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O preconceito e a necessidade de entender o outro

Era uma simples foto de férias no Facebook. Nela, Daniel Motta, jornalista de 29 anos, posava em Pipa, uma das principais praias do estado do Rio Grande do Norte.

Tudo corria normal, com muitas manifestações carinhosas de amigos. Até que um deles se excedeu: “Depois da Lei Áurea, tudo é possível”, dizia o comentário que, ao ultrapassar os limites da maldade, tornava-se a prova, irrefutável, de um crime.

Daniel é negro, paraibano e não está sozinho. Ele é apenas um dentre milhares de pessoas que sofrem com atitudes preconceituosas todos os dias. Nos últimos anos, vários casos estamparam as capas dos jornais brasileiros e ficaram famosos.

O racismo contra o goleiro Aranha, do Santos Futebol Clube, e o ódio destinado aos nordestinos nas eleições presidenciais de 2014 foram os mais emblemáticos. Mal parece que, dia 3 de julho de 1951, Getúlio Vargas já teria sancionado a primeira lei que tornava crime qualquer tipo de discriminação racial no Brasil.

Mais tarde, em 1989, o então presidente José Sarney ampliou a abrangência. A partir daí, pessoas que tivessem atitudes preconceituosas por motivo de etnia, religião e procedência nacional também seriam criminalizadas.

“Serão punidos os crimes resultantes de discriminação (...) por raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”, diz o artigo 1º da Lei nº 7.716/89.

Embora de lá para cá tenham se passado mais de 25 anos, punições para tais delitos são muito, muito raras no país. Para piorar, esse tipo de comportamento não é uma exclusividade tupiniquim.

Já há muito tempo é possível acompanhar inúmeras situações análogas pelo mundo: italianos e alemães ao homenagearem nazistas, americanos e franceses ao discriminarem estrangeiros, russos e espanhóis ao atirarem bananas em jogadores de futebol africanos e por aí vai. 

Foras da lei

O mais desesperador é saber que mesmo a Constituição atual já está ultrapassada. Ela não faz menção a preconceitos muito importantes. Como é o caso, por exemplo, de um dos grupos que mais sofre na atualidade: lésbicas, gays, bissexuais e travestis.

Discriminar tais populações ainda não é crime por aqui. E isso é grave. Segundo o Grupo Gay da Bahia – ONG responsável por computar assassinatos da população LGBT –, um homossexual é morto a cada 28 horas no país, dado que coloca o Brasil na liderança em mortes de transexuais no relatório da Transgender Europe.

O discurso de ódio aos LGBTs é tão comum que, no debate do primeiro turno à presidência da república, foi possível presenciar algo lamentável. Um dos candidatos sentiu-se suficientemente à vontade para utilizar, em rede nacional, expressões de muito mau gosto ao se referir a homossexuais, o que lhe rendeu duras repreensões no encontro seguinte.

“Fosse crime, o senhor sairia daquele debate algemado”, rebateu uma de suas adversárias.

A “proteção” do online

O eventual anonimato da internet também é preocupante por estimular comportamentos discriminatórios. Segundo Leonardo Zanatta, advogado especialista em Direito Digital, esse já é o meio onde mais ocorre o preconceito.

“O que é feito no mundo virtual repercute no real”, pontua ele. A rede é, portanto, meio, não fim. Por isso, ser preconceituoso ali ainda rende pouquíssimos problemas. Além disso, a segurança da distância física contribui muito para que até pessoas esclarecidas se utilizem desse expediente para tal.

Não à toa, foi cunhada nos últimos anos a expressão bullying, que designa o comportamento discriminatório de uma ou muitas pessoas sobre outra. Nas escolas, o assunto deixou o plano da eventualidade para se tornar um problema real. As crianças sofrem ataques também quando já estão em casa por meio das redes sociais virtuais.

O que fazer?

A auto-observação é o primeiro e fundamental exercício, visto que os papéis se confundem. Possivelmente, em algum momento da vida, o preconceituoso será vítima e vice-versa. Em ambos os lugares, há sofrimento e é recomendável buscar ajuda especializada em terapias e afins.

Mas de onde vem essa vontade incontrolável em julgar os outros sem ao menos conhecê-los? A psicopedagoga Mariana Saraiva tem um palpite.

Para ela, o preconceito é natural do ser humano. “Cada um tem os seus (preconceitos). Só não é justo fazer o outro sofrer por algo que não é dele. Portanto, identifique-os, guarde para si e trabalhe-os em terapia ou da maneira que prefira. Eles desaparecerão a partir do momento em que você se dedicar a entendê-los”, diz.

Já a parte que sofre a discriminação, no geral, tem seu emocional completamente afetado. Sente raiva e, muitas vezes, vergonha. Esse constrangimento chega ao ponto da vítima sequer seguir com suas queixas.

A psicóloga Marisa Abreu explica que o famoso “deixa pra lá” pode resolver a situação por um período, mas não é o ideal. "Além de ser impossível guardar de maneira saudável essas mágoas, não compartilhá-las impede que os outros possam amadurecer com relação ao assunto”, afirma.

