerga isso? Está bem, nem precisa ser o mundo todo. Vamos reduzir para a opinião de quem está ali, dia a dia, ao nosso lado. Como os nossos parceiros nos veem?
Perguntamos a alguns maridos o que eles mais admiram em suas esposas. É uma pequena amostra, uma espécie de termômetro, mas já deu para ver que – ufa de novo! – nosso esforço não é em vão. Sim, eles reconhecem nossas qualidades. Inclusive as que nem sabemos que possuímos!
Apostamos que você vai se identificarem várias situações. Pergunte ao seu par e confirme.
“O que eu mais admiro na minha esposa é a sua criatividade! Não canso de me surpreender com a preocupação que ela tem com os mínimos detalhes para não deixar os nossos dias virarem uma monótona rotina. Ela me motiva a querer estar sempre ao lado dela!”, declara Filipe Cardinali, 31 anos, casado há 6 anos com Joice Aguiar, 39 anos.
“O que eu admiro na minha esposa é que ela faz muita coisa bem feita: cuida dos filhos, é chefe do departamento dela, faz academia e é uma superesposa – ou seja, ainda tem que me aguentar. Só ela mesmo!”, brinca Eugênio Nassu, 45 anos, casado há 17 anos com Vivian Tamaki, 44 anos.
“A pergunta é difícil porque o dia a dia e a convivência embotam a nossa sensibilidade e impedem que observemos o outro como antes. Acho que admiro, acima de tudo, a maneira como a maternidade foi natural e fácil para ela. Não há nada mais feminino que ser mãe com tamanha ternura, e isso só a torna mais amável como mulher. Além disso, admiro muito como a liderança e a determinação de uma adulta convivem com a insegurança e a carência de uma menina, personalidade complexa que confunde, surpreende, mas também apaixona”, revela Sérgio Bento, 35 anos, casado há 4 anos com Joyce Rosa, 33 anos.
“Eu admiro na minha esposa a persistência e o carinho que ela dedica às nossas coisas. Aos nossos problemas, nossos trabalhos, nossos filhos, enfim, todas as coisas que vivemos juntos!”, conta Antônio Augusto Souza, 60 anos, casado há 33 anos com Márcia de Souza Lima. 
Casal com filho
“O que mais admiro na minha esposa é a parceria que temos. Ela é, acima de tudo, uma grande amiga. Ela conquista minha admiração a cada dia pela dedicação e vontade constante de agradar a mim e nossa filha. Ela é sensacional!”, exalta Gustavo Ribeiro, 52 anos, casado há 14 anos com Rosana Alevato, 41 anos.
“Difícil não ser clichê nessas horas, mas o que eu mais admiro na Manu são características que eu preciso evoluir. Ela é muito determinada, sabe aonde quer chegar e se planeja para isso. Tem um coração enorme, empatia e sem dúvida é muito espontânea, o que facilita o convívio com as pessoas”, destaca Alberto Nascimento, 35 anos, casado há 2 anos com Emanuelle Lemos de Sousa, 31 anos.
“A Tati é uma mulher dedicada, pra cima, atenciosa e corajosa: ela morava sozinha em outra cidade e veio morar comigo, largou praticamente tudo. Por isso eu a admiro tanto!”, conta Thiago Cristani, 28 anos, casado há 3 anos com Tatiane Melo, 22 anos.
“O que mais admiro na minha esposa é a sua cumplicidade comigo e a mãe extraordinária que ela é para os nossos filhos. Eu a admiro pelo simples fato de não encontrar palavras que possam justificar o contrário”, diz Roberto Moura Silveira, 70 anos, casado há 47 anos com Sônia Silveira, 69 anos.
(Fotos: Getty Images)

Histórias para continuar (ou começar a) acreditar no amor neste Dia dos Namorados

Dia dos Namorados aí e o clima de romance está no ar. É o momento perfeito para celebrar o amor e comemorar a felicidade ao lado da pessoa amada.

Algumas relações, aliás, trazem uma carga de romantismo extra e, ano após ano, seguem firmes e fortes, baseadas na cumplicidade e nas realizações conquistadas pelos parceiros.

