Copiado!

Presentes para a mamãe se apaixonar







Bom, mas existem outras opções que podem nos fazer muito feliz! Se você vai presentear uma mamãe, que tal considerar minhas sugestões?


Separei algumas ideias para compartilhar aqui, coisas que ganhei ou comprei nos últimos meses e que me ajudaram ou me fizeram bem:


1- Mães são ocupadas, vivemos com várias questões na cabeça, sempre atentas a muitas coisas. Por isso, a minha melhor compra de 2016, sem dúvida, foi um daily planner para me ajudar a organizar as atividades da casa, das crianças e do trabalho.


2- Ah, a gente tá sempre precisando de um descanso! Que tal um vale day spa? Nunca havia vivido essa experiência e, agora que me apaixonei, vou querer repetir ao menos 1 vez no ano! Também pode ser um final de semana para descansar em algum lugar, uma viagem a dois ou com as amigas (se as crianças podem ficar sob os cuidados da família ou amigos). Isso renova a alma, não importa o destino.


3- Caderno de receita é sempre uma boa pedida, mesmo que a mamãe não seja uma mestre cuca. A ideia aqui é ter um livro de receitas especiais para se fazer com as crianças, uma espécie de recordação que vamos construindo ao longo dos anos. Fiz essa experiência. Comecei há 4 anos e nosso livro de receitas "de final de semana" é cheio de gostosuras e de marcas dos nossos momentos felizes. Lá tem a letra do Theo, desenhos dele, marcas de amassadinhos, coisas que sei que daqui há um tempo serão mais do que fofas, serão preciosas recordações.


Ideias de presentes que me agradariam muito receber novamente!


E como isso é uma coisa muito pessoal, gostaria de saber qual o seu presente dos sonhos? O que você gostaria de ganhar neste Natal?


Um beijo,


(Imagem: Shutterstock)





Presentes para a mamãe se apaixonar

Bom, mas existem outras opções que podem nos fazer muito feliz! Se você vai presentear uma mamãe, que tal considerar minhas sugestões?
Separei algumas ideias para compartilhar aqui, coisas que ganhei ou comprei nos últimos meses e que me ajudaram ou me fizeram bem:
1- Mães são ocupadas, vivemos com várias questões na cabeça, sempre atentas a muitas coisas. Por isso, a minha melhor compra de 2016, sem dúvida, foi um daily planner para me ajudar a organizar as atividades da casa, das crianças e do trabalho.
2- Ah, a gente tá sempre precisando de um descanso! Que tal um vale day spa? Nunca havia vivido essa experiência e, agora que me apaixonei, vou querer repetir ao menos 1 vez no ano! Também pode ser um final de semana para descansar em algum lugar, uma viagem a dois ou com as amigas (se as crianças podem ficar sob os cuidados da família ou amigos). Isso renova a alma, não importa o destino.
3- Caderno de receita é sempre uma boa pedida, mesmo que a mamãe não seja uma mestre cuca. A ideia aqui é ter um livro de receitas especiais para se fazer com as crianças, uma espécie de recordação que vamos construindo ao longo dos anos. Fiz essa experiência. Comecei há 4 anos e nosso livro de receitas "de final de semana" é cheio de gostosuras e de marcas dos nossos momentos felizes. Lá tem a letra do Theo, desenhos dele, marcas de amassadinhos, coisas que sei que daqui há um tempo serão mais do que fofas, serão preciosas recordações.
Ideias de presentes que me agradariam muito receber novamente!
E como isso é uma coisa muito pessoal, gostaria de saber qual o seu presente dos sonhos? O que você gostaria de ganhar neste Natal?
Um beijo,
(Imagem: Shutterstock)

As conquistas do primeiro ano de vida





Agora com a Mel ele completa um ciclo: um ano já em posse de tantas habilidades.


Acho incrível poder viver novas experiências todos os dias. É isso!  A maternidade me dá a oportunidade de realizar coisas novas, coisas pela primeira vez todos os dias, porque é assim na vida dos bebês, uma novidade, uma estreia e uma primeira vez todo dia. É muita emoção!


Há o cansaço, sim, mas passa tão rápido que na minha memória, sem dúvidas, guardo mais "delícias" do que "dilemas".


O primeiro ano é carregado de desafios. Vencemos o medo do parto natural, os desafios da amamentação e a primeira cirurgia que Mel precisou fazer, ainda aos 40 dias. Tivemos a primeira gripe e também a primeira viagem para a Disney!


Tivemos a primeira vez na praia, na fazenda. Vivemos todas as datas comemorativas do nosso calendário. Tivemos noites em claro, cama compartilhada - agora já não temos mais, Mel dorme em seu berço.


Tivemos e ainda temos os incômodos dos primeiros dentes nascendo. Vivemos as aventuras pela introdução alimentar, tantas novidades e novos sabores que até mesmo a nossa alimentação se transformou. É assim quando um bebê começa a comer.


Nossa família aprendeu a seguir um novo ritmo. Temos nova rotina e novos horários para atendê-la da melhor maneira mas, não fomos só nós que nos adaptamos a ela, Mel aprendeu a viver no nosso esquema.