Lina Cavalcante é exemplo disso. A jornalista, hoje com 33 anos, passou por maus bocados quando ainda era uma criança. Cearense, ao mudar de Fortaleza para São Paulo, teve que enfrentar barras bem pesadas.

Ela não entendia porque tudo o que era feio, cafona e pobre, para os paulistanos, era considerado “baiano”. Não entendia porque tudo o que parecia defeituoso, na opinião deles, vinha do Nordeste. E não compreendia o total desconhecimento das pessoas e falta de interesse por entender as singularidades da sua terra.

Até que, certa vez, discutiu com um amigo da escola que a chamou de suja. Ao questioná-lo sobre a ofensa, ele emendou: “Só porque você é baiana". Aquilo foi a gota d'água. De tanta tristeza, Lina teve uma séria disfunção da articulação temporomandibular (ATM), que travou-lhe a boca.

Após esse episódio, com a ajuda da família, teve que aprender a enfrentar o problema de outra maneira. “Continuei defendendo o que acredito, mas sem deixar que me machuquem tanto. Contra o preconceito, eu uso a minha inteligência, minha força, meu humor e todos os meios de denúncia que tiverem ao meu alcance”, desabafa.

Lina encontrou a melhor forma de se proteger e agir como uma legítima cidadã. “Só dessa maneira, a sociedade tomará ciência da gravidade dos fatos e do quão intenso deve ser o combate a eles”, explica Zanatta. Um boletim de ocorrência pode ser feito em qualquer delegacia. Em alguns estados, é possível gerar o B.O. até pela internet.

Para fazer a denúncia, o governo federal disponibiliza o Disque 100, mais conhecido como Disque Direitos Humanos. Basta ligar 100 de qualquer aparelho telefônico do Brasil. A chamada é gratuita, pode ser feita em caráter de sigilo, articula sua queixa com organizações da sociedade e outros órgãos públicos - como a Polícia Federal - e ainda monitora os resultados. Saiba mais sobre o serviço no site.

Preconceito

Tudo o que falta

Sandra Pereira, 41 anos, revisora de textos, foi outra vítima desse mal. Morou 15 anos em Salvador e, lá, fez graduação em Letras, pós-graduação em Língua Portuguesa e especialização em Alfabetização Infantil. Ao voltar para São Paulo, foi desqualificada em uma entrevista de emprego.

O motivo? Todos os seus cursos haviam sido feitos na Bahia. Disse-lhe a contratante, em tom de deboche: “Nessa escola, ao contrário do que você fazia em Salvador, terá que trabalhar”.

Foram muitas as decepções até conseguir se realocar na metrópole. Mas Sandra seguiu em frente, serena. Para ela, tudo isso só mudará quando as pessoas entenderem que qualquer cidade, país ou nação é feita de pessoas, com diferentes saberes, cores e tantas peculiaridades.

“A compreensão disso engloba um entendimento muito mais amplo, de que a diferença não é uma escala de valores. Ninguém é melhor ou pior. Ser diferente é simplesmente não ser igual. Chegaremos a isso algum dia, é o que espero”. 

Nós também, Sandra. Nós também.

Os medos que toda mãe tem

Os medos que toda mãe tem

Eu não tinha a menor ideia de que isso aconteceria: quando minha filha Catarina nasceu, um pequeno botão no meu cérebro foi ativado permanentemente - o do medo.

Engraçado que ele funciona enquanto estou acordada, e também durante o sono - mesmo dormindo, chego a sonhar que perdi a pequena no meio de um shopping, ou acordo sobressaltada para conferir se ela está respirando bem.

E quem é o responsável por isso? Aquele medinho que toda mãe sente, e que, dentro dos limites da normalidade, é muito saudável, porque zela pela segurança do filho.

Você já parou para pensar como o medo está presente na sua vida de mãe? Eu sentei cinco minutinhos, e olha só quantos medos maternos apareceram! Vem dar uma espiadinha, talvez você se identifique!

1) Medo de que o bebê pare de respirar (clássico) no meio da noite (e também no meio do dia!).

2) De dormir enquanto amamenta e deixar o bebê cair (mesmo com a almofada de amamentação).

3) De não saber cuidar do filho, depois de chegar com ele da maternidade.

4) De não entender qual é o motivo do choro que já dura duas horas.

5) De não ser uma mãe perfeita (mesmo sabendo que elas não existem).

6) De dar ouvidos aos palpites errados - ou deixar de ouvir os certos.

7) Da febre que insiste em não passar.

8) Dos perigos que existem dentro de casa - panela, tomada, ferro de passar roupa...

9) De deixar o bebê cair da sua cama.

10) Do bebê regurgitar e engasgar.

11) Do filho quebrar um braço, uma perna, o nariz...

12) De perder o filho em um local público.

13) De não saber escolher a escola certa e ver o filho infeliz.

14) De não estar criando um filho bem educado.

15) De ver o filho sofrer e não poder fazer nada para remediar.

E em você, o que faz o botãozinho do medo ser acionado?

Aliás, será que tem alguém lá dentro da sua cabeça o acionando? A pergunta parece meio maluca, mas tem tudo a ver com a nova animação da Disney-Pixar, Divertida Mente, que estreia em 18 de junho em todo o país.