Para aquecer o coração dos românticos incorrigíveis, trazemos três histórias de casais que encontraram o amor das suas vidas.

Eles estão juntos há muitos anos, mas não perderam o frescor e o frio na barriga da paixão. O exemplo deles talvez abale um pouco até a estrutura dos durões que não acreditam em amor para a vida inteira.

Quer saber os segredos por trás de tantas décadas de amor?

Segredo número 1: por mais que a família cresça, nunca deixar de ser um casal

Ela tinha 11 anos; ele, 13. Um dia, ela estava em casa e ele chegou vendendo algodão-doce para os irmãos dela. O papo pode até ter sido de criança, mas o amor... Ah! Esse foi à primeira vista. Hoje com 77 e 79 anos, Dona Anita e seu Dito não se largaram mais e comemoram no ano que vem 60 anos de um casamento lindo, que nunca deixou de ser namoro.

“Nós não brigamos. Só de olhar, já sabemos o que o outro quer. Somos melhores amigos e ficamos até doentes juntos. Nem dentro de casa podemos nos perder. Onde um vai, o outro vai atrás”, conta Dona Anita, sorridente e bem-humorada, virando para seu Dito a cada fim de frase para buscar a confirmação que sempre vem.

O casal formou uma família grande e muito unida – são 7 filhos, 23 netos e 17 bisnetos  –, mas até hoje gosta de dar uma escapadinha para curtir seus momentos a dois. Eles viajam duas vezes por ano, vão muito à praia e a última viagem foi de avião para o Peru.

Questionada sobre o segredo de tanto amor, Dona Anita não titubeia: “Cumplicidade e muita paciência. Hoje o conceito de namoro está muito falho. Se não der certo, as pessoas simplesmente se largam. A vida é uma só. É a gente que escolhe ficar brigando ou não”.

Segredo número 2: cuidar das pequenas coisas

O romantismo na história de Magali e Wilson, casados há 34 anos, pais de 3 filhos e avós de 1 neto, já ficou evidente antes mesmo de ela começar a entrevista. Magali pediu que o casal fosse identificado neste texto pelo apelido romântico que compartilham: Shisho e Shisha.

“Quando ainda namorávamos, eu era vizinha de uma menininha de uns 3 anos, que não conseguia pronunciar o nome Wilson e acabava dizendo ‘Ishooo’ para chamá-lo. Depois disso, o avô dela, que era muito nosso amigo, toda vez que nos via, dizia: ‘Lá vem o Shisho e a Shisha’. Naturalmente isso foi ficando e hoje somos os Shis. Nunca ouço ele me chamar de Magali”, conta.

Então, está bem! Antes de serem Shisha e Shisho, o casal se conheceu na empresa em que ambos trabalhavam. “Desde o início, ficou claro que nascemos um para o outro. Depois de muita paquera e paciência da minha parte, começamos a namorar”, relembra, bem-humorada. Foram 5 anos de namoro até o casamento, mas, mesmo com a evolução do relacionamento, o carinho não acabou.

“Andamos de mãos dadas, comemoramos datas especiais e trocamos mensagens românticas pelo WhatsApp. Para saber como somos, e só ouvir a música ‘O grude’, do Roberto Carlos”, conta Magali. Para ela, o segredo do amor está nas pequenas coisas.

“Em um dia em que eu estava triste, disse para ele que estava com vontade de comer arroz com amêndoas, mas não tinha em casa. Ele saiu de mansinho e logo depois voltou dizendo que tinha encontrado amêndoas por aí”, exemplifica.

Segredo número 3: viver todo dia o começo de um grande amor

Luciana e Flávio também se conheceram no trabalho e, aos pouquinhos, começaram a se aproximar cada vez mais. “Passamos a frequentar os mesmos locais, ter os mesmos amigos, sair mais vezes. Aí não deu outra... Logo ficamos juntos e, desde então, nunca mais nos desgrudamos”, conta.

Eles estão juntos há quase 20 anos e são pais de um casal de adolescentes. Ainda assim, chamam um ao outro de namorado e namorada.