Agora se aproxima o Natal, o primeiro que ela vai de fato aproveitar.


O primeiro ano de vida do bebê é assim, repleto de coisas "pela primeira vez" e é tão bom a essa altura da vida poder realizar uma estreia todos os dias. A vida com filhos é assim: ver coisas novas pelos olhos dos nossos filhos, sempre.





As conquistas do primeiro ano de vida

Agora com a Mel ele completa um ciclo: um ano já em posse de tantas habilidades.
Acho incrível poder viver novas experiências todos os dias. É isso!  A maternidade me dá a oportunidade de realizar coisas novas, coisas pela primeira vez todos os dias, porque é assim na vida dos bebês, uma novidade, uma estreia e uma primeira vez todo dia. É muita emoção!
Há o cansaço, sim, mas passa tão rápido que na minha memória, sem dúvidas, guardo mais "delícias" do que "dilemas".
O primeiro ano é carregado de desafios. Vencemos o medo do parto natural, os desafios da amamentação e a primeira cirurgia que Mel precisou fazer, ainda aos 40 dias. Tivemos a primeira gripe e também a primeira viagem para a Disney!
Tivemos a primeira vez na praia, na fazenda. Vivemos todas as datas comemorativas do nosso calendário. Tivemos noites em claro, cama compartilhada - agora já não temos mais, Mel dorme em seu berço.
Tivemos e ainda temos os incômodos dos primeiros dentes nascendo. Vivemos as aventuras pela introdução alimentar, tantas novidades e novos sabores que até mesmo a nossa alimentação se transformou. É assim quando um bebê começa a comer.
Nossa família aprendeu a seguir um novo ritmo. Temos nova rotina e novos horários para atendê-la da melhor maneira mas, não fomos só nós que nos adaptamos a ela, Mel aprendeu a viver no nosso esquema.
Agora se aproxima o Natal, o primeiro que ela vai de fato aproveitar.
O primeiro ano de vida do bebê é assim, repleto de coisas "pela primeira vez" e é tão bom a essa altura da vida poder realizar uma estreia todos os dias. A vida com filhos é assim: ver coisas novas pelos olhos dos nossos filhos, sempre.

Estamos criando uma geração solitária?





E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.


Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.


Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.


Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.


Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.


Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).


Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.


Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).


Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.


Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.


Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.


(Foto: 123RF)


Estamos criando uma geração solitária?

E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.
Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.
Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.
Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.
Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.
Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).
Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.
Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).
Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.
Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.
Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.
(Foto: 123RF)

Depressão pós-parto: precisamos falar sobre isso!


O problema não é tão raro assim, embora quase ninguém fale sobre ele. Mas é preciso ficar atenta e procurar ajuda (não, não é frescura!)





São mulheres que dividem comigo suas angústias, seus sofrimentos, amparadas por um certo anonimato - afinal, ao mesmo tempo em que estamos muito próximas, não nos conhecemos na vida real.


Dos relatos que recebo, certamente alguns dos mais tocantes estão relacionados à depressão pós-parto: um problema relativamente comum que aparece após o nascimento do bebê, e sobre o qual pouco se comenta por aí.


Quando digo que as pessoas não falam muito sobre isso, não estou me referindo a informações sobre a doença - essas são amplamente apresentadas em sites, livros, na televisão.


Estou falando do nosso círculo de amigas, das vizinhas, das mulheres da família, que dificilmente admitem que sentiram a doença na pele (parece que o pós-parto é uma fase tranquila para todo mundo, menos para você, não é?).


E aí você, que quase não consegue se levantar da cama depois de uma noite mal dormida cuidando do bebê, que chora dias e dias por meses, que não sabe mais o que fazer para afastar esse sentimento ruim, começa a achar que é a única mãe do planeta a vivenciar essa tristeza.


Com esse post eu queria fazer um alerta sobre o assunto: a depressão pós-parto existe, não é frescura, e também não pode ser confundida com baby blues (uma tristezinha muito comum, consequência da queda hormonal característica dessa fase, e também resultado das enormes adaptações que a mãe precisa fazer em sua vida após o nascimento de um filho. Eu tive e comentei sobre o tema aqui).


Ela, a depressão, normalmente não passa sozinha - é preciso procurar ajuda, muitas vezes fazer uso de medicamentos por um certo tempo, até que a recuperação aconteça.


Uma mulher com depressão pós-parto não consegue desempenhar seu papel de mãe como gostaria e se sente ainda mais frustrada (e culpada!).


Já ouvi confidências de mães que pensaram em sair de casa e abandonar tudo, tamanho era seu desespero. Já li mensagens de outras que relatavam ter raiva do próprio filho, porque não se conformavam com o sofrimento que sentiam depois do nascimento da criança.


Quando se chega a esse ponto, não espere, aja! Converse com sua família, abra o jogo, diga que não está dando conta - e se perdoe por isso, porque a culpa gerada é imensa!


Não é fraqueza procurar um médico, muito pelo contrário, é um exemplo de força pessoal, de quem se permite ser ajudada, para conseguir estar inteira, para cuidar do próprio filho.

Depressão pós-parto: precisamos falar sobre isso!

O problema não é tão raro assim, embora quase ninguém fale sobre ele. Mas é preciso ficar atenta e procurar ajuda (não, não é frescura!)