Eu estou louca para assistir (por enquanto, só me deliciei com o trailer, clique aqui para ver), pois a ideia é muito bacana: o enredo conta a história de Riley, uma menininha que é, literalmente, guiada por 5 emoções: Alegria, Raiva, Tristeza, Nojinho e... Medo, claro! E a cada momento do dia um deles toma o controle (será que não acontece o mesmo conosco?). 

Aliás, depois que a gente vira mãe, a Alegria e o Medo têm trabalho dobrado lá dentro. Concorda?

(Foto: Donnie Ray Jones/Creative commons)

Uma gravidez em cada fase da vida


Engravidar aos 20 ou aos 40 anos é muito diferente para a mulher? O assunto é repleto de mitos e o mais importante a dizer, antes de tudo, é que, ao falar sobre gravidez, não existe regra pronta, nem receita de bolo. Cada gestação é única!

Ou seja, tanto as mudanças físicas e, principalmente, as emocionais, podem variar de acordo com o que a futura mamãe está vivendo no momento da gestação. Mesmo assim, é possível enumerar algumas características comuns de cada faixa etária, como você vê a seguir.

Aos 20 anos

Vamos partir do seguinte princípio: quanto menor a idade, maior é a imaturidade emocional. Porém, a disponibilidade física é maior. Na faixa dos 20 anos, a mulher está cheia de energia para gerar e cuidar de um bebê – mas pode não estar pronta emocionalmente para enfrentar as mudanças deste momento.

“Hoje, uma mulher de 20 anos é uma adulta bastante jovem, diferente da época dos nossos avós. Atualmente, espera-se que uma mulher jovem – antes de ter filhos - se coloque no mercado de trabalho, faça opções profissionais e amorosas bem acertadas e possa fazer experimentações diversas”, comenta Ana Merzel Kernkarut, psicóloga e coordenadora do serviço de psicologia do Hospital Albert Einstein.

Mas como não existe regra, apesar de teoricamente uma mulher de 20 e poucos anos possuir menos instabilidade psíquica, isso não a impede de viver uma gravidez tranquila e saudável, tanto física quanto emocionalmente.

A Kátia Siqueira tem 44 anos e 5 filhos. O primeiro nasceu quando ela tinha apenas 17 anos. A última gestação foi vivida aos 38. Cada uma delas foi experimentada sob óticas diferentes

Na primeira, teve pré-eclâmpsia, mas não sentia desconforto -, apenas muito sono. “O medo mesmo era de enfrentar a minha mãe porque tudo aconteceu de maneira inesperada”, diz.

A segunda foi bem saudável, mas, como já sabia o peso da responsabilidade de ter uma criança, sentiu mais medo do futuro. “Da terceira vez, engravidei de gêmeas e já sabia que tinha esclerose múltipla”, lembra. A doença não impede a gravidez. Ao contrário, segundo Kátia, pode até ser benéfica. “Me senti um pouco mais cansada, mas estava bem assistida e muito feliz”, garante.

A última, aos 38 anos, foi um susto. “Meu marido iria fazer uma vasectomia, nossa situação financeira não estava das melhores e eu fiquei muito preocupada. Mas deu tudo certo”, afirma.

Durante a gestação, Kátia se sentiu bem mais cansada do que a primeira vez, aos 17 e tive diabetes gestacional. “Novamente deu tudo certo e hoje a Letícia está com 5 anos”, conta.

Aos 30 anos

De ponto de vista físico, até os 35 anos, o corpo da mulher está no auge biológico para engravidar. “Tudo ainda está jovem: óvulos, útero, artérias... Portanto, engravidar aos 18 ou aos 35 anos, do ponto de vista médico, não faz muita diferença”, afirma Lucila Evangelista, obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.

Tanto que hoje é bem comum que as mulheres engravidem na faixa dos 30 anos. De acordo com a especialista, a média de idade do primeiro filho das gestantes do Hospital Albert Einstein é 34 anos. Nessa faixa etária, muitas delas já fizeram suas escolhas na área profissional e afetiva e se preparam para serem mães com mais cuidado.

“Nesse período, há uma aquietação do ponto de vista psicológico, o que proporciona uma maternidade mais madura que na faixa dos 20”, afirma Ana. Além disso, a disponibilidade física ainda está lá, firme e forte.

Só que, depois dos 35 anos, começam as mudanças no corpo feminino. A primeira delas está ligada à fertilidade. Ocorrem o envelhecimento do óvulo, a dificuldade de fertilização, maiores chances de aborto espontâneo e alterações cromossômicas no desenvolvimento do embrião, principalmente no que diz respeito ao aparecimento da Síndrome de Down.

Aos 40 anos

Do ponto de vista físico, a maior preocupação dos médicos nessa faixa etária é com o desenvolvimento do bebê. Tudo por conta da probabilidade de alterações cromossômicas, que aumenta progressivamente ao longo dos anos.

Informações do Serviço de Obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein relatam que, ao engravidar aos 35 anos, 1 em cada 300 bebês tem chance de desenvolver Síndrome de Down. Quando a mãe engravida aos 45 anos, essa proporção aumenta de 1 para cada 45 bebês.

Outra coisa: a partir dos 40 anos, algumas doenças da idade podem aparecer, como a hipertensão, diabetes, obesidade, mioma e endometriose.