“Acho que o amor é inexplicável, sobrenatural, mas o respeito, a cumplicidade e ainda achar que namoramos são um começo para dar certo. Fazer programas em família é incrível, mas a gente não pode nunca dispensar um encontro a dois, um cinema, um jantar. O segredo é fazer com que todo dia seja o começo de um grande amor e do relacionamento”, relata Luciana.

Para ela, a base de uma boa relação é nunca perder a essência e encarar a pessoa amada também como uma amiga. “Já imaginou se todo mundo tratasse a esposa ou o marido com o mesmo carinho de quando começaram? Claro que muita coisa muda: vêm os filhos, as responsabilidades, o conhecer cada dia mais a pessoa. Mas a gente acredita que sempre dá para conciliar”, opina.

Essas três histórias nos mostram que, mais do que destino, encontrar o amor da vida é uma questão de escolha e vontade de fazer dar certo.

Você também vive uma história de amor? Conte pra gente!

Como estar presente, de verdade, na vida do seu filho

A gente sabe bem que nem sempre parece fácil educar e estar presente de verdade na vida dos nossos filhos. E muitas vezes a tarefa pode ser bem desgastante.

Mas para a psicóloga Daniella Freixo de Faria existe um jeito diferente de conduzir a educação dos nossos filhos. É sobre isso que ela fala em seu recém-lançado livro Conversa com Criança.

Veja aqui algumas ideias para conseguir passar por esse processo com muito amor e respeito por você e pelo seu filho:

. Neutralize a sua culpa. A culpa atrapalha porque, quando erramos, acaba despotencializando os pais. O melhor caminho, quando você perceber que errou, é encarar aquilo como aprendizado e não como sinal de você não sabe educar seu filho. "Em vez de nos culparmos, vamos nos dar amor, colo, aconchego e calor humano para que possamos investir nossa energia no aprendizado, na potência de estamos, mesmo na dificuldade, aprendendo e assumindo a presença consciente na nossa vida e na de nossos filhos", diz Daniella.

. Policie as críticas a seu filho. Evite aquela postura de certo ou errado e comece a prestar atenção de verdade em seu filho. Por que ele anda tendo determinado comportamento? A criança não é agressiva; ela pode estar agressiva e essa agressividade nada mais ser do que um pedido de escuta, de ajuda. Apenas nos informa, conta-nos qual é o próximo passo do caminho", diz a psicóloga em seu livro.

. Escute. De acordo com Daniella, muitas vezes ficamos tão perdidas, buscando uma luz no fim do túnel, que não percebemos que o tempo todo estamos recebendo falas, expressões, choros e situações que nos informam o que a criança precisa ou está pedindo. É preciso parar para ouvir com o coração, ficar no momento presente. Uma das maneiras de fazer isso é olhar a situação sob o ponto de vista da criança, se colocando no lugar e lembrando que o mundo dela não é tão complexo quanto o de um adulto. Isso significa não ignorar um problema trazido pela criança como se fosse bobagem mas, sim, entender porque aquilo é tão importante para ela e aí sim ajudá-la a resolver a questão. "A escuta, a conversa, a disponibilidade e o acolhimento farão algo extraordinário acontecer. Conversando, a criança passa a aprofundar sua reflexões", diz Daniella. E uma forma de chegar a isso é com um pergunta simples: "Como posso ajudar você a resolver isso?".

O método da pulseira de borracha mudou a forma como crio meus filhos

Sabe aquela sensação estranha de ouvir a sua voz numa gravação? Comigo foi pior...

Duas semanas atrás, fui à última aula prática de natação da minha filha e, para o grande dia, todos os alunos tinham que saltar do trampolim.

Eu tinha o meu iPhone na mão e estava pronta para registrar o momento, quando, de repente, minha filha mais velha levantou-se para ver melhor... bem na minha frente.

Eu pensei que tinha pedido calmamente e com boas maneiras para que ela saísse dali, apesar de ter que repetir três vezes antes que me ouvisse. Estava tudo bem, até que vi o vídeo e ouvi minha própria voz.

Sempre sou tão má quando falo com meus filhos?

Quem era aquela mulher? Quando eu me tornei uma voz má? Estava aterrorizada!!! Tinha que fazer alguma coisa. E foi aí que eu descobri um artigo chamado "Como educar o seu filho: o método da pulseira de borracha". O autor sugere que os pais usem três desses acessórios como lembretes para elogiar seus filhos durante o dia.