São mulheres que dividem comigo suas angústias, seus sofrimentos, amparadas por um certo anonimato - afinal, ao mesmo tempo em que estamos muito próximas, não nos conhecemos na vida real.
Dos relatos que recebo, certamente alguns dos mais tocantes estão relacionados à depressão pós-parto: um problema relativamente comum que aparece após o nascimento do bebê, e sobre o qual pouco se comenta por aí.
Quando digo que as pessoas não falam muito sobre isso, não estou me referindo a informações sobre a doença - essas são amplamente apresentadas em sites, livros, na televisão.
Estou falando do nosso círculo de amigas, das vizinhas, das mulheres da família, que dificilmente admitem que sentiram a doença na pele (parece que o pós-parto é uma fase tranquila para todo mundo, menos para você, não é?).
E aí você, que quase não consegue se levantar da cama depois de uma noite mal dormida cuidando do bebê, que chora dias e dias por meses, que não sabe mais o que fazer para afastar esse sentimento ruim, começa a achar que é a única mãe do planeta a vivenciar essa tristeza.
Com esse post eu queria fazer um alerta sobre o assunto: a depressão pós-parto existe, não é frescura, e também não pode ser confundida com baby blues (uma tristezinha muito comum, consequência da queda hormonal característica dessa fase, e também resultado das enormes adaptações que a mãe precisa fazer em sua vida após o nascimento de um filho. Eu tive e comentei sobre o tema aqui).
Ela, a depressão, normalmente não passa sozinha - é preciso procurar ajuda, muitas vezes fazer uso de medicamentos por um certo tempo, até que a recuperação aconteça.
Uma mulher com depressão pós-parto não consegue desempenhar seu papel de mãe como gostaria e se sente ainda mais frustrada (e culpada!).
Já ouvi confidências de mães que pensaram em sair de casa e abandonar tudo, tamanho era seu desespero. Já li mensagens de outras que relatavam ter raiva do próprio filho, porque não se conformavam com o sofrimento que sentiam depois do nascimento da criança.
Quando se chega a esse ponto, não espere, aja! Converse com sua família, abra o jogo, diga que não está dando conta - e se perdoe por isso, porque a culpa gerada é imensa!
Não é fraqueza procurar um médico, muito pelo contrário, é um exemplo de força pessoal, de quem se permite ser ajudada, para conseguir estar inteira, para cuidar do próprio filho.

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho


O tempo passa rápido demais. Por isso, a hora de falar é agora!



20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho



Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.


Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:


1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.


2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.


3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.


4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).


5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.


6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.


7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.


8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.


9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.


10) Que eu confio em você.


11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.


12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.


13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.


14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.


15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 


16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.


17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.


18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).


19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.


20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!





(Foto: Getty Images)


20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho

O tempo passa rápido demais. Por isso, a hora de falar é agora!

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho
Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.
Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:
1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.
2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.
3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.
4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).
5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.
6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.
7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.
8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.
9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.
10) Que eu confio em você.
11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.
12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.
13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.
14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.
15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 
16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.
17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.
18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).
19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.
20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!

(Foto: Getty Images)

Mãe é tudo igual? Ah, não é não!


Dizem que mãe só muda de endereço. Mas se você observar com maior cuidado, vai ver que a verdade é bem diferente!



Mãe é tudo igual? Ah, não é não!



Respondo mais de cinquenta mensagens por dia, sem falar em comentários nas redes sociais e no meu blog pessoal. Resumindo: eu conheço tantas mães que já não consigo estimar quantas são!


E todas as vezes em que escrevo um post com o qual as leitoras se identificam, fico pensando em quantas coisas todas nós, mães, temos em comum. Lutamos com unhas e dentes por um filho, e muitas vezes colocamos sua felicidade acima da nossa. Aguardamos sua chegada com ansiedade, nos desdobramos nos cuidados diários, choramos, rimos, nos orgulhamos... Sentimos que o melhor pagamento do mundo é um sorriso, e que não há nada que possa nos ferir mais do que sua lágrima. E pensando em todas essas reações, comuns a todas as mães que conheço, eu poderia chegar à conclusão de que o ditado "mães são todas iguais, só mudam de endereço" estaria certo. 


Mas quanto mais mergulho no mundo da maternidade, mais vejo que isso não é verdade. Somos todas muito diferentes uma da outra, com alguns pontos parecidos. Encaramos o parto, a amamentação, a educação de um filho com filtros culturais e ditados pela sociedade que nos rodeia. E isso faz cada uma de nós única - inclusive com um tempo e espaço definidos. Hoje, eu sou uma mãe para Catarina; amanhã, certamente, serei outra. E se tivesse um segundo filho, também seria uma mãe diferente para cada um deles.


Assim, cheguei à conclusão de que:


- Há mães que nunca teriam um parto normal, porque não podem pensar em sentir dor.


- Há mães que não cogitariam uma cesárea, porque acreditam que a melhor forma de trazer uma criança ao mundo seja sem uma cirurgia.


- Há mães que optaram pelo parto normal ou pela cesárea, mas tiveram que mudar de ideia na última hora.