“É claro que hoje em dia as mulheres de 40 se cuidam muito mais. Fazem exercícios físicos, se alimentam adequadamente, fazem uso da medicina preventiva... Uma mulher de 40 está em ótima forma para engravidar, mas é preciso ficar atenta”, comenta a médica Luisa.

Por outro lado, esse é um momento de extrema maturidade psíquica. Em geral, as mulheres estão com muitos aspectos da vida consolidados, o que pode proporcionar uma gestação mais tranquila e bem resolvida.

Foi assim que se sentiu a funcionária pública Natalia Lima, que viveu sua segunda gravidez aos 40 anos e é mãe do Lucas, de 6 anos, e da Yasmin, de 2 meses.

“Eu esperava viver uma gestação ruim por causa da idade avançada, mas essa gravidez foi melhor que a primeira. Me cuidei mais, acabei engordando menos, me senti melhor, estava mais tranquila... Na primeira gestação, eu só chorava, me sentia insegura. Dessa vez, ficou tudo bem”, comenta ela.

A decisão sobre assuntos práticos também ficaram mais leves. “Para o primeiro filho, arrumei o quarto com antecedência e comprei um monte de coisas desnecessárias. A segunda chegou sem quarto, no meio de uma mudança. Improvisei tudo”, conta Natalia.

Aos 50 anos

Mesmo com os avanços da medicina, não se podem ignorar os possíveis riscos físicos de uma gravidez na faixa dos 50 anos, bem parecidos com aqueles citados para mães com mais de 40 anos. Porém, essa gestação é completamente possível e pode ser muito saudável.

Nessa idade, a mulher já tem maturidade o suficiente para tomar decisões bem acertadas e ponderadas com relação à vida e ao corpo. “Se este for o primeiro bebê, pode ser a realização de um sonho. Já engravidar depois que os filhos estão grandes é a oportunidade de reviver uma etapa da vida que, para muitas, tem um significado positivo”, avalia a psicóloga.

Ela garante que, independente da idade ou das condições da gravidez, uma mãe bem assessorada do ponto de vista médico e psíquico pode viver bem o momento e o desejo.

(Fotos: Getty Images)

StartX Olha para impulsionar seu programa de investimentos


A organização sem fins lucrativos acelerador de negócios StartX ampliou sua equipe de investimento quanto parece colocar mais apostas para graduados de seu programa de Stanford-filiados.
Fundada por um alum Stanford, alojados minutos de Palo Alto campus da universidade, e operação de um fundo de capital de risco apoiados por Stanford dinheiro, StartX pode ser visto como o acelerador de fora do campus para dezenas de Stanford de candidatos a empresários.
Enquanto StartX enfatiza que não é oficialmente ou legalmente ligado à Universidade, o colégio tem abraçado seu programa acelerador calorosamente.
A maior parte do capital da StartX para o seu fundo de venture recém-cunhadas, que começou no outono de 2013, vem do fundo discricionário dentro de investidura da Universidade. E o sem fins lucrativos opera através de uma subvenção 1.200 mil dólares americanos, que veio da Universidade e seu hospital filiados.
Para ajudar a gerenciar a generosidade da Universidade, que atende pelo nome de the-StartX Stanford Fundo, o acelerador trouxe o ex-investidor de private equity Suzanne Rombeau Fletcher, que trabalhou anteriormente como um investidor secundária da empresa de investimentos de private equity Paul Capital.
Esse fundo, um veículo passivo que vai investir automaticamente em qualquer empresa se formar no acelerador de StartX que consegue receber um 500 mil dólares compromisso de um pool de investidores (com 30% provenientes de um principal investidor profissional), podem ascender a uma pilha significativa de dinheiro.
Algumas pessoas familiarizadas com as atividades do acelerador estimam que o fundo poderá investir até US $ 200 milhões para as empresas do portfólio startx. Nos 15 meses desde StartX lançou o fundo, investiu 31,4 milhões dólares americanos em 82 empresas.
O novo fundo também é o único caminho para StartX ver qualquer recompensa financeira para os frutos de seus trabalhos não-insignificantes.
Ao contrário de seus pares do acelerador mais famosos como 500 Startups, YCombinator e TechStars, o acelerador StartX não toma qualquer capital para o trabalho que ele faz com os empresários.
"Nossa missão não é criar mais startups, é para ajudar as pessoas a construir startups de forma mais intencional", diz Cameron Teitelman, o jogador de 26 anos, fundador trás StartX.
Para Teitelman, um empreendedor em série que tinha lançado dois negócios, enquanto em Stanford, a gênese da StartX foi um reconhecimento das ineficiências no modelo de capital de risco tradicional.
Ao invés de contar com redes de influência e conexões privilegiadas, Teitelman diz que queria fornecer estruturas de apoio aos jovens empresários, em vez de os professores e os investidores profissionais que pareciam beneficiar da vista de capital de risco formalizada do mundo.
Abrindo-se o kit de ferramentas de capitalistas de risco para os ex-alunos de uma das universidades de elite do país situado no centro zumbido de desenvolvimento de tecnologia em todo o mundo não está sacudindo os pilares complacentes da economia inovação americana, mas hey, Teitelman diz que você tem que começar em algum lugar.
O programa está a produzir alguns resultados bastante estelares. Desde que abriu as suas portas em 2009, os investidores se comprometeram mais de US $ 700 milhões para empresas startx.
O fundo investe em uma gama de indústrias, incluindo a tecnologia de consumo, tecnologia de educação, tecnologia de negócios, biotecnologia, tecnologia da informação de saúde, tecnologia limpa, dispositivos médicos e hardware.
Dos startups que passaram por suas portas, 88% ainda estão vivos. Cerca de 80% ainda estão fazendo negócios, 9% foram adquiridas e 11% tiveram que encerrar. As empresas já gerou US $ 78 milhões em receitas, e estão empregando 2.035 pessoas em toda a área da baía e além.

