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Fios que Conectam - A História de Davi e Andréia

 


Tivemos a oportunidade de tomar um café e conversar com um casal de jovens, Davi e Andréia; duas pessoas criativas que recentemente se mudaram para o litoral da Austrália. Com um coração que arde pelas comunidades, além de ótimas habilidades em design gráfico e ilustração, esses dois uniram suas paixões e criaram uma marca nova de roupas: “Kast clothing”.

“A Kast Clothing busca demonstrar a alegria completa de Deus e a inclusão em vez da rejeição. Buscamos ter um nível de transparência no que estamos fazendo e passando. Queremos mostrar vulnerabilidade.” - Davi
Davi e Andréia se conheceram em 2017, quando eram parte do Jovens Com Uma Missão (JOCUM), uma organização que tem foco em discipulado e missões. Eles trabalharam juntos nesse período desenhando roupas para levantar fundos para missões, então é mais do que comum concluir que Deus os direcionou para que eles iniciassem a Kast Clothing e planejassem uma forma de convidar as pessoas para a comunidade.

“A empresa de roupas é só uma frente de atuação. Queremos criar uma empresa que não seja apenas um fabricante de roupas, mas que mostre o que somos e que represente Cristo em tudo o que fazemos… Estamos intencionalmente dando mais um passo e criando grupos de comunidade além do espaço digital por todo o mundo.” - Davi

Eles veem uma lacuna na cultura fashion por uma comunidade autêntica e acreditam que a Kast Clothing pode ser uma presença na indústria que será capaz de trazer uma mudança real. Eles querem ser um espaço onde qualquer pessoa possa ir. Um lugar para que as pessoas possam compartilhar as suas vidas - os pontos altos, os pontos baixos e tudo que estiver no meio disso. Um espaço para as pessoas se conectarem, para se abrirem e serem vulneráveis enquanto aproveitam alguns fios (roupas) de qualidade. Esse é o fundamento sobre o qual essa comunidade será construída.

Embora ainda seja muito recente, Davi e Andréia veem a Kast Clothing crescendo como uma oportunidade onde muitas pessoas poderão encontrar uma comunidade e experimentar como Jesus pode mudar as suas vidas.

“O avivamento é o movimento das coisas acontecendo. O tempo de Deus não é o nosso tempo, de forma realista, pode ser algo que acontece ao longo de 10 anos, mas isso é um avivamento, você não precisa necessariamente sempre vê-lo acontecer, mas ele está acontecendo.” - Andréia

Para começar a construir a comunidade em sua própria vida, peça que Deus te mostre onde você pode convidar outras pessoas, e seja intencional em construir relacionamentos que fortaleçam sinceridade e empatia. Quando você vive seus relacionamentos dessa forma, a comunidade crescerá.

O que os maridos admiram nas esposas




Mas será que o mundo enxerga isso? Está bem, nem precisa ser o mundo todo. Vamos reduzir para a opinião de quem está ali, dia a dia, ao nosso lado. Como os nossos parceiros nos veem?


Perguntamos a alguns maridos o que eles mais admiram em suas esposas. É uma pequena amostra, uma espécie de termômetro, mas já deu para ver que – ufa de novo! – nosso esforço não é em vão. Sim, eles reconhecem nossas qualidades. Inclusive as que nem sabemos que possuímos!


Apostamos que você vai se identificarem várias situações. Pergunte ao seu par e confirme.


“O que eu mais admiro na minha esposa é a sua criatividade! Não canso de me surpreender com a preocupação que ela tem com os mínimos detalhes para não deixar os nossos dias virarem uma monótona rotina. Ela me motiva a querer estar sempre ao lado dela!”, declara Filipe Cardinali, 31 anos, casado há 6 anos com Joice Aguiar, 39 anos.


“O que eu admiro na minha esposa é que ela faz muita coisa bem feita: cuida dos filhos, é chefe do departamento dela, faz academia e é uma superesposa – ou seja, ainda tem que me aguentar. Só ela mesmo!”, brinca Eugênio Nassu, 45 anos, casado há 17 anos com Vivian Tamaki, 44 anos.


“A pergunta é difícil porque o dia a dia e a convivência embotam a nossa sensibilidade e impedem que observemos o outro como antes. Acho que admiro, acima de tudo, a maneira como a maternidade foi natural e fácil para ela. Não há nada mais feminino que ser mãe com tamanha ternura, e isso só a torna mais amável como mulher. Além disso, admiro muito como a liderança e a determinação de uma adulta convivem com a insegurança e a carência de uma menina, personalidade complexa que confunde, surpreende, mas também apaixona”, revela Sérgio Bento, 35 anos, casado há 4 anos com Joyce Rosa, 33 anos.


“Eu admiro na minha esposa a persistência e o carinho que ela dedica às nossas coisas. Aos nossos problemas, nossos trabalhos, nossos filhos, enfim, todas as coisas que vivemos juntos!”, conta Antônio Augusto Souza, 60 anos, casado há 33 anos com Márcia de Souza Lima. 


Casal com filho


“O que mais admiro na minha esposa é a parceria que temos. Ela é, acima de tudo, uma grande amiga. Ela conquista minha admiração a cada dia pela dedicação e vontade constante de agradar a mim e nossa filha. Ela é sensacional!”, exalta Gustavo Ribeiro, 52 anos, casado há 14 anos com Rosana Alevato, 41 anos.


“Difícil não ser clichê nessas horas, mas o que eu mais admiro na Manu são características que eu preciso evoluir. Ela é muito determinada, sabe aonde quer chegar e se planeja para isso. Tem um coração enorme, empatia e sem dúvida é muito espontânea, o que facilita o convívio com as pessoas”, destaca Alberto Nascimento, 35 anos, casado há 2 anos com Emanuelle Lemos de Sousa, 31 anos.


“A Tati é uma mulher dedicada, pra cima, atenciosa e corajosa: ela morava sozinha em outra cidade e veio morar comigo, largou praticamente tudo. Por isso eu a admiro tanto!”, conta Thiago Cristani, 28 anos, casado há 3 anos com Tatiane Melo, 22 anos.


“O que mais admiro na minha esposa é a sua cumplicidade comigo e a mãe extraordinária que ela é para os nossos filhos. Eu a admiro pelo simples fato de não encontrar palavras que possam justificar o contrário”, diz Roberto Moura Silveira, 70 anos, casado há 47 anos com Sônia Silveira, 69 anos.