- Há mães que amamentaram exclusivamente até os 6 meses de vida do bebê.


- Há mães que não amamentaram ou que complementaram o peito com leite artificial.


- Há mães que deixam o filho dormir em sua cama.


- Há mães que colocaram o filho no berço desde que ele chegou da maternidade.


- Há mães que acordam a noite inteira para amamentar o filho ou levá-lo ao banheiro.


- Há mães que dormem oito horas ininterruptas por dia desde que o filho tinha três meses de vida.


- Há mães que deixam o filho ganhar um jogo para que não fique triste.


- Há mães que não deixam o filho ganhar para ensiná-lo a perder.


- Há mães que continuam a usar maquiagem, salto alto e roupas da moda depois que o filho nasce.


- Há mães que passam a usar cara lavada e sapatilha e estão muito felizes com sua escolha.


- Há mães que não viajam sem os filhos, mesmo que tenham dez anos de idade.


- Há mães que deixam os filhos ainda bebês com o pai e pegam um voo para uma reunião em outra cidade.





Enfim, somos muito diferentes uma da outra, mas tem horas que só uma outra mãe para nos entender!





(Foto:Tobias Lindman/Creative Commons)


Mãe é tudo igual? Ah, não é não!

Dizem que mãe só muda de endereço. Mas se você observar com maior cuidado, vai ver que a verdade é bem diferente!

Mãe é tudo igual? Ah, não é não!
Respondo mais de cinquenta mensagens por dia, sem falar em comentários nas redes sociais e no meu blog pessoal. Resumindo: eu conheço tantas mães que já não consigo estimar quantas são!
E todas as vezes em que escrevo um post com o qual as leitoras se identificam, fico pensando em quantas coisas todas nós, mães, temos em comum. Lutamos com unhas e dentes por um filho, e muitas vezes colocamos sua felicidade acima da nossa. Aguardamos sua chegada com ansiedade, nos desdobramos nos cuidados diários, choramos, rimos, nos orgulhamos... Sentimos que o melhor pagamento do mundo é um sorriso, e que não há nada que possa nos ferir mais do que sua lágrima. E pensando em todas essas reações, comuns a todas as mães que conheço, eu poderia chegar à conclusão de que o ditado "mães são todas iguais, só mudam de endereço" estaria certo. 
Mas quanto mais mergulho no mundo da maternidade, mais vejo que isso não é verdade. Somos todas muito diferentes uma da outra, com alguns pontos parecidos. Encaramos o parto, a amamentação, a educação de um filho com filtros culturais e ditados pela sociedade que nos rodeia. E isso faz cada uma de nós única - inclusive com um tempo e espaço definidos. Hoje, eu sou uma mãe para Catarina; amanhã, certamente, serei outra. E se tivesse um segundo filho, também seria uma mãe diferente para cada um deles.
Assim, cheguei à conclusão de que:
- Há mães que nunca teriam um parto normal, porque não podem pensar em sentir dor.
- Há mães que não cogitariam uma cesárea, porque acreditam que a melhor forma de trazer uma criança ao mundo seja sem uma cirurgia.
- Há mães que optaram pelo parto normal ou pela cesárea, mas tiveram que mudar de ideia na última hora.
- Há mães que amamentaram exclusivamente até os 6 meses de vida do bebê.
- Há mães que não amamentaram ou que complementaram o peito com leite artificial.
- Há mães que deixam o filho dormir em sua cama.
- Há mães que colocaram o filho no berço desde que ele chegou da maternidade.
- Há mães que acordam a noite inteira para amamentar o filho ou levá-lo ao banheiro.
- Há mães que dormem oito horas ininterruptas por dia desde que o filho tinha três meses de vida.
- Há mães que deixam o filho ganhar um jogo para que não fique triste.
- Há mães que não deixam o filho ganhar para ensiná-lo a perder.
- Há mães que continuam a usar maquiagem, salto alto e roupas da moda depois que o filho nasce.
- Há mães que passam a usar cara lavada e sapatilha e estão muito felizes com sua escolha.
- Há mães que não viajam sem os filhos, mesmo que tenham dez anos de idade.
- Há mães que deixam os filhos ainda bebês com o pai e pegam um voo para uma reunião em outra cidade.

Enfim, somos muito diferentes uma da outra, mas tem horas que só uma outra mãe para nos entender!

(Foto:Tobias Lindman/Creative Commons)

Estamos criando uma geração solitária?


Estamos criando uma geração solitária? E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.


Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.


Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.


Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.


Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.


Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).


Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.


Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).


Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.


Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.


Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.

Estamos criando uma geração solitária?

Estamos criando uma geração solitária? E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.
Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.
Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.
Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.
Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.
Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).
Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.
Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).
Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.
Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.
Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.

As invenções que tornam a maternidade mais fácil



Há 50 anos, as mulheres não contavam com a tecnologia avançada que
nós temos à disposição, o que tomava muito mais tempo e tornava a
maternidade ainda mais exaustiva. A começar pela fralda de pano.


“Já imaginou o trabalho que dava trocar e lavar as fraldas de pano,
depois colocá-las para estender e esperar secar? E quem tem mais de um
filho, já pensou?”, pontua Aline Urh Iacona, 40 anos, aviária e
aliviadíssima por não ter que passar esse sufoco com o filho.