Campus Party: internet lenta preocupa mais que falta de água

Link de internet é 10 vezes mais veloz que o de 2008, mas redes Wi-Fi não dão conta de atender a todos os campuseiros


"É impossível dar serviço Wi-Fi para todos", disse Paco Ragageles, presidente mundial da Campus Party após ser questionado por jornalistas que tiveram problemas durante a coletiva de imprensa inaugural da festa. "A tecnologia funciona em 11 canais. Se colocarmos mais access points, eles começam a se misturar e nada funciona", explicou.

Houve jornalista de rádio que teve o boletim interrompido ao vivo em função da conexão ruim. Conexões com cabo, porém, parecem mais estáveis. "Começamos, em 2008, com 5 GB de conexão e, hoje, estamos com 50 GB", explicou Antonio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefônica. O pico em consumo de banda é esperado para o terceiro quarto dias e Valente diz esperar que os uploads serão maiores que os downloads.

Água e Energia
Questionado, Ragageles garantiu que, diferentemente dos últimos anos, não haverá problemas de energia na Campus Party. A falta de água, porém, é uma possibilidade já que tanto São Paulo, onde acontece o evento, quanto a região metropolitana da cidade, passam por uma grave crise hídrica. Embora a cidade não esteja em racionamento oficial, a redução na pressão da água é uma realidade e foi imposta para reduzir o consumo. Ragageles esclareceu, porém, que o SP Expo (Imigrantes), onde acontece a Campus Party 2015, possui cisterna grande o suficiente para abastecer a população geek. "Não haverá falta de água aqui. Não teremos campuseiros sem tomar banho", brincou o CEO da Campus Party.

Melhorias
Depois de encarar filas, cadastrar PCs e finalmente entrar na festa, o campuseiro deve se surpreender, positivamente, com o que verá. Antes reduzida, a área dedicada a ele aumentou este ano enquanto o estandes de patrocinadores perderam espaço e ficaram menos invasivos. 

Pela primeira vez, a comida buffet passa a ser uma opção na Campus Party, embora o espaço para os tradicionais fast-food continue lá, ainda que com menos destaque. Na novidade, por R$ 35, o campuseiro pode comer e beber à vontade.

Os banheiros, que tiveram longas filas nos últimos anos, parecem mais tranquilos este ano - embora talvez ainda seja cedo para elogiar. Mesmo os seguranças, que agiam com certa truculência, estão mais tranquilos e educados, graças, em parte, à constante presença da organização que intermedeia o contato entre os 'homens de preto' e os 'nerds'.

Abertura
Houve quem chegasse às 5h da manhã para guardar lugar na fila, mesmo que abertura oficial para os campuseiros estivesse prevista para o meio-dia. Após longa espera, muitos começaram a bradar "Abre! Abre! Abre!" e até "Sem violência!", já que empurrões e safanões são quase inevitáveis em situações como essas. 

Ragageles aproveitou a animação dos campuseiros para tirar fotos, selfies e dar as boas-vindas. Em uma das selfies, Valente acompanhou Ragageles, que já virou uma celebridade entre os nerds. Ambos foram celebrados com gritos como "Paco" e "Valente".

Já estacionados em suas mesas, alguns campuseiros colocam músicas altas de ídolos pop como Bon Jovi e Guns 'n Roses ou soltam o já clássico "Uou" para quebrar o silêncio. Sons de vídeos bastante populares como "Taca Le Pau" e "Turn Down For What" também são ouvidos repetidamente pelos corredores. 

O evento começou nesta terça-feira (3) e termina no próximo sábado (7). 

Roger, do Ultraje, vai dublar Battlefield: Hardline!

Roger, à esquerda, e o personagem Nick Mendoza.

O vocalista do grupo Ultraje a Rigor, Roger Moreira, foi confirmado como o principal dublador de Battlefield: Hardline, versão "polícia e ladrão" do jogo de guerra da Electronic Arts. Roger vai interpretar o protagonista Nick Mendoza, um agente norte-americano em busca de ex-policiais que se renderam ao mundo do crime.

O lançamento de Battlefield: Hardline está marcado para 17 de março nas plataformas PC, PS4, Xbox One, PS3 e Xbox 360. No Brasil, a pré-venda terá início em 12 de fevereiro ao preço sugerido de 220 reais.