(Fotos: Getty Images)

O que os maridos admiram nas esposas

Mas será que o mundo enxerga isso? Está bem, nem precisa ser o mundo todo. Vamos reduzir para a opinião de quem está ali, dia a dia, ao nosso lado. Como os nossos parceiros nos veem?
Perguntamos a alguns maridos o que eles mais admiram em suas esposas. É uma pequena amostra, uma espécie de termômetro, mas já deu para ver que – ufa de novo! – nosso esforço não é em vão. Sim, eles reconhecem nossas qualidades. Inclusive as que nem sabemos que possuímos!
Apostamos que você vai se identificarem várias situações. Pergunte ao seu par e confirme.
“O que eu mais admiro na minha esposa é a sua criatividade! Não canso de me surpreender com a preocupação que ela tem com os mínimos detalhes para não deixar os nossos dias virarem uma monótona rotina. Ela me motiva a querer estar sempre ao lado dela!”, declara Filipe Cardinali, 31 anos, casado há 6 anos com Joice Aguiar, 39 anos.
“O que eu admiro na minha esposa é que ela faz muita coisa bem feita: cuida dos filhos, é chefe do departamento dela, faz academia e é uma superesposa – ou seja, ainda tem que me aguentar. Só ela mesmo!”, brinca Eugênio Nassu, 45 anos, casado há 17 anos com Vivian Tamaki, 44 anos.
“A pergunta é difícil porque o dia a dia e a convivência embotam a nossa sensibilidade e impedem que observemos o outro como antes. Acho que admiro, acima de tudo, a maneira como a maternidade foi natural e fácil para ela. Não há nada mais feminino que ser mãe com tamanha ternura, e isso só a torna mais amável como mulher. Além disso, admiro muito como a liderança e a determinação de uma adulta convivem com a insegurança e a carência de uma menina, personalidade complexa que confunde, surpreende, mas também apaixona”, revela Sérgio Bento, 35 anos, casado há 4 anos com Joyce Rosa, 33 anos.
“Eu admiro na minha esposa a persistência e o carinho que ela dedica às nossas coisas. Aos nossos problemas, nossos trabalhos, nossos filhos, enfim, todas as coisas que vivemos juntos!”, conta Antônio Augusto Souza, 60 anos, casado há 33 anos com Márcia de Souza Lima. 
Casal com filho
“O que mais admiro na minha esposa é a parceria que temos. Ela é, acima de tudo, uma grande amiga. Ela conquista minha admiração a cada dia pela dedicação e vontade constante de agradar a mim e nossa filha. Ela é sensacional!”, exalta Gustavo Ribeiro, 52 anos, casado há 14 anos com Rosana Alevato, 41 anos.
“Difícil não ser clichê nessas horas, mas o que eu mais admiro na Manu são características que eu preciso evoluir. Ela é muito determinada, sabe aonde quer chegar e se planeja para isso. Tem um coração enorme, empatia e sem dúvida é muito espontânea, o que facilita o convívio com as pessoas”, destaca Alberto Nascimento, 35 anos, casado há 2 anos com Emanuelle Lemos de Sousa, 31 anos.
“A Tati é uma mulher dedicada, pra cima, atenciosa e corajosa: ela morava sozinha em outra cidade e veio morar comigo, largou praticamente tudo. Por isso eu a admiro tanto!”, conta Thiago Cristani, 28 anos, casado há 3 anos com Tatiane Melo, 22 anos.
“O que mais admiro na minha esposa é a sua cumplicidade comigo e a mãe extraordinária que ela é para os nossos filhos. Eu a admiro pelo simples fato de não encontrar palavras que possam justificar o contrário”, diz Roberto Moura Silveira, 70 anos, casado há 47 anos com Sônia Silveira, 69 anos.
(Fotos: Getty Images)

O amor de acordo com os signos: qual é sua “cara-metade”?



ÁRIES


A energia envolvente das arianas também se evidencia no plano amoroso. Então, quem conquistar uma delas deve compreender que elas precisam de espaço para viajar, trabalhar e pular de uma atividade para outra com intensidade. No amor, são valentes, entusiastas e brincalhonas. Como adoram ir atrás de suas metas, liderar e administrar, tendem a ser “mandonas”. Por isso, o melhor é que tenham ao seu lado um homem relaxado e seguro de si, que não se sinta ameaçado por tanto caráter. Outro grande atrativo para as mulheres de Áries? Os homens ativos e esportistas, que possam seguir o ritmo de suas aventuras, sem perder o bom humor.


Signos mais compatíveis: Leão, Sagitário e Libra


TOURO


Paciência, paciência e mais paciência. Em matéria de amor, esse é o traço característico das taurinas. Quando se comprometem em longo prazo, são persistentes e confiáveis. Gostam de relações estáveis, de conexão profunda. A mulher de Touro prepara banquetes exóticos, acende velas e convida seu amado a compartilhar a noite mais romântica entre quatro paredes. Os homens ternos e carinhosos cairão aos seus pés. O ponto negativo? Podem ser um pouco possessivas e resistir a mudanças, então pensem duas vezes, homens de espírito livre.


Signos mais compatíveis: Escorpião, Virgem e Capricórnio


GÊMEOS


As geminianas brilham por sua inteligência e adoram desafios mentais. São seduzidas por conversas ocasionais e picantes, então se encantarão com qualquer homem que pratique esses jogos verbais. Algumas vezes, as mulheres de Gêmeos podem parecer contraditórias porque se entusiasmam muito no começo das relações, mas podem se entediar com o passar do tempo. Os homens que as acompanharem deverão mantê-las entretidas a longo prazo.


Signos mais compatíveis: Libra, Aquário e Leão


CÂNCER


É um dos signos mais femininos do Zodíaco, receptivos e com instinto de sobrevivência. Farão o que puderem para proteger seus ambiente e pessoas queridas. Os homens sensíveis, amantes do estilo de vida caseiro, se sentirão muito atraídos por este perfil de mulher. Vão se conectar com seu lado maternal e terno e compartilhar tardes inteiras no sofá de casa, descansando, lendo e vendo filmes. As cancerianas se apaixonam com facilidade e são extremamente sensíveis. Por isso, precisam de um homem paciente e compreensivo do seu lado, disposto a aguentar todo seu sentimentalismo.


Signos mais compatíveis: Capricórnio, Escorpião e Peixes


LEÃO


No amor, a leonina é leal e devota. As mulheres deste signo apostam nas relações duradouras. Amam a família e crianças e são extremamente bondosas. Gostam de tudo que é grandioso e de chamar a atenção dos demais. Como querem sempre mandar, necessitam de homens dispostos a aceitar um cômodo segundo plano, mas que, ao mesmo tempo, estejam dispostos a segui-las num ritmo de extravagâncias e de vida intensa. Cuidado: as leoninas são muito inteligentes e não gostam que lhes digam “sim” para tudo. A chave? Alimentar seu ego, mas sem perder a dignidade no processo.


Signos mais compatíveis: Aquário, Áries e Sagitário


VIRGEM


No Zodíaco, são as esposas por excelência. A mulher de Virgem adora mimar e proteger seu parceiro. Quando se sente segura, é muito carinhosa e confiável. Seu tendão de Aquiles? O perfeccionismo. São tão detalhistas que são muito chatas no momento de escolher um parceiro. Querem o homem perfeito e custam a aceitar menos que isso. O que mais as atrai em um homem é a mente, por isso se conectam através de boas conversas e saídas que estimulam o intelecto.