As fraldas descartáveis começaram a ser usadas nos anos 40, facilitando a vida das mães e aumentando o bem-estar dos bebês.


Antes disso, tudo era à base do pano, que oferecia risco de
proliferar fungos e bactérias e era mais suscetível às assaduras. Com a
descartável, você apenas higieniza o bumbum e joga a fralda no lixo.
Imagina sua vida sem ela?


Isso sem contar que a própria fralda já passou (e continua passando) por tantas evoluções.
Hoje existem até versões no formato de calcinha e cuequinha, que são
“vestidas” nas crianças, justamente para facilitar o dia a dia das
mamães.


A invenção da fralda descartável traz à tona outra grande ideia do
século. Poucas mães se ligam no conceito, mas são extremamente
necessárias. Estamos falando da máquina de lavar. Se tiver secadora
junto, melhor ainda.


“Nunca amei tanto minha máquina de lavar quanto depois que tive
filhos. Fiz um enxoval bem enxuto, pois a minha máquina lava e seca de
um dia para outro, o que me permitia ter menos roupas e economizar na
compra. Depois, quando  os pequenos foram para a escola, era a mesma
coisa: três mudas de uniforme dão conta da semana inteira. Nem me
preocupo se está frio e se alguma coisa não vai secar”, conta Gabriela
Cabrera, 29 anos, designer.


E os adventos high-tech não ficam por aí, não. Algumas babás eletrônicas são verdadeiras aliadas nos cuidados com os bebês.


“Minha babá eletrônica tem microfone, então, quando os pequenos
acordam e me chamam, eu nem levanto da cama, só falo para dormirem
novamente. Acho ótimo por que derruba aquela neurose de ter que levantar
no meio da noite para ver se estão respirando. E a minha ainda tem
controle de temperatura, então sei se estão com frio ou calor”, conta
Marcela Mardegan, 30 anos, assistente financeira.


Na casa de Mariana Fonseca, 34 anos, o esterilizador de micro-ondas é
o rei do pedaço. “Uso esse esterilizador direto. Quando vou para a casa
dos meus sogros, no interior, eles não têm e fico até com preguiça.
Ferver mamadeira e chupeta no fogão queima a mão, demora etc”, desabafa a
personal trainer.


Já para Denise Pereira, 37 anos, o “moisés” era indispensável quando o
filho ainda era um bebê. “Nada melhor do que a cadeirinha na hora de
ficar balançando para fazer o bebê dormir. Economiza um tempão. Enquanto
a cadeira balançava, eu fazia outra atividade e o Fernando dormia
tranquilo”, conta a recursos humanos.


Já está imaginando sua vida sem essas engenhocas? Outra bem
revolucionária foi a que nasceu para tirar as mulheres da cozinha, a
papinha industrializada. Atrás dela vem outro aliado, o leite em pó.


“Não há nada melhor do que a invenção do leite em pó. Primeiro por
que não apodrece se ficar fora da geladeira, não ocupa espaço e hoje a
maioria é supervitaminada. Acostumei meu filho, desde que largou o
peito, a tomar o leite frio mesmo, na temperatura ambiente, assim como o
seio da mãe. Aí depois foi a vez das papinhas, que seguem o mesmo
padrão de praticidade. Sei que o melhor é dar alimentos caseiros, mas
quando a gente sai, nem sempre a sopinha feita em casa fica fresquinha.
Então é só abrir um potinho e tascar a colher”, opina Mariana Nunes, 35
anos, advogada.


Por fim, tem algo que torna a vida das mães não apenas mais prática,
mas também mais feliz. Lembra quando você vai à casa da sua mãe e ela
abre o álbum de fotos? Pois é.


Na nossa época, essa era a única maneira de registrar momentos: com
filmes de 12, 24 ou 36 poses e, se alguma saísse ruim, era só lamentar o
fato.


“Hoje eu tiro umas 20 fotos por dia do meu filho e depois posso
escolher qual ficou melhor para apagar as demais. Imagina ter que fazer
isso há anos e gastar dinheiro, esperar revelar para ver como a foto
ficou? Antes dos 2 anos do João, eu já tinha 4 mil fotos no meu
smartphone, número muito maior de fotos do que o que tenho reveladas na
vida toda. Às vezes, passo horas dedilhando no touch para rever momentos especiais”, finaliza Marcela Dias, publicitária.


