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Dicas para escolher o berço do bebê



Nesse cantinho dos sonhos vamos passar boa parte do nosso tempo com o pequeno e lá viveremos muitos momentos juntos. O grande astro desse cenário encantado é sem dúvida o berço.


Existem tantas opções desse item no mercado. São muitas cores, formatos, tipos... Parece uma tarefa simples escolher um modelo, mas, além de beleza e formato, o que mais importa é a segurança! Isso é o que precisa ser levado em conta na hora da escolha do berço do bebê.


Você sabe em que deve prestar atenção no momento de comprar um berço?


1- Tipos de grades
Houve uma mudança no início do ano na regulamentação. Pelas novas regras foram proibidos os berços com grade móvel, sendo permitidos somente a fabricação de grades fixas. As marcas terão 24 meses para se adequar. Calma, se você já comprou um berço com esse tipo de grade saiba que essa regra é apenas mais uma precaução de segurança e, na grande maioria, os berços desse tipo são seguros, não precisa deixar de usar. Uma dica legal é deixar a grade móvel travada e virada para parede, assim o bebê corre menos risco.


2- Distância entre as grades
O Inmetro determina que a distância entre as ripas da grade dos berços seja de no máximo 6,5 cm e no mínimo de 4,5cm. Essa distância é determinada para que pés, mãos, pernas ou braços dos bebês não corram o risco de ficarem presos em uma eventualidade.


3- Pintura
Quem já tem mais de um filho sabe bem que chega uma certa idade e o berço vira o mordedor preferido dos bebês (quando começam a se apoiar, ficando de pé, os pequenos acabam mordiscando as grades). Pois é, o tipo de tinta usado precisa ser segura, resistente e totalmente atóxica.


4- Altura da grade
Por falar em bebê ficando de pé, todo mundo sabe da importância de prever o próximo passo de desenvolvimento das crianças. Por isso, é muito importante que a altura entre o estrado e a lateral do berço seja de, no mínimo, 60 centímetros. Isso evitará que o bebê consiga pular.


5- Certificação
Mesmo com todas as dicas que você acabou de ler, tenha a certeza que o fabricante do berço que você pretende comprar segue todas as normas do Inmetro na sua produção. Isso evitará problemas futuros de segurança. Para saber mais sobre as novas normas, acesse aqui.


Dicas para escolher o berço do bebê

Nesse cantinho dos sonhos vamos passar boa parte do nosso tempo com o pequeno e lá viveremos muitos momentos juntos. O grande astro desse cenário encantado é sem dúvida o berço.
Existem tantas opções desse item no mercado. São muitas cores, formatos, tipos... Parece uma tarefa simples escolher um modelo, mas, além de beleza e formato, o que mais importa é a segurança! Isso é o que precisa ser levado em conta na hora da escolha do berço do bebê.
Você sabe em que deve prestar atenção no momento de comprar um berço?
1- Tipos de grades
Houve uma mudança no início do ano na regulamentação. Pelas novas regras foram proibidos os berços com grade móvel, sendo permitidos somente a fabricação de grades fixas. As marcas terão 24 meses para se adequar. Calma, se você já comprou um berço com esse tipo de grade saiba que essa regra é apenas mais uma precaução de segurança e, na grande maioria, os berços desse tipo são seguros, não precisa deixar de usar. Uma dica legal é deixar a grade móvel travada e virada para parede, assim o bebê corre menos risco.
2- Distância entre as grades
O Inmetro determina que a distância entre as ripas da grade dos berços seja de no máximo 6,5 cm e no mínimo de 4,5cm. Essa distância é determinada para que pés, mãos, pernas ou braços dos bebês não corram o risco de ficarem presos em uma eventualidade.
3- Pintura
Quem já tem mais de um filho sabe bem que chega uma certa idade e o berço vira o mordedor preferido dos bebês (quando começam a se apoiar, ficando de pé, os pequenos acabam mordiscando as grades). Pois é, o tipo de tinta usado precisa ser segura, resistente e totalmente atóxica.
4- Altura da grade
Por falar em bebê ficando de pé, todo mundo sabe da importância de prever o próximo passo de desenvolvimento das crianças. Por isso, é muito importante que a altura entre o estrado e a lateral do berço seja de, no mínimo, 60 centímetros. Isso evitará que o bebê consiga pular.
5- Certificação
Mesmo com todas as dicas que você acabou de ler, tenha a certeza que o fabricante do berço que você pretende comprar segue todas as normas do Inmetro na sua produção. Isso evitará problemas futuros de segurança. Para saber mais sobre as novas normas, acesse aqui.

As conquistas do primeiro ano de vida





Agora com a Mel ele completa um ciclo: um ano já em posse de tantas habilidades.