Signos mais compatíveis: Peixes, Touro e Capricórnio


LIBRA


As mulheres de Libra são otimistas, boas companheiras e superparceiras - por isso são amadas pelos homens! Tendem a ter relacionamentos duradouros porque fazem tudo que for preciso para manter a paz, fazendo sacrifícios em prol de uma boa convivência. Destacam-se por sua empatia, tolerância, bondade e carinho. Devem, portanto, escolher homens emocionalmente maduros, que valorizem essas características e que estejam dispostos a demonstrar seu agradecimento.


Signos mais compatíveis: Áries, Gêmeos e Aquário


ESCORPIÃO


É o signo da sedução. As escorpianas são conquistadoras natas. Carismáticas, extrovertidas e muito apaixonadas, tendem a acumular admiradores a cada passo. No amor, chegam a extremos. No seu melhor momento, têm compaixão, são dedicadas e amam com intensidade, mas quando se vão, vão-se para sempre, sem olhar para trás. O homem que acompanhar uma escorpiana gozará de sua companhia e paixão, mas deve ser muito seguro de si próprio e estar disposto a ir atrás dela nos extremos que a caracterizam.


Signos mais compatíveis: Áries, Gêmeos e Sagitário


SAGITÁRIO


Alegria, otimismo, diversão. Isso e mais um pouco irradiam das simpaticíssimas mulheres de Sagitário. Sempre disposta a dar um toque de dinamismo e aventura a um relacionamento, a sagitariana é uma namorada ou esposa maravilhosa. Como adora viajar e explorar, precisa de um homem capaz de seguir seu ritmo. A melhor conexão? Com um homem que não se sinta amedrontado por uma mulher de alto perfil e que esteja disposto a acompanhá-la desde um cômodo segundo plano.


Signos mais compatíveis: Gêmeos e Áries


CAPRICÓRNIO


As capricornianas são práticas, produtivas e muito eficientes em todos os aspectos da vida. No amor, valorizam a autossuficiência e a responsabilidade, então tendem a buscar homens independentes, dedicados a seus trabalhos e honestos. Poderão parecer um tanto frias e distantes, mas quem as acompanhar verá o valor de suas palavras e o compromisso com grandes projetos e metas.


Signos mais compatíveis: Câncer, Touro e Virgem


AQUÁRIO


A loucura e a excentricidade fazem parte do dia das aquarianas. Elas têm um encanto tão único, tão mágico, que não há homem que não caia a seus pés. Aquário é o signo da originalidade. As mulheres deste signo marcham no ritmo do próprio tambor, de forma que não conseguem ficar com um homem que pretenda transformá-las em alguém convencional. Além disso, ele deve ser capaz de apoiá-la em todos os sonhos loucos que a mantem ocupada.


Signos mais compatíveis: Gêmeos e Libra


PEIXES


São as mulheres mais sensíveis e desinteressadas do Zodíaco, capazes de tolerar sem perder a paciência e compreender seu amado até extremos irrisórios. Em um relacionamento, são bondosas, carinhosas e generosas. Amam com tanta profundidade que, muitas vezes, sentem-se transbordadas por esse sentimento. O homem que escolher uma pisciana deve poder estar à altura dessa intensidade e ser capaz de apaixonar-se tanto quanto ela. Se conseguir, montará com ela um ninho de amor quente, rico e muito difícil de abandonar.


Signos mais compatíveis: Virgem, Câncer e Escorpião


O amor de acordo com os signos: qual é sua “cara-metade”?