(Foto: Getty Images)

As invenções que tornam a maternidade mais fácil

Há 50 anos, as mulheres não contavam com a tecnologia avançada que nós temos à disposição, o que tomava muito mais tempo e tornava a maternidade ainda mais exaustiva. A começar pela fralda de pano.
“Já imaginou o trabalho que dava trocar e lavar as fraldas de pano, depois colocá-las para estender e esperar secar? E quem tem mais de um filho, já pensou?”, pontua Aline Urh Iacona, 40 anos, aviária e aliviadíssima por não ter que passar esse sufoco com o filho.
As fraldas descartáveis começaram a ser usadas nos anos 40, facilitando a vida das mães e aumentando o bem-estar dos bebês.
Antes disso, tudo era à base do pano, que oferecia risco de proliferar fungos e bactérias e era mais suscetível às assaduras. Com a descartável, você apenas higieniza o bumbum e joga a fralda no lixo. Imagina sua vida sem ela?
Isso sem contar que a própria fralda já passou (e continua passando) por tantas evoluções. Hoje existem até versões no formato de calcinha e cuequinha, que são “vestidas” nas crianças, justamente para facilitar o dia a dia das mamães.
A invenção da fralda descartável traz à tona outra grande ideia do século. Poucas mães se ligam no conceito, mas são extremamente necessárias. Estamos falando da máquina de lavar. Se tiver secadora junto, melhor ainda.
“Nunca amei tanto minha máquina de lavar quanto depois que tive filhos. Fiz um enxoval bem enxuto, pois a minha máquina lava e seca de um dia para outro, o que me permitia ter menos roupas e economizar na compra. Depois, quando  os pequenos foram para a escola, era a mesma coisa: três mudas de uniforme dão conta da semana inteira. Nem me preocupo se está frio e se alguma coisa não vai secar”, conta Gabriela Cabrera, 29 anos, designer.
E os adventos high-tech não ficam por aí, não. Algumas babás eletrônicas são verdadeiras aliadas nos cuidados com os bebês.
“Minha babá eletrônica tem microfone, então, quando os pequenos acordam e me chamam, eu nem levanto da cama, só falo para dormirem novamente. Acho ótimo por que derruba aquela neurose de ter que levantar no meio da noite para ver se estão respirando. E a minha ainda tem controle de temperatura, então sei se estão com frio ou calor”, conta Marcela Mardegan, 30 anos, assistente financeira.
Na casa de Mariana Fonseca, 34 anos, o esterilizador de micro-ondas é o rei do pedaço. “Uso esse esterilizador direto. Quando vou para a casa dos meus sogros, no interior, eles não têm e fico até com preguiça. Ferver mamadeira e chupeta no fogão queima a mão, demora etc”, desabafa a personal trainer.
Já para Denise Pereira, 37 anos, o “moisés” era indispensável quando o filho ainda era um bebê. “Nada melhor do que a cadeirinha na hora de ficar balançando para fazer o bebê dormir. Economiza um tempão. Enquanto a cadeira balançava, eu fazia outra atividade e o Fernando dormia tranquilo”, conta a recursos humanos.
Já está imaginando sua vida sem essas engenhocas? Outra bem revolucionária foi a que nasceu para tirar as mulheres da cozinha, a papinha industrializada. Atrás dela vem outro aliado, o leite em pó.
“Não há nada melhor do que a invenção do leite em pó. Primeiro por que não apodrece se ficar fora da geladeira, não ocupa espaço e hoje a maioria é supervitaminada. Acostumei meu filho, desde que largou o peito, a tomar o leite frio mesmo, na temperatura ambiente, assim como o seio da mãe. Aí depois foi a vez das papinhas, que seguem o mesmo padrão de praticidade. Sei que o melhor é dar alimentos caseiros, mas quando a gente sai, nem sempre a sopinha feita em casa fica fresquinha. Então é só abrir um potinho e tascar a colher”, opina Mariana Nunes, 35 anos, advogada.
Por fim, tem algo que torna a vida das mães não apenas mais prática, mas também mais feliz. Lembra quando você vai à casa da sua mãe e ela abre o álbum de fotos? Pois é.
Na nossa época, essa era a única maneira de registrar momentos: com filmes de 12, 24 ou 36 poses e, se alguma saísse ruim, era só lamentar o fato.
“Hoje eu tiro umas 20 fotos por dia do meu filho e depois posso escolher qual ficou melhor para apagar as demais. Imagina ter que fazer isso há anos e gastar dinheiro, esperar revelar para ver como a foto ficou? Antes dos 2 anos do João, eu já tinha 4 mil fotos no meu smartphone, número muito maior de fotos do que o que tenho reveladas na vida toda. Às vezes, passo horas dedilhando no touch para rever momentos especiais”, finaliza Marcela Dias, publicitária.
(Foto: Getty Images)