O SNAPCHAT ESTREOU UMA WEB SÉRIE NO DISCOVER

Intitula-se Literally Can’t Even e estreou este sábado na nova secção Discover do Snapchat. Trata-se de uma web série, protagonizada por Sasha Spielberg, filhas do CEO do Snapchat Steven Spielberg, e por Emily Goldwyn, filha do cinematógrafo John Goldwyn.
Sasha Spielberg e Emily Goldwyn também escreveram a série, que é basicamente sobre as suas próprias vidas, de amigas, namoros, festas e outras coisas que fazem parte da vida de adolescentes que vivem em Los Angeles.
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Literally Can’t Even pode ser visto no canal do Snapchat no Discover. Cada episódio tem cerca de um minuto e auto-desaparece depois de 24 horas. O primeiro episódio estreou este sábado e vai desaparecer no domingo.
A web série Literally Can’t Even é apenas um dos conteúdos que vão alimentar diariamente o canal do Snapchat no Discover. A rede social publica ainda “notícias leves”, reportagens mais longas e vídeos de parceiros como o site Fun Or Die. O Snapchat pretende alimentar diariamente o seu canal no Discover como se de uma revista do futuro se tratasse.
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CHEGOU O VINE PARA CRIANÇAS

Há dois anos, o Twitter lançou o Vine, a popular app que permite partilhar pequenos vídeos de 6 segundos e em loop – os chamados vines. Podemos encontrar vines de praticamente tudo: desde jornalistas a partilharem notícias a pessoas a criarem vídeos artisticamente pensados, sem esquecer pornografia inesperada.



Para desviar os mais novos dos conteúdos impróprios da app original, a equipa do Vine criou o Vine Kids, uma nova app que promete divertir as faixas etárias mais novas.
O Vine Kids traz o conceito do Vine original – vídeos de 6 segundos e em loop –, mas com um design a pensar nas crianças, em que monstros animados as ajudam na navegação. O conteúdo que aparece no Vine Kids é criteriosamente seleccionado por uma equipa e não por um sistema informático; os mais novos podem desfrutar de vines de contas como a da Disney ou a do Nickelodeon.




Carolyn Penner, responsável de marketing e comunicação do Vine, escreveu no blogue da empresa que a ideia para fazer o Vine Kids nasceu no Hack Week do Vine, uma iniciativa onde os funcionários do Vine são encorajados a criar novos conceitos.

O Vine Kids está disponível para iOS, através da Apple Store (download gratuito). Não foram detalhados planos para uma versão Android.

Bill Gates dá dicas de como será a tecnologia em 2045


São Paulo - Bill Gates participou ontem de uma sessão de perguntas e respostas no site Reddit. Nela, o criador da Microsoft deu dicas de como será o mundo da tecnologia em 2045.
"O progresso nos próximos 30 anos será maior do que nunca", afirmou Gates. "Uma vez que os computadores/robôs alcancem um nível de capacidade em que ver e se movimentar seja fácil para eles, eles serão usados extensivamente", disse ele no Reddit.
Durante o bate-papo, o usuário kingoftheanthill fez a seguinte pergunta a Gates: "Há alguma coisa na vida que você se arrepende de ter feito ou de ter deixado de fazer?". E a resposta que ele recebeu foi surpreendente.
"Eu me sinto muito estúpido por não saber outros idiomas", afirmou Gates. 
Frustração
Ele contou que chegou a estudar latim e grego no colegial e que tirava boas notas, mas que não foi muito além disso. Agora, Gates quer recuperar o tempo perdido estudando francês. Ele acha o idioma mais fácil do que outros. 
"Eu tentei o Duolingo por um tempo mas não tive sucesso", confessou Gates (fazendo referência ao app para aprendizagem de línguas). 
Caso queira levar essa ideia adiante, Gates pode se inspirar em Mark Zuckerberg. Num evento em Pequim em outubro do ano passado, o criador do Facebook conversou em mandarim com estudantes chineses por cerca de 30 minutos.

Campus Party 2015: 8ª edição tem foco em ciência e empreendedorismo

Entre os convidados está Miguel Nicolelis, Paul Zaloon, de 'O Mundo de Beakman' e o criador do primeiro mp3, Nathan Schulhof. Confira a programação

Com o tema “Da Terra à Lua” - em homenagem aos 150 anos de publicação do livro de Julio Verne, a Campus Party Brasil deste ano dedica boa parte de sua programação à ciência. A oitava edição acontece entre 3 e 8 de fevereiro em São Paulo, no São Paulo Expo – antigo Centro de Exposição Imigrantes.

As atividades estão divididas em duas grandes áreas: Arena e Open Campus. Esta última é garantida àqueles que não conseguiram ingressos, com programação gratuita a todo público. Entre as atividades estão palestras e oficinas sobre empreendedorismo e área interativa onde alunos de graduação e mestrado apresentarão protótipos e outros trabalhos inovadores, como um robô autônomo de busca e resgate.

Programação variada e intensa

Ao todo são 10 palcos (Terra, Júpiter, Vênus, Marte, Netuno, Mercúrio, Urano, Saturno, Sol e Lua), com atividades que iniciam às 10h30 e segue até as 23h.