ÁRIES
A energia envolvente das arianas também se evidencia no plano amoroso. Então, quem conquistar uma delas deve compreender que elas precisam de espaço para viajar, trabalhar e pular de uma atividade para outra com intensidade. No amor, são valentes, entusiastas e brincalhonas. Como adoram ir atrás de suas metas, liderar e administrar, tendem a ser “mandonas”. Por isso, o melhor é que tenham ao seu lado um homem relaxado e seguro de si, que não se sinta ameaçado por tanto caráter. Outro grande atrativo para as mulheres de Áries? Os homens ativos e esportistas, que possam seguir o ritmo de suas aventuras, sem perder o bom humor.
Signos mais compatíveis: Leão, Sagitário e Libra
TOURO
Paciência, paciência e mais paciência. Em matéria de amor, esse é o traço característico das taurinas. Quando se comprometem em longo prazo, são persistentes e confiáveis. Gostam de relações estáveis, de conexão profunda. A mulher de Touro prepara banquetes exóticos, acende velas e convida seu amado a compartilhar a noite mais romântica entre quatro paredes. Os homens ternos e carinhosos cairão aos seus pés. O ponto negativo? Podem ser um pouco possessivas e resistir a mudanças, então pensem duas vezes, homens de espírito livre.
Signos mais compatíveis: Escorpião, Virgem e Capricórnio
GÊMEOS
As geminianas brilham por sua inteligência e adoram desafios mentais. São seduzidas por conversas ocasionais e picantes, então se encantarão com qualquer homem que pratique esses jogos verbais. Algumas vezes, as mulheres de Gêmeos podem parecer contraditórias porque se entusiasmam muito no começo das relações, mas podem se entediar com o passar do tempo. Os homens que as acompanharem deverão mantê-las entretidas a longo prazo.
Signos mais compatíveis: Libra, Aquário e Leão
CÂNCER
É um dos signos mais femininos do Zodíaco, receptivos e com instinto de sobrevivência. Farão o que puderem para proteger seus ambiente e pessoas queridas. Os homens sensíveis, amantes do estilo de vida caseiro, se sentirão muito atraídos por este perfil de mulher. Vão se conectar com seu lado maternal e terno e compartilhar tardes inteiras no sofá de casa, descansando, lendo e vendo filmes. As cancerianas se apaixonam com facilidade e são extremamente sensíveis. Por isso, precisam de um homem paciente e compreensivo do seu lado, disposto a aguentar todo seu sentimentalismo.
Signos mais compatíveis: Capricórnio, Escorpião e Peixes
LEÃO
No amor, a leonina é leal e devota. As mulheres deste signo apostam nas relações duradouras. Amam a família e crianças e são extremamente bondosas. Gostam de tudo que é grandioso e de chamar a atenção dos demais. Como querem sempre mandar, necessitam de homens dispostos a aceitar um cômodo segundo plano, mas que, ao mesmo tempo, estejam dispostos a segui-las num ritmo de extravagâncias e de vida intensa. Cuidado: as leoninas são muito inteligentes e não gostam que lhes digam “sim” para tudo. A chave? Alimentar seu ego, mas sem perder a dignidade no processo.
Signos mais compatíveis: Aquário, Áries e Sagitário
VIRGEM
No Zodíaco, são as esposas por excelência. A mulher de Virgem adora mimar e proteger seu parceiro. Quando se sente segura, é muito carinhosa e confiável. Seu tendão de Aquiles? O perfeccionismo. São tão detalhistas que são muito chatas no momento de escolher um parceiro. Querem o homem perfeito e custam a aceitar menos que isso. O que mais as atrai em um homem é a mente, por isso se conectam através de boas conversas e saídas que estimulam o intelecto.
Signos mais compatíveis: Peixes, Touro e Capricórnio
LIBRA
As mulheres de Libra são otimistas, boas companheiras e superparceiras - por isso são amadas pelos homens! Tendem a ter relacionamentos duradouros porque fazem tudo que for preciso para manter a paz, fazendo sacrifícios em prol de uma boa convivência. Destacam-se por sua empatia, tolerância, bondade e carinho. Devem, portanto, escolher homens emocionalmente maduros, que valorizem essas características e que estejam dispostos a demonstrar seu agradecimento.
Signos mais compatíveis: Áries, Gêmeos e Aquário
ESCORPIÃO
É o signo da sedução. As escorpianas são conquistadoras natas. Carismáticas, extrovertidas e muito apaixonadas, tendem a acumular admiradores a cada passo. No amor, chegam a extremos. No seu melhor momento, têm compaixão, são dedicadas e amam com intensidade, mas quando se vão, vão-se para sempre, sem olhar para trás. O homem que acompanhar uma escorpiana gozará de sua companhia e paixão, mas deve ser muito seguro de si próprio e estar disposto a ir atrás dela nos extremos que a caracterizam.
Signos mais compatíveis: Áries, Gêmeos e Sagitário
SAGITÁRIO
Alegria, otimismo, diversão. Isso e mais um pouco irradiam das simpaticíssimas mulheres de Sagitário. Sempre disposta a dar um toque de dinamismo e aventura a um relacionamento, a sagitariana é uma namorada ou esposa maravilhosa. Como adora viajar e explorar, precisa de um homem capaz de seguir seu ritmo. A melhor conexão? Com um homem que não se sinta amedrontado por uma mulher de alto perfil e que esteja disposto a acompanhá-la desde um cômodo segundo plano.
Signos mais compatíveis: Gêmeos e Áries
CAPRICÓRNIO
As capricornianas são práticas, produtivas e muito eficientes em todos os aspectos da vida. No amor, valorizam a autossuficiência e a responsabilidade, então tendem a buscar homens independentes, dedicados a seus trabalhos e honestos. Poderão parecer um tanto frias e distantes, mas quem as acompanhar verá o valor de suas palavras e o compromisso com grandes projetos e metas.
Signos mais compatíveis: Câncer, Touro e Virgem
AQUÁRIO
A loucura e a excentricidade fazem parte do dia das aquarianas. Elas têm um encanto tão único, tão mágico, que não há homem que não caia a seus pés. Aquário é o signo da originalidade. As mulheres deste signo marcham no ritmo do próprio tambor, de forma que não conseguem ficar com um homem que pretenda transformá-las em alguém convencional. Além disso, ele deve ser capaz de apoiá-la em todos os sonhos loucos que a mantem ocupada.
Signos mais compatíveis: Gêmeos e Libra
PEIXES
São as mulheres mais sensíveis e desinteressadas do Zodíaco, capazes de tolerar sem perder a paciência e compreender seu amado até extremos irrisórios. Em um relacionamento, são bondosas, carinhosas e generosas. Amam com tanta profundidade que, muitas vezes, sentem-se transbordadas por esse sentimento. O homem que escolher uma pisciana deve poder estar à altura dessa intensidade e ser capaz de apaixonar-se tanto quanto ela. Se conseguir, montará com ela um ninho de amor quente, rico e muito difícil de abandonar.
Signos mais compatíveis: Virgem, Câncer e Escorpião

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho


O tempo passa rápido demais. Por isso, a hora de falar é agora!



20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho



Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.


Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:


1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.


2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.


3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.


4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).


5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.


6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.


7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.


8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.


9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.


10) Que eu confio em você.


11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.


12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.


13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.


14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.


15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 


16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.


17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.


18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).


19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.


20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!





(Foto: Getty Images)


20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho

O tempo passa rápido demais. Por isso, a hora de falar é agora!

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho
Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.
Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:
1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.
2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.
3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.
4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).
5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.
6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.
7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.
8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.
9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.
10) Que eu confio em você.
11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.
12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.
13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.
14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.
15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 
16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.
17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.
18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).
19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.
20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!

(Foto: Getty Images)

Mães no celular, filhos "esquecidos"




O assunto, aliás, tem sido discutido no mundo inteiro, depois que uma foto viralizou e a mãe foi julgada ao extremo por manter um recém-nascido no chão de um aeroporto enquanto manuseava o celular (a história não é bem assim, como foi esclarecida posteriormente pela companhia aérea).


A verdade é que, com a infinidade de aplicativos disponíveis e as redes sociais cada vez mais presentes na vida das pessoas, é normal passar mais tempo em frente a dispositivos eletrônicos. Só que esse hábito pode ter um reflexo na criação dos pequenos.


"A falta de atenção dos pais pode gerar na criança problemas de autoestima, solidão e timidez. Em outros casos, desenvolvem-se quadros de agressividade e agitação em uma busca desenfreada por atenção. A dificuldade de relacionamento com outras pessoas e a busca constante por aceitação são outros sintomas possíveis", lista a psicóloga Andréa Duarte.


Ela ressalta, no entanto, que o celular não é sempre vilão. Ele pode ser usado para gravar brincadeiras, assistir vídeos juntos ou brincar em aplicativos de jogos, por exemplo.


O limite entre o saudável e o prejudicial está na interferência do uso do celular nas demais atividades do cotidiano e, principalmente, nas relações interpessoais.  


"Quando estamos com o celular nas mãos, temos a falsa sensação de companhia. O grande problema está na necessidade constante de substituir o envolvimento real com outras pessoas pelo contato virtual", explica. 


Mais comum do que se imagina, esse quadro de necessidade exagerada de ter sempre o celular por perto é um vício e já tem nome específico: nomofobia. "Nesse caso, a pessoa chega a apresentar crises de ansiedade quando afastada do aparelho", conta a especialista em família.


O vício não só prejudica o vínculo entre pais e filhos como projeta para a criança um exemplo negativo sobre relações interpessoais. "Pelo comportamento dos pais, a criança entende que as relações virtuais sobrepõem as relações reais", argumenta.


Isso não significa que devemos vilanizar toda mãe que deixa o filho brincar sozinho e aproveita para conferir as redes sociais. Julgamentos vazios não refletem a realidade de cada família.


"Os filhos não precisam ser supervisionados a cada instante e devem ir ganhando autonomia gradativamente, ao longo do crescimento. Uma checada rápida nas redes sociais não a torna a pior mãe do mundo", afirma a psicoterapeuta Marli Gonçalves, para quem existe uma cobrança social muito grande em cima dos pais.