6 coisas que fiz com meu primeiro bebê e não vou repetir agora

Como já contei antes, passei por toda essa gestação de maneira bem mais leve, com menos ansiedade e desde já corrigindo alguns erros que cometi nas outras vezes. Ganhei menos peso e me exercitei muito mais.
Fui mais saudável de modo geral, me preparei, corri atrás de informações. Me sinto muito mais preparada agora, apesar de saber que cada parto é um, cada bebê é único. Sei que posso enfrentar o que vem pela frente!
Ah, e o melhor está por vir!
Logo começam os cuidados com o novo bebê por aqui e, quando penso em como foi das outras vezes, me pego até rindo. Quanta inexperiência, mesmo quando eu acreditava estar cheia de razão... Quanta insegurança e falta de informação.
Esse é o cenário perfeito para nos perdemos em meio a conselhos e experiências que nada têm a ver com nossa rotina. A gente acaba se espelhando em uma realidade que não combina com nossa!
Fiz até uma lista do que não pretendo repetir quando o assunto for:
1 - Amamentação. Me desgastei tanto com preocupações com a questão da amamentação que cada mamada se tornava uma batalha! Hoje sei que a livre demanda é minha aliada, e não inimiga. Não preciso ficar contabilizando os mililitros que o bebê ingeriu ou acordá-lo religiosamente no horário marcado mesmo que ele não me solicite. Essas neuras não me acompanharão nessa terceira viagem pela maternidade.
2 - Sono. Colocar o bebê em um quarto longe de mim não me parece coerente agora, já que a inteção é amamentá-lo quando ele quiser. Por que levantar a noite toda? Parece inteligente para você? Pois é, eu já fiz isso e foi tão cansativo! Hoje me pergunto o motivo que me levou a fazer isso por duas vezes e acabo concluindo que só pode ser o fato de ter sonhado tanto com um bebê naquele berço aliado ao medo (e palpites) de que o bebê ficasse "mimado" por dormir ao meu lado. Quanta bobeira!
3 - Ajuda. Sempre senti que era minha total responsabilidade cuidar de tudo depois que o bebê viesse para casa. Além dos cuidados com a criança, parece que tive a necessidade de cuidar de todo o resto, da casa, da rotina, como antes. No fim das contas me parecia mais com um zumbi do que com uma mulher, super mal-humorada e sobrecarregada. Hoje sei que posso - e devo - me permitir receber ajuda de qualquer tipo e a qualquer hora de quem se oferecer. Aceitar uma mão amiga não desmerece meu lado maternal, não me diminui e não quer dizer que não posso dar conta. Vou aproveitar todo "colo amigo" que aparecer e descansar o máximo que eu puder! Mãe feliz, bebê feliz ... certo?
4 - Enxoval. Comprar "rios" de roupas e coisas desnecessárias não fazem mais parte da minha realidade. Já contei nesse post sobre isso. Errei feio e gastei muito dinheiro desnecessário. Ah, e para usar tudo e deixar registrado, cheguei a trocar várias vezes o bebê só para sair com todo o enxoval nas fotos. Quem nunca? Não me orgulho, mas eu já fiz isso!
5 - Saídas. Não pretendo carregar o mundo em uma mala a cada saída. Com minha primeira filha era assim: muita tralha desncessária para ir até a esquina, até laço extra carregava, caso ela perdesse o que usava. Já falei que ela era quase careca? Pois era, ainda tem esse detalhe! Cada passeio era uma minimudança e isso era bem desgastante, tanto na ida quanto na volta. Tornava uma coisa simples em algo interminável e cansativo - isso quando, por preguiça, eu acabava até mesmo desisitindo de certos programas. Já sei que é possível ser uma pessoa bem mais "leve" agora e sei exatemente o que é essencial. É tudo uma questão de experiência e, claro, bom senso. O último item me faltou como mãe de primeira viagem!
6 - Viagens. Com os outros bebês eu acreditava que viagens eram motivos de preocupação e até mesmo impedimento para realizar alguns sonhos. Como um item impossível, deixei de fazer algumas boas viagens por acreditar que o destino não era lugar para criança. Com o tempo fui aprendendo que, quanto mais tornamos parte da rotina do bebê algo diferente, mais ele se acostuma e certas situações que acreditamos que poderiam se tornar caóticas, aos poucos, se tornam naturais. O mundo é lindo e lugar de criança é o conhecendo de perto. Portanto, esse bebê que logo chegará irá nos acompanhar desde muito cedo pelos nossos próximos destinos. E olhem, já temos até planos para logo depois que ela chegar!
(Foto: ShutterStock)

20 coisas que você não pode deixar de dizer ao seu filho

Minha filha me perguntou, então: "por que ela não gosta mais de mim?". Expliquei que não era isso o que havia acontecido - que elas continuavam amigas, que voltariam a brincar, e que ela também poderia procurar a companhia de tantas outras crianças bacanas de sua classe. Mas me partiu o coração vê-la triste - e esse foi o estopim para que eu começasse a pensar em tudo o que eu gostaria de dizer para que minha filha soubesse um pouco mais sobre a vida.

Porque, no fundo, tudo o que nossos pais nos contam marcam profundamente nossa percepção sobre o mundo. É como se essas frases se tornassem o "grilo falante", aquela voz que nos lembra de onde viemos, qual é o nosso papel no mundo, e, principalmente, o quanto somos amados, nos momentos de dificuldade. Por isso, filha, eu gostaria que você soubesse:

1) Que eu te amo exatamente como você é - e que você não precisa ser diferente para que eu a ame mais, pois isso seria impossível.

2) Que você tem um porto seguro em casa, e que você pode voltar sempre (SEMPRE!) que precisar.

3) Que nem todos os dias da sua vida serão felizes, e que, mesmo assim, está tudo bem. Porque depois de uma fase difícil, sempre haverá um dia com o céu azul.

4) Que tudo bem ficar triste de vez em quando, e que isso acontece com todo mundo (inclusive comigo).

5) Que os seres humanos sentem raiva, e que você também terá esse sentimento. Nesse momento, o melhor remédio é tentar se colocar no lugar do outro, entender seus motivos e perdoá-lo.