Entre os nomes desta edição estão o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o professor emérito de Stanford que revolucionou a banda larga, John Cioff, o “Zuckerberg italiano”, Matteo Achilli, o pesquisador da NASA e CEO da empresa Exploration Solution, Matthew Reyes, Ime Archibong, do Facebook e o criador do primeiro mp3, Nathan Schulhof, entre outros.

Nos outros palcos, os participantes convidados se dividem por temas: empreendedorismo, desenvolvimento, redes sociais, criatividade, segurança e redes, jogos e simulação, software livre, movimento maker e ciência.

No total, são mais de 600 horas de conteúdo em todos os espaços abertos aos debates e formação do público. Grande parte dessa programação será transmitida online, por meio do canal “campuse.ro”.

Robôs e empreendedorismo

'É a primeira vez da história do evento em que 'campuseiros' poderão participar de workshops para construir seus próprios drones e robôs. Por meio de impressoras 3D, os participantes poderão levar o resultado de suas criações para casa.

Outra novidade é o programa Startup 360, com conteúdo relacionado ao empreendedorismo digital. A proposta é que os participantes tenham a oportunidade e o meio para se tornarem empreendedores. 

Da mesma forma que na edição passada, a Campus deste ano terá área híbrida, onde tanto os campuseiros da Arena quanto o público que circula na aberta Open Campus poderão acessá-lo e interagir com os representantes das startups que apresentarão suas ideias e projetos. 

Maratonas de negócios, hackhatons e desafios também marcam a edição de 2015. 

Confira a programação:

3 de fevereiro

20h: Show de abertura 

4 de fevereiro

11h30: Gina Gotthilf - gerente de marketing e desenvolvimento internacional do Duolingo

13h: Miguel Nicolelis - neurocientista brasileiro responsável pelo projeto "Andar de novo"

15h45: Camille François - pesquisadora de internet e sociedade no Berkman Center

20h: Chris Anderson - autor do livro "A cauda longa" 

5 de fevereiro

13h: Paul Zaloom - ator da série "O mundo de Beakman"

15h45: Gary Whitehill - fundador da Entrepreneur Week

17h: John Cioff - professor de Stanford e "Pai do DSL", tecnologia de banda larga

18h15: Matteo Achilli - criador da rede social Egomnia, conhecido como "Zuckerberg italiano"

21h30: Dado Schneider - professor e palestrante 

6 de fevereiro

11h: Debbie Berebichez - doutora em física por Harvard

18h15: Matthew F. Reyes - estrategista da NASA e CEO da Exploration Solutions 

7 de fevereiro

14h30: Nathan Schulhof - criador do primeiro tocador de mp3

19h: Cerimônia de encerramento

21h: Show de Encerramento

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Primeiro Accelerator Realidade Virtual Rothenberg Ventures "enfatiza a saúde ea educação

Rio Rothenberg
VR poderia iluminar e curar, e não apenas entreter. Sua immersiveness poderia nos distrair da dor, ajudar-nos a enfrentar nossas fobias, ou nos dar treinamento em primeira mão."Temos a convicção de que VR vai atrapalhar todos os setores. E é global. Por isso, fizemos esforços para encontrar empresas em todos os setores diferentes e que são globais "fundador Rothenberg Ventures 'Mike Rothenberg sobre as startups selecionadas para o seu fundo de primeira classe virtual realidade acelerador .
549116a2b473fee828cf624c_RIVER-Logo-FinalAs 13 empresas receberão 100 mil dólares de investimentos, de três meses de espaço de escritório em San Francisco, orientação de veteranos da indústria, e acesso a uma ampla rede de investidores, talento, e outra startup VR que poderiam ser potenciais parceiros. Depois de receber várias centenas de aplicação, oRothenberg Ventures Rio Accelerator já está planejando uma segunda classe no final deste ano.
VR é um espaço fragmentado, onde é preciso uma combinação de hardware, software e conteúdo para demonstrar a tecnologia em qualquer uma dessas disciplinas. É por isso recebendo startups que trabalham com a próxima grande computação em um edifício poderia ser tão frutífero.
Escritório Rothenberg Ventures ", onde a classe acelerador Rio VR vão trabalhar juntos
Escritório Rothenberg Ventures ", onde a classe acelerador Rio VR vão trabalhar juntos

Rothenberg Ventures
 é de apenas dois anos de idade, começou por um então jovem de 28 anos alum Stanford e Harvard Business. No entanto, concentrando-se na agregação de valor por meio de sua rede de jovens, influente e ajudando startups com o que eles precisam, Mike Rothenberg marcou espaço em rodadas para algumas das startups mais quentes de hoje.
Rothenberg Ventures recebeu a classificação mais alta média de qualquer fundo de investimento analista Mattermark, superando Union Square Ventures e Andreessen Horowitz. É também investiu em SpaceX, AngelList, Revel, Patreon, ApartmentList, e Robin Hood. Mas depois de ver o ecossistema formando em torno da sua investimentos VR Matterport (digitalização 3D), Altspace (rede social VR, e Merge (headset espuma acessível), Rothenberg construiu todo um acelerador VR.
Aqui está um olhar para as empresas que aderiram à primeira classe:

Saúde

  • Psious (Espanha)
  • Saúde: Uma Plataforma para profissionais de saúde mental para ajudar os pacientes a curar medos que usam a terapia imersão em VR. Psious ajuda as pessoas a enfrentar os seus medos, de aranhas a alturas para falar em público.
  • Psious permite que as pessoas conquistar medos como falar em público com os seus simuladores
    Psious permite que as pessoas conquistar medos como falar em público com os seus simuladores

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  • DeepStream VR (Seattle, WA)
  • Saúde: jogos de realidade virtual para o alívio da dor e reabilitação. DeepStream ajudas criança vítimas de queimaduras, criando um VR "Snow World" (visto de cima) eles podem visitar para distraí-los da dor ao ter suas ataduras mudou. Os usuários relatam menos dor, e tem potencial para tudo, desde o parto, para visitas ao dentista.