Marli salienta ainda que o mais importante é entender que existe momento para tudo. "O tempo com a criança deve ter qualidade. Ela deve sentir que há um envolvimento total naquele momento, sem distrações", pondera.


Heavy user de redes sociais, a fotógrafa Letícia*, 32 anos, tinha o hábito de checar o celular a cada 10, 15 minutos. "A desculpa eram os e-mails de trabalho, mas eu ficava mesmo era olhando redes sociais”, admite. O baque aconteceu quando Marina, sua filha de 5 anos, lhe pediu um celular de presente de aniversário.


“Perguntei para quê ela precisava do aparelho e ela respondeu: 'Pra gente conversar mais. Eu vou poder te mandar mensagem e você vai responder na hora'. Aquilo que mostrou o quanto eu estava negligenciando a minha filha", revela.


Hoje, a mãe encontrou o equilíbrio e trabalha com horários específicos para abrir e-mails e aplicativos de mensagens. "Se estou com minha filha, me dedico 100% a ela. Para mim, o pouco tempo que passamos juntas tem que ser memorável", afirma.


* Nome alterado a pedido da entrevistada.


(Foto: Getty Images)

Mães no celular, filhos "esquecidos"

O assunto, aliás, tem sido discutido no mundo inteiro, depois que uma foto viralizou e a mãe foi julgada ao extremo por manter um recém-nascido no chão de um aeroporto enquanto manuseava o celular (a história não é bem assim, como foi esclarecida posteriormente pela companhia aérea).
A verdade é que, com a infinidade de aplicativos disponíveis e as redes sociais cada vez mais presentes na vida das pessoas, é normal passar mais tempo em frente a dispositivos eletrônicos. Só que esse hábito pode ter um reflexo na criação dos pequenos.
"A falta de atenção dos pais pode gerar na criança problemas de autoestima, solidão e timidez. Em outros casos, desenvolvem-se quadros de agressividade e agitação em uma busca desenfreada por atenção. A dificuldade de relacionamento com outras pessoas e a busca constante por aceitação são outros sintomas possíveis", lista a psicóloga Andréa Duarte.
Ela ressalta, no entanto, que o celular não é sempre vilão. Ele pode ser usado para gravar brincadeiras, assistir vídeos juntos ou brincar em aplicativos de jogos, por exemplo.
O limite entre o saudável e o prejudicial está na interferência do uso do celular nas demais atividades do cotidiano e, principalmente, nas relações interpessoais.  
"Quando estamos com o celular nas mãos, temos a falsa sensação de companhia. O grande problema está na necessidade constante de substituir o envolvimento real com outras pessoas pelo contato virtual", explica. 
Mais comum do que se imagina, esse quadro de necessidade exagerada de ter sempre o celular por perto é um vício e já tem nome específico: nomofobia. "Nesse caso, a pessoa chega a apresentar crises de ansiedade quando afastada do aparelho", conta a especialista em família.
O vício não só prejudica o vínculo entre pais e filhos como projeta para a criança um exemplo negativo sobre relações interpessoais. "Pelo comportamento dos pais, a criança entende que as relações virtuais sobrepõem as relações reais", argumenta.
Isso não significa que devemos vilanizar toda mãe que deixa o filho brincar sozinho e aproveita para conferir as redes sociais. Julgamentos vazios não refletem a realidade de cada família.
"Os filhos não precisam ser supervisionados a cada instante e devem ir ganhando autonomia gradativamente, ao longo do crescimento. Uma checada rápida nas redes sociais não a torna a pior mãe do mundo", afirma a psicoterapeuta Marli Gonçalves, para quem existe uma cobrança social muito grande em cima dos pais.
Marli salienta ainda que o mais importante é entender que existe momento para tudo. "O tempo com a criança deve ter qualidade. Ela deve sentir que há um envolvimento total naquele momento, sem distrações", pondera.
Heavy user de redes sociais, a fotógrafa Letícia*, 32 anos, tinha o hábito de checar o celular a cada 10, 15 minutos. "A desculpa eram os e-mails de trabalho, mas eu ficava mesmo era olhando redes sociais”, admite. O baque aconteceu quando Marina, sua filha de 5 anos, lhe pediu um celular de presente de aniversário.
“Perguntei para quê ela precisava do aparelho e ela respondeu: 'Pra gente conversar mais. Eu vou poder te mandar mensagem e você vai responder na hora'. Aquilo que mostrou o quanto eu estava negligenciando a minha filha", revela.
Hoje, a mãe encontrou o equilíbrio e trabalha com horários específicos para abrir e-mails e aplicativos de mensagens. "Se estou com minha filha, me dedico 100% a ela. Para mim, o pouco tempo que passamos juntas tem que ser memorável", afirma.
* Nome alterado a pedido da entrevistada.
(Foto: Getty Images)

Medos que toda mãe sente



“No entanto, o medo não é de tudo ruim”, explica a psicoterapeuta
infantil Monica Pessanha. Segundo ela, “trata-se de uma emoção normal
que ajuda a nos avisar de possíveis perigos e a desenvolver habilidades
de enfrentamento e proteção.”


O segredo é saber discernir qual o tipo de sentimento, pois isso
ajuda a diminuir a tensão. “Quando o medo representar algo negativo mas
com um fim positivo, é sinal de que é preciso proteger alguém, no caso
os filhos”, pontua a especialista.


Conheça quais são os principais medos que afligem as mães e saiba que, sim, você é normal!


Medo de não amar o bebê


Muitas mães se sentem oprimidas pela obrigação de amar o filho que
está se formado em seu ventre. “Tudo é muito novo, principalmente se for
o primeiro filho, e a mulher acaba sentindo essa angústia devido à
cobrança enorme de que tudo tem que estar perfeito, inclusive o quanto
se ama o bebê que está em seu ventre”, relata Izabel Cristina, psicóloga
da clínica Dr. Família.


Medo de não dar conta do recado


Esse é um medo muito comum entre as futuras mamães, que sentem que
não darão conta da carreira, do bebê, do marido e de todo o resto de
afazeres. “Mas não há com o que se preocupar, pois a dinâmica da casa e
do bebê irá se adaptar ao seu modo, estando preservadas as situações
básicas de subsistência, alimento, sono, estímulos, aconchego humano.
Com certeza, tudo dará certo”, afirma a psicoterapeuta Maura de
Albanesi.


Medo de sair e deixar o bebê com alguém ou em um lugar


Esse medo tem dois lados, pois, no mundo atual, nem sempre podemos
contar com pessoas conhecidas para nos auxiliar na criação de nossos
filhos, como acontecia antigamente. Ou seja, temos que abrir mão desse
sentimento e encontrar bons lugares (creches, escolinhas, por exemplo) e
pessoas que possam cuidar dos pequenos. Traduzindo, essa é uma
realidade que as mães precisam aprender a lidar.