6) Que não basta perdoar os outros, é preciso, principalmente, aprender a perdoar as próprias falhas.

7) Que eu escuto quando você fala. Certo, há momentos em que estou doida, fazendo dez coisas ao mesmo tempo, mas se você me der cinco minutos, me organizarei para ouvir apenas o que você tem para me contar.

8) Que você não precisa ter pressa. Leve o tempo que for preciso, mas faça bem feito.

9) Que você é forte - mesmo que pense o contrário.

10) Que eu confio em você.

11) Que tenho orgulho de ser sua mãe.

12) Que nem todas as pessoas de quem você virá a gostar, também gostarão de você. Mas saiba que aquelas que realmente valem a pena te amarão de verdade.

13) Que você pode chorar. É melhor do que guardar a mágoa dentro de você.

14) Que tudo bem pedir ajuda de vez em quando. E que você não é uma pessoa pior, ou mais fraca, por admitir que não consegue fazer sozinha.

15) Que você pode (e deve) mudar de ideia, se perceber que está no caminho errado. 

16) Que você não é perfeita, assim como eu também não sou.

17) Que você pode, um dia, magoar alguém. E que a primeira coisa que você deve fazer é se desculpar.

18) Que você tem valor, e que você não deve deixar que alguém diga o contrário nunca (NUNCA!).

19) Que você é valente - posso ver isso em seu coração. Olhe lá dentro sempre que sentir medo, que você verá isso também.

20) Que estou feliz por você ter nascido. E que você fez minha vida muito melhor!

Cronograma de uma gravidez tranquila

Não é uma regra, mas o corre-corre para preparar a chegada de um filho é quase inevitável. 

Mesmo estando na terceira viagem, ainda me pego fazendo listas mentais e com um certo frio na barriga quando percebo que não dará tempo de fazer isso ou aquilo. Será que conseguiremos deixar tudo pronto para a chegada da nossa terceira bebê? 

Eu me programei muito desde o início e, ainda sim, posso te dizer que há providências que deixei de tomar e coisas que já gostaria que estivessem prontas, mas devido às loucuras do dia dia, não estão.

Acho que essa ansiedade é comum entre nós, gestantes, e pensando nisso elaborei um pequeno guia de providências a serem tomadas mês a mês para que nada fique para trás. 

Algumas coisas, como disse, senti na pele não ter feito, já que agora a barriga começa a pesar e a disposição já não é a mesma. Outras pretendo colocar em prática para poder curtir o finalzinho dessa espera como ela merece: com serenidade e paz. 

No primeiro trimestre muita gente só nota a gestação depois de algumas semanas. Eu já desconfiava quando estava na quinta semana e comprovei na sétima. Até o terceiro mês (1 a 12 semanas) vivemos as emoções da descobertas e é fácil dispersar a atenção e deixar os dias correrem em meia a tanta alegria.

É também a fase que temos sono e que somos acometidas pelo enjoos (não é uma condição geral; se não for seu caso, sortuda!), portanto, é uma fase que podemos tomar algumas decisões que não exijam tanto esforço físico: 

  • Defina seu médico 
  • Realize todos os exames 
  • Decida-se por fazer exercícios 
  • Comece a fazer a drenagem linfática (consulte seu médico) 

O segundo trimestre (13 a 26 semanas) é a melhor fase da gestação! Passados os enjoos (no meu caso, nem tanto, pois eles me acompanharam, mas me sentia mais disposta!), sentimos a diminuição da sonolência e uma muita energia pode ser notada! É, na minha opinião, a hora ideal para arregaçar as mangas e correr para resolver tudo que envolva esforço físico: 

  • Hora de saber o sexo do bebê
  • Definir o nome (pois é... tô aconselhando a fazer isso, mas eu mesma ainda não consegui; esse nome simplesmente não aparece!! rsrs)  
  • Começar a decorar o quarto  
  • Comprar o enxoval (ou boa parte dele) 
  • Se você trabalha, é uma boa hora para se informar sobre quem te substituirá e como funcionará todo o processo para sua licença-maternidade
  • Visitar a maternidade e saber tudo o que será necessário para sua entrada
  • Hora ideal para uma viagem a dois (passeio ou para fazer enxoval), pois depois do sétimo mês muitas companhias aéreas não permitem mais que as gestantes viajem
  • Definir lembrancinhas e tudo mais que queira realizar de trabalhos manuais, como o que colocar na porta da maternidade

O terceiro trimestre (27 a 40 semanas) é tecnicamente a reta final e, teoricamente, a hora em que nós, gestantes, deveríamos estar com tudo OK e descansando! Mas a realidade, muitas vezes, passa longe disso, né? 

É aquela hora de curtir a espera, o quartinho arrumado e: 

  • Deixar o enxoval lavado 
  • Malas prontas (sua, do bebê e do papai) 
  • Organizar um chá de bebê 
  • Se preparar para o pós-parto, definir quem te ajudará nesse período
  • Ler muito, fazer cursos de gestantes ou participar de grupos de apoio ao parto

E claro, o ideal é cada gestante montar seu próprio cronograma de acordo com a sua rotina. Esse é o meu ideal e uma dica para nortear a sua lista de afazeres!