Educação

  • Solir machado  (República Checa)
    Educação: Plataforma para a educação por meio da exploração, descoberta e criatividade.Solirax quer substituir os livros de texto com headsets VR para que os alunos podem visitar campos de batalha históricos ou estar no palco com os líderes mundiais, em vez de apenas ler sobre eles.




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    Discovr (Canadá)
    Educação: experiências de aprendizagem imersiva para explorar o mundo antigo.
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    Grupo emblemático (Los Angeles, CA)
    Jornalismo: jornalismo Immersive em VR. Emblemático cria experiências VR que ajudam as pessoas a simpatizar mais vividamente do que os tradicionais documentários de texto ou vídeo. Eu assisti a sua experiência Projeto Síria que coloca você no meio de uma rua durante um bombardeio no Oriente Médio, e eu imediatamente me senti mais compaixão para aqueles que vivem entre violência.
Síria
Projeto Síria da emblemática mostra o que ela gostaria de ser vítima de um atentado a bomba
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    SDK (África do Sul, Botswana e Camarões)
    Treinamento e Viagens: formação industrial em VR. A empresa rara VR bootstrap, SDK já está fazendo dinheiro vendendo cursos de formação VR industrial que ensinam trabalhadores comércios perigosas, como a mineração antes que eles realmente são postos em perigo.
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  • Ferragens
  • FOVE (Japão)Hardware: Eye tracking para controlar VR. É espectáculos de demonstração alguém tocando o piano com os seus olhos. Esta tecnologia de rastreamento ocular pode ser um alicerce fundamental para interfaces de realidade virtual, e um alvo de aquisição atraente para as empresas maiores.




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Triggers (Austrália)
Hardware: O "GoPro Of VR". Triggar é uma câmera de captura de 360 ​​graus e sistema.

Diversão

Innerspace (França)
Entretenimento: Cria experiências artísticas e culturais que mostram o potencial de VR para além dos jogos, como The Cave.
Explore The Cave
Explore The Cave
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EmergentVR (San Francisco, CA)
Entretenimento: O "Instagram de VR", uma aplicação que permite criar, editar e compartilhar 360 VR experiências com o mundo usando telefones celulares. Neste momento, as experiências de realidade virtual são na sua maioria produzidos profissionalmente.EmergentVR quer desbloquear conteúdo gerado usuário através de 360 ​​câmeras que estão finalmente se tornando acessível.
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Vantage VR (Dallas, TX)
Entretenimento: O "Ticketmaster Of VR". Vantage vai digitalizar e vender experiência de visualização de 180 graus para shows e eventos ao vivo para que possa chegar perto de seus artistas ou atletas favoritos.

Gaming

Thotwi são  (Argentina)
Gaming: Um estúdio de jogos com foco em experiências de exploração e de suspense que utilizam o potencial da VR para assustar e confundir.
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Art a partir de um jogo Thotwise
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Reload Studios (Los Angeles, CA)
Gaming: Um estúdio de jogo com os desenvolvedores e artistas da Disney e Call Of Duty, olhando para produzir jogos premium VR.
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Rothenberg diz-me que o acelerador poderia ter otimizado para mais tecnologia obviamente monetizable, mas queria fazer a bola rolar uma grande variedade de usos potenciais para VR."Ajudar as pessoas com seus medos e dores são dois dos maiores presentes que você pode dar", diz Rothenberg. Retornos sociais importa muito, e não apenas os financeiros.
Mike Rothenberg, um verdadeiro nerd VR
Mike Rothenberg, um verdadeiro nerd VR
"Se você pode levar as pessoas a aprender mais rápido, melhor,  mais profundo, que a empatia é algo que eles vão levar com eles para sempre, e eles vão pagá-lo para a frente "as vigas investidores menino de rosto.  " Eu acho que essa é a forma mais eficaz de educação já criado ".
Se ele parece entusiasmado, você tem direito. Vi Rothenberg levar um headset VR torno festas e boates no Sundance Film Festival, ansiosamente furá-lo em todos, de diretores de cinema de Lil Jon. Ele é o tipo de cara que anda por aí dizendo coisas como "Com VR, a imaginação é a nossa única restrição."
É por isso que Rothenberg poderia ganhar muito na realidade virtual: é uma indústria de entusiastas. VR não é um negócio bastante ainda. É inventores e contadores de histórias nerding fora sobre o potencial para mudar a experiência humana.
Demora um geek VR para encontrar um geek VR.