Medo de ser escrava do filho


Muitas mães antecipam a sua volta ao trabalho por medo de ficarem
“presas” à nova rotina do bebê. Algumas chegam até a levar os pequenos a
lugares que não são pertinentes à faixa etária em uma demonstração de
que o bebê não atrapalhará a sua rotina. No entanto, é necessário
aprender a trabalhar com esse medo e desenvolver uma rotina que atenda a
todos os integrantes da família.


Medo de um mal súbito


Só de pensar que o bebê pode parar de respirar ou até mesmo engasgar
gravemente as mães entram em pânico. Conhecidas como mal súbito, essas
ocorrências são raras. Então, cuidado para isso não se transformar em
neurose a ponto de acordar o bebê durante a noite para saber se ele está
bem.


Medo de sequestro ou perder o filho


É necessária atenção quando o assunto é um bebê ou uma criança,
principalmente se ainda não for capaz de uma comunicação clara. Mas esse
é um medo perfeitamente controlável caso você tome alguns cuidados
básicos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas.
Priscila Bartalo Pasquale Sant’Ana, mãe de Rafaela (2 anos e 7 meses) e
Alexandre (1 ano) morre de medo de perder seus filhos. “Quando estou em
lugares públicos, procuro manter as crianças no carrinho de passeio,
assim tenho um controle melhor”, revela.


Medo de morrer e deixar o bebê órfão


É normal que, após o nascimento do bebê, os pais se encham de
cuidados para assegurar que estarão vivos para acompanhar o crescimento
do filho. Isso é natural, mas tem que ser dosado para não deixar a vida
monótona. Mariane Rondena, mãe de Caio (4 anos) e Arthur (9 meses),
conta que quando Caio tinha quase 2 anos, ela e o marido viajaram pela
primeira vez sem o bebê. “Eu estava superanimada e ansiosa para ter esse
tempo a sós com meu marido, mas quando foi hora de dar tchau para o
Caio, fiquei em dúvida se eu queria realmente fazer essa viagem”. Outro
momento que afligiu Mariane foi durante o voo: “Lembro-me que o avião
teve um pouco de turbulência e foi nessa hora que fiquei mais
angustiada, pois pensei que o avião poderia cair e eu nunca mais veria
meu filho de novo”.


Medo de esmagar o bebê durante o sono


O co-leito (dormir junto dos pais) nem sempre é um bom negócio. “Esse
medo pode realmente acontecer”, diz a psicoterapeuta Monica. Por isso,
não é aconselhável o pai ou a mãe dormirem juntos do bebê. Evite essa
prática, apesar da tentação ser grande né?


E você, qual o seu medo?


(Foto: Getty Images)




Medos que toda mãe sente

“No entanto, o medo não é de tudo ruim”, explica a psicoterapeuta infantil Monica Pessanha. Segundo ela, “trata-se de uma emoção normal que ajuda a nos avisar de possíveis perigos e a desenvolver habilidades de enfrentamento e proteção.”
O segredo é saber discernir qual o tipo de sentimento, pois isso ajuda a diminuir a tensão. “Quando o medo representar algo negativo mas com um fim positivo, é sinal de que é preciso proteger alguém, no caso os filhos”, pontua a especialista.
Conheça quais são os principais medos que afligem as mães e saiba que, sim, você é normal!
Medo de não amar o bebê
Muitas mães se sentem oprimidas pela obrigação de amar o filho que está se formado em seu ventre. “Tudo é muito novo, principalmente se for o primeiro filho, e a mulher acaba sentindo essa angústia devido à cobrança enorme de que tudo tem que estar perfeito, inclusive o quanto se ama o bebê que está em seu ventre”, relata Izabel Cristina, psicóloga da clínica Dr. Família.
Medo de não dar conta do recado
Esse é um medo muito comum entre as futuras mamães, que sentem que não darão conta da carreira, do bebê, do marido e de todo o resto de afazeres. “Mas não há com o que se preocupar, pois a dinâmica da casa e do bebê irá se adaptar ao seu modo, estando preservadas as situações básicas de subsistência, alimento, sono, estímulos, aconchego humano. Com certeza, tudo dará certo”, afirma a psicoterapeuta Maura de Albanesi.
Medo de sair e deixar o bebê com alguém ou em um lugar
Esse medo tem dois lados, pois, no mundo atual, nem sempre podemos contar com pessoas conhecidas para nos auxiliar na criação de nossos filhos, como acontecia antigamente. Ou seja, temos que abrir mão desse sentimento e encontrar bons lugares (creches, escolinhas, por exemplo) e pessoas que possam cuidar dos pequenos. Traduzindo, essa é uma realidade que as mães precisam aprender a lidar.
Medo de ser escrava do filho
Muitas mães antecipam a sua volta ao trabalho por medo de ficarem “presas” à nova rotina do bebê. Algumas chegam até a levar os pequenos a lugares que não são pertinentes à faixa etária em uma demonstração de que o bebê não atrapalhará a sua rotina. No entanto, é necessário aprender a trabalhar com esse medo e desenvolver uma rotina que atenda a todos os integrantes da família.
Medo de um mal súbito
Só de pensar que o bebê pode parar de respirar ou até mesmo engasgar gravemente as mães entram em pânico. Conhecidas como mal súbito, essas ocorrências são raras. Então, cuidado para isso não se transformar em neurose a ponto de acordar o bebê durante a noite para saber se ele está bem.
Medo de sequestro ou perder o filho
É necessária atenção quando o assunto é um bebê ou uma criança, principalmente se ainda não for capaz de uma comunicação clara. Mas esse é um medo perfeitamente controlável caso você tome alguns cuidados básicos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas. Priscila Bartalo Pasquale Sant’Ana, mãe de Rafaela (2 anos e 7 meses) e Alexandre (1 ano) morre de medo de perder seus filhos. “Quando estou em lugares públicos, procuro manter as crianças no carrinho de passeio, assim tenho um controle melhor”, revela.
Medo de morrer e deixar o bebê órfão
É normal que, após o nascimento do bebê, os pais se encham de cuidados para assegurar que estarão vivos para acompanhar o crescimento do filho. Isso é natural, mas tem que ser dosado para não deixar a vida monótona. Mariane Rondena, mãe de Caio (4 anos) e Arthur (9 meses), conta que quando Caio tinha quase 2 anos, ela e o marido viajaram pela primeira vez sem o bebê. “Eu estava superanimada e ansiosa para ter esse tempo a sós com meu marido, mas quando foi hora de dar tchau para o Caio, fiquei em dúvida se eu queria realmente fazer essa viagem”. Outro momento que afligiu Mariane foi durante o voo: “Lembro-me que o avião teve um pouco de turbulência e foi nessa hora que fiquei mais angustiada, pois pensei que o avião poderia cair e eu nunca mais veria meu filho de novo”.
Medo de esmagar o bebê durante o sono
O co-leito (dormir junto dos pais) nem sempre é um bom negócio. “Esse medo pode realmente acontecer”, diz a psicoterapeuta Monica. Por isso, não é aconselhável o pai ou a mãe dormirem juntos do bebê. Evite essa prática, apesar da tentação ser grande né?
E você, qual o seu medo?
(Foto: Getty Images)

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho

Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.

Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:

1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.

2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.

3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.

4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).

5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.

6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.

7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.

8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.

9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.

10) Que eu confio em você.

11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.

12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.

13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.

14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.

15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 

16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.

17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.

18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).

19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.

20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!

O preconceito e a necessidade de entender o outro

Era uma simples foto de férias no Facebook. Nela, Daniel Motta, jornalista de 29 anos, posava em Pipa, uma das principais praias do estado do Rio Grande do Norte.

Tudo corria normal, com muitas manifestações carinhosas de amigos. Até que um deles se excedeu: “Depois da Lei Áurea, tudo é possível”, dizia o comentário que, ao ultrapassar os limites da maldade, tornava-se a prova, irrefutável, de um crime.

Daniel é negro, paraibano e não está sozinho. Ele é apenas um dentre milhares de pessoas que sofrem com atitudes preconceituosas todos os dias. Nos últimos anos, vários casos estamparam as capas dos jornais brasileiros e ficaram famosos.

O racismo contra o goleiro Aranha, do Santos Futebol Clube, e o ódio destinado aos nordestinos nas eleições presidenciais de 2014 foram os mais emblemáticos. Mal parece que, dia 3 de julho de 1951, Getúlio Vargas já teria sancionado a primeira lei que tornava crime qualquer tipo de discriminação racial no Brasil.

Mais tarde, em 1989, o então presidente José Sarney ampliou a abrangência. A partir daí, pessoas que tivessem atitudes preconceituosas por motivo de etnia, religião e procedência nacional também seriam criminalizadas.

“Serão punidos os crimes resultantes de discriminação (...) por raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”, diz o artigo 1º da Lei nº 7.716/89.

Embora de lá para cá tenham se passado mais de 25 anos, punições para tais delitos são muito, muito raras no país. Para piorar, esse tipo de comportamento não é uma exclusividade tupiniquim.

Já há muito tempo é possível acompanhar inúmeras situações análogas pelo mundo: italianos e alemães ao homenagearem nazistas, americanos e franceses ao discriminarem estrangeiros, russos e espanhóis ao atirarem bananas em jogadores de futebol africanos e por aí vai. 

Foras da lei

O mais desesperador é saber que mesmo a Constituição atual já está ultrapassada. Ela não faz menção a preconceitos muito importantes. Como é o caso, por exemplo, de um dos grupos que mais sofre na atualidade: lésbicas, gays, bissexuais e travestis.

Discriminar tais populações ainda não é crime por aqui. E isso é grave. Segundo o Grupo Gay da Bahia – ONG responsável por computar assassinatos da população LGBT –, um homossexual é morto a cada 28 horas no país, dado que coloca o Brasil na liderança em mortes de transexuais no relatório da Transgender Europe.

O discurso de ódio aos LGBTs é tão comum que, no debate do primeiro turno à presidência da república, foi possível presenciar algo lamentável. Um dos candidatos sentiu-se suficientemente à vontade para utilizar, em rede nacional, expressões de muito mau gosto ao se referir a homossexuais, o que lhe rendeu duras repreensões no encontro seguinte.

“Fosse crime, o senhor sairia daquele debate algemado”, rebateu uma de suas adversárias.

A “proteção” do online

O eventual anonimato da internet também é preocupante por estimular comportamentos discriminatórios. Segundo Leonardo Zanatta, advogado especialista em Direito Digital, esse já é o meio onde mais ocorre o preconceito.

“O que é feito no mundo virtual repercute no real”, pontua ele. A rede é, portanto, meio, não fim. Por isso, ser preconceituoso ali ainda rende pouquíssimos problemas. Além disso, a segurança da distância física contribui muito para que até pessoas esclarecidas se utilizem desse expediente para tal.

Não à toa, foi cunhada nos últimos anos a expressão bullying, que designa o comportamento discriminatório de uma ou muitas pessoas sobre outra. Nas escolas, o assunto deixou o plano da eventualidade para se tornar um problema real. As crianças sofrem ataques também quando já estão em casa por meio das redes sociais virtuais.

O que fazer?

A auto-observação é o primeiro e fundamental exercício, visto que os papéis se confundem. Possivelmente, em algum momento da vida, o preconceituoso será vítima e vice-versa. Em ambos os lugares, há sofrimento e é recomendável buscar ajuda especializada em terapias e afins.

Mas de onde vem essa vontade incontrolável em julgar os outros sem ao menos conhecê-los? A psicopedagoga Mariana Saraiva tem um palpite.

Para ela, o preconceito é natural do ser humano. “Cada um tem os seus (preconceitos). Só não é justo fazer o outro sofrer por algo que não é dele. Portanto, identifique-os, guarde para si e trabalhe-os em terapia ou da maneira que prefira. Eles desaparecerão a partir do momento em que você se dedicar a entendê-los”, diz.

Já a parte que sofre a discriminação, no geral, tem seu emocional completamente afetado. Sente raiva e, muitas vezes, vergonha. Esse constrangimento chega ao ponto da vítima sequer seguir com suas queixas.

A psicóloga Marisa Abreu explica que o famoso “deixa pra lá” pode resolver a situação por um período, mas não é o ideal. "Além de ser impossível guardar de maneira saudável essas mágoas, não compartilhá-las impede que os outros possam amadurecer com relação ao assunto”, afirma.

Lina Cavalcante é exemplo disso. A jornalista, hoje com 33 anos, passou por maus bocados quando ainda era uma criança. Cearense, ao mudar de Fortaleza para São Paulo, teve que enfrentar barras bem pesadas.

Ela não entendia porque tudo o que era feio, cafona e pobre, para os paulistanos, era considerado “baiano”. Não entendia porque tudo o que parecia defeituoso, na opinião deles, vinha do Nordeste. E não compreendia o total desconhecimento das pessoas e falta de interesse por entender as singularidades da sua terra.

Até que, certa vez, discutiu com um amigo da escola que a chamou de suja. Ao questioná-lo sobre a ofensa, ele emendou: “Só porque você é baiana". Aquilo foi a gota d'água. De tanta tristeza, Lina teve uma séria disfunção da articulação temporomandibular (ATM), que travou-lhe a boca.

Após esse episódio, com a ajuda da família, teve que aprender a enfrentar o problema de outra maneira. “Continuei defendendo o que acredito, mas sem deixar que me machuquem tanto. Contra o preconceito, eu uso a minha inteligência, minha força, meu humor e todos os meios de denúncia que tiverem ao meu alcance”, desabafa.