Basicamente, você começa o dia com três pulseiras no pulso direito. Cada vez que elogiar seu filho, passa uma delas para o seu pulso esquerdo. O objetivo é terminar o dia com três pulseiras no pulso contrário.

O problema é que, no meu eterno esforço para criar três filhos e ensinar-lhes a diferença entre o bem e o mal, acabo sentindo que me tornei um sargento educacional que quer ser ouvido por todos.

Muitas vezes, chamo as crianças mais novas com nomes pejorativos quando elas devem sair de casa e entrar no carro correndo. Se você já esteve nessa situação, sabe o que quero dizer.

Vejo-me repreendendo as crianças quando elas não escutam e até as subestimo quando o fazem. E, às vezes – sim, às vezes – me pergunto se estou criando as piores crianças do mundo. Por que não me escutam quando eu peço que façam alguma coisa?

Claro, elas são pequenas e é isso o que crianças fazem. E eu amo muito os meus filhos, muitíssimo, e eu tento dizer sempre que eles são surpreendentes. Elogio seus desenhos, seus bons trabalhos e seu esforço para tocar o piano.

Mas eu os elogio cada vez que me escutam? Ou quando fazem seu dever de casa sem que eu peça? Elogio o comportamento deles o suficiente?

A resposta é simples: não.

As pulseiras no meu pulso serviram como um lembrete físico para encontrar momentos para elogiar meus filhos. Era como um jogo: cada vez que eu tinha uma palavra gentil para dizer a eles, estava a um passo de completar o pulso oposto com as pulseiras.

Perguntei-me se poderia usar o método para quando me ouvissem, já que era ali que eu estava falhando – e valia e pena tentar. Depois de tudo, parecia algo fácil de ser feito.

O resultado foi fantástico. Não tenho palavras para descrever.

Para começar, mudou a minha perspectiva completamente. Descobri que o meu "radar de mãe" estava mais voltado para o mal do que para o bem no que se refere ao comportamento das crianças e eu ignorava todas as coisas boas que os meus filhos faziam todos os dias.

Quando comecei a procurar oportunidades para elogiá-los, foi muito fácil encontrar três situações! No primeiro dia com as pulseiras, sequer tive que me esforçar. Ao anoitecer, já tinha mudado todas de braço.

Com minhas velhas táticas de sargento, eu estava tão ocupada tentando fazer meus filhos ouvirem cada coisinha, que acabava ignorando todos os comportamentos bons que eles tinham todos os dias.

Quando as pulseiras me incentivaram a "me concentrar no que era bom", fizeram meu cérebro perceber como meus filhos se comportam sob uma nova ótica. E eles não são terríveis. Como eu pude pensar isso? Essas crianças são incríveis! Eu é que não estava observando com os olhos adequados.

A segunda razão pela qual amei este método foi a diferença que vi na atitude dos meus filhos, especialmente na mais velha. Eu podia ver nos seus olhos dela que apreciava o fato de eu estar notando o que ela fazia.

Não só isso, esse reconhecimento dos seus esforços fez com que ela melhorasse. Em vez de forçá-la a fazer suas tarefas, ela começou a querer me ajudar. Queria ser elogiada. Desejava que eu a visse.

Eu realmente subestimei tanto seu comportamento antes? Estava tão ocupada tentando fazê-la parar de brigar com seus irmãos o tempo todo que esquecia de dizer que ela tinha feito um grande trabalho ao me ajudar a limpar a mesa.

O olhar em seus olhos quando quando chamei a atenção dela, dizendo: "Eu vejo você", realmente quebrou meu coração pelo fato que deveria fazer isso com mais frequência.

Como foi possível que chegamos tão longe sem fazer isso antes?

Isso é algo que ainda estou fazendo. Não acho que você precise usar pulseiras de borracha todos os dias, para o resto de sua vida, mas sugiro que pense nisso. É tão simples, então por que não tentar? Certamente não vai doer.

Eu não posso mudar a maneira como falei com a minha filha naquele dia na piscina, mas posso mudar a forma de falar com ela no futuro. E isso é exatamente o que eu espero fazer.