Lina encontrou a melhor forma de se proteger e agir como uma legítima cidadã. “Só dessa maneira, a sociedade tomará ciência da gravidade dos fatos e do quão intenso deve ser o combate a eles”, explica Zanatta. Um boletim de ocorrência pode ser feito em qualquer delegacia. Em alguns estados, é possível gerar o B.O. até pela internet.

Para fazer a denúncia, o governo federal disponibiliza o Disque 100, mais conhecido como Disque Direitos Humanos. Basta ligar 100 de qualquer aparelho telefônico do Brasil. A chamada é gratuita, pode ser feita em caráter de sigilo, articula sua queixa com organizações da sociedade e outros órgãos públicos - como a Polícia Federal - e ainda monitora os resultados. Saiba mais sobre o serviço no site.

Preconceito

Tudo o que falta

Sandra Pereira, 41 anos, revisora de textos, foi outra vítima desse mal. Morou 15 anos em Salvador e, lá, fez graduação em Letras, pós-graduação em Língua Portuguesa e especialização em Alfabetização Infantil. Ao voltar para São Paulo, foi desqualificada em uma entrevista de emprego.

O motivo? Todos os seus cursos haviam sido feitos na Bahia. Disse-lhe a contratante, em tom de deboche: “Nessa escola, ao contrário do que você fazia em Salvador, terá que trabalhar”.

Foram muitas as decepções até conseguir se realocar na metrópole. Mas Sandra seguiu em frente, serena. Para ela, tudo isso só mudará quando as pessoas entenderem que qualquer cidade, país ou nação é feita de pessoas, com diferentes saberes, cores e tantas peculiaridades.

“A compreensão disso engloba um entendimento muito mais amplo, de que a diferença não é uma escala de valores. Ninguém é melhor ou pior. Ser diferente é simplesmente não ser igual. Chegaremos a isso algum dia, é o que espero”. 

Nós também, Sandra. Nós também.

O método da pulseira de borracha mudou a forma como crio meus filhos

Sabe aquela sensação estranha de ouvir a sua voz numa gravação? Comigo foi pior...

Duas semanas atrás, fui à última aula prática de natação da minha filha e, para o grande dia, todos os alunos tinham que saltar do trampolim.

Eu tinha o meu iPhone na mão e estava pronta para registrar o momento, quando, de repente, minha filha mais velha levantou-se para ver melhor... bem na minha frente.

Eu pensei que tinha pedido calmamente e com boas maneiras para que ela saísse dali, apesar de ter que repetir três vezes antes que me ouvisse. Estava tudo bem, até que vi o vídeo e ouvi minha própria voz.

Sempre sou tão má quando falo com meus filhos?

Quem era aquela mulher? Quando eu me tornei uma voz má? Estava aterrorizada!!! Tinha que fazer alguma coisa. E foi aí que eu descobri um artigo chamado "Como educar o seu filho: o método da pulseira de borracha". O autor sugere que os pais usem três desses acessórios como lembretes para elogiar seus filhos durante o dia.

Basicamente, você começa o dia com três pulseiras no pulso direito. Cada vez que elogiar seu filho, passa uma delas para o seu pulso esquerdo. O objetivo é terminar o dia com três pulseiras no pulso contrário.

O problema é que, no meu eterno esforço para criar três filhos e ensinar-lhes a diferença entre o bem e o mal, acabo sentindo que me tornei um sargento educacional que quer ser ouvido por todos.

Muitas vezes, chamo as crianças mais novas com nomes pejorativos quando elas devem sair de casa e entrar no carro correndo. Se você já esteve nessa situação, sabe o que quero dizer.

Vejo-me repreendendo as crianças quando elas não escutam e até as subestimo quando o fazem. E, às vezes – sim, às vezes – me pergunto se estou criando as piores crianças do mundo. Por que não me escutam quando eu peço que façam alguma coisa?

Claro, elas são pequenas e é isso o que crianças fazem. E eu amo muito os meus filhos, muitíssimo, e eu tento dizer sempre que eles são surpreendentes. Elogio seus desenhos, seus bons trabalhos e seu esforço para tocar o piano.

Mas eu os elogio cada vez que me escutam? Ou quando fazem seu dever de casa sem que eu peça? Elogio o comportamento deles o suficiente?

A resposta é simples: não.

As pulseiras no meu pulso serviram como um lembrete físico para encontrar momentos para elogiar meus filhos. Era como um jogo: cada vez que eu tinha uma palavra gentil para dizer a eles, estava a um passo de completar o pulso oposto com as pulseiras.

Perguntei-me se poderia usar o método para quando me ouvissem, já que era ali que eu estava falhando – e valia e pena tentar. Depois de tudo, parecia algo fácil de ser feito.

O resultado foi fantástico. Não tenho palavras para descrever.

Para começar, mudou a minha perspectiva completamente. Descobri que o meu "radar de mãe" estava mais voltado para o mal do que para o bem no que se refere ao comportamento das crianças e eu ignorava todas as coisas boas que os meus filhos faziam todos os dias.

Quando comecei a procurar oportunidades para elogiá-los, foi muito fácil encontrar três situações! No primeiro dia com as pulseiras, sequer tive que me esforçar. Ao anoitecer, já tinha mudado todas de braço.

Com minhas velhas táticas de sargento, eu estava tão ocupada tentando fazer meus filhos ouvirem cada coisinha, que acabava ignorando todos os comportamentos bons que eles tinham todos os dias.

Quando as pulseiras me incentivaram a "me concentrar no que era bom", fizeram meu cérebro perceber como meus filhos se comportam sob uma nova ótica. E eles não são terríveis. Como eu pude pensar isso? Essas crianças são incríveis! Eu é que não estava observando com os olhos adequados.

A segunda razão pela qual amei este método foi a diferença que vi na atitude dos meus filhos, especialmente na mais velha. Eu podia ver nos seus olhos dela que apreciava o fato de eu estar notando o que ela fazia.

Não só isso, esse reconhecimento dos seus esforços fez com que ela melhorasse. Em vez de forçá-la a fazer suas tarefas, ela começou a querer me ajudar. Queria ser elogiada. Desejava que eu a visse.

Eu realmente subestimei tanto seu comportamento antes? Estava tão ocupada tentando fazê-la parar de brigar com seus irmãos o tempo todo que esquecia de dizer que ela tinha feito um grande trabalho ao me ajudar a limpar a mesa.

O olhar em seus olhos quando quando chamei a atenção dela, dizendo: "Eu vejo você", realmente quebrou meu coração pelo fato que deveria fazer isso com mais frequência.

Como foi possível que chegamos tão longe sem fazer isso antes?

Isso é algo que ainda estou fazendo. Não acho que você precise usar pulseiras de borracha todos os dias, para o resto de sua vida, mas sugiro que pense nisso. É tão simples, então por que não tentar? Certamente não vai doer.

Eu não posso mudar a maneira como falei com a minha filha naquele dia na piscina, mas posso mudar a forma de falar com ela no futuro. E isso é exatamente o que eu espero fazer.