Acho incrível poder viver novas experiências todos os dias. É isso!  A maternidade me dá a oportunidade de realizar coisas novas, coisas pela primeira vez todos os dias, porque é assim na vida dos bebês, uma novidade, uma estreia e uma primeira vez todo dia. É muita emoção!


Há o cansaço, sim, mas passa tão rápido que na minha memória, sem dúvidas, guardo mais "delícias" do que "dilemas".


O primeiro ano é carregado de desafios. Vencemos o medo do parto natural, os desafios da amamentação e a primeira cirurgia que Mel precisou fazer, ainda aos 40 dias. Tivemos a primeira gripe e também a primeira viagem para a Disney!


Tivemos a primeira vez na praia, na fazenda. Vivemos todas as datas comemorativas do nosso calendário. Tivemos noites em claro, cama compartilhada - agora já não temos mais, Mel dorme em seu berço.


Tivemos e ainda temos os incômodos dos primeiros dentes nascendo. Vivemos as aventuras pela introdução alimentar, tantas novidades e novos sabores que até mesmo a nossa alimentação se transformou. É assim quando um bebê começa a comer.


Nossa família aprendeu a seguir um novo ritmo. Temos nova rotina e novos horários para atendê-la da melhor maneira mas, não fomos só nós que nos adaptamos a ela, Mel aprendeu a viver no nosso esquema.


Agora se aproxima o Natal, o primeiro que ela vai de fato aproveitar.


O primeiro ano de vida do bebê é assim, repleto de coisas "pela primeira vez" e é tão bom a essa altura da vida poder realizar uma estreia todos os dias. A vida com filhos é assim: ver coisas novas pelos olhos dos nossos filhos, sempre.





As conquistas do primeiro ano de vida

Agora com a Mel ele completa um ciclo: um ano já em posse de tantas habilidades.
Acho incrível poder viver novas experiências todos os dias. É isso!  A maternidade me dá a oportunidade de realizar coisas novas, coisas pela primeira vez todos os dias, porque é assim na vida dos bebês, uma novidade, uma estreia e uma primeira vez todo dia. É muita emoção!
Há o cansaço, sim, mas passa tão rápido que na minha memória, sem dúvidas, guardo mais "delícias" do que "dilemas".
O primeiro ano é carregado de desafios. Vencemos o medo do parto natural, os desafios da amamentação e a primeira cirurgia que Mel precisou fazer, ainda aos 40 dias. Tivemos a primeira gripe e também a primeira viagem para a Disney!
Tivemos a primeira vez na praia, na fazenda. Vivemos todas as datas comemorativas do nosso calendário. Tivemos noites em claro, cama compartilhada - agora já não temos mais, Mel dorme em seu berço.
Tivemos e ainda temos os incômodos dos primeiros dentes nascendo. Vivemos as aventuras pela introdução alimentar, tantas novidades e novos sabores que até mesmo a nossa alimentação se transformou. É assim quando um bebê começa a comer.
Nossa família aprendeu a seguir um novo ritmo. Temos nova rotina e novos horários para atendê-la da melhor maneira mas, não fomos só nós que nos adaptamos a ela, Mel aprendeu a viver no nosso esquema.
Agora se aproxima o Natal, o primeiro que ela vai de fato aproveitar.
O primeiro ano de vida do bebê é assim, repleto de coisas "pela primeira vez" e é tão bom a essa altura da vida poder realizar uma estreia todos os dias. A vida com filhos é assim: ver coisas novas pelos olhos dos nossos filhos, sempre.

Babymoon, a lua de mel antes do novo bebê chegar

Muito trabalho e horas insones virão com a chegada do novo bebê. Descansar, antes de tudo isso, pode aumentar a cumplicidade do casal e render boas recordações.

Eu escolhi fazer uma pausa de uma semana. Nossa babymoon está marcada para o final do mês, quando completarei 30 semanas, mas a ideia era ter feito essa viagem antes. Com isso, acabamos mudando o destino por conta das semanas avançadas.

Inicialmente, a ideia era fazer uma viagem mais longa e para lugares distantes e, depois de muito pesquisar, preferimos uma viagem mais curta e próxima.

Decidimos por uma semana em Trancoso, na Bahia. A ideia é mesmo relaxar e descansar e não viver uma maratona de passeios e visitas a lojas e museus nessa altura do campeonato em que a barriga já está começando a pesar!

Aliás, destinos paradisíacos são perfeitos para uma babymoon! Mas nada impede unir útil ao agradável e escolher lugares onde pode-se aproveitar para fazer o enxoval do bebê, por exemplo.

Reuni algumas dicas durante minhas pesquisas para auxiliar quem também quer ter momentos de descanso antes da chegada do bebê.

Grávidas X aviões
Gestantes podem voar tranquilamente, desde que estejam em boas condições de saúde. Conversei com minha médica antes e tenho um atestado de que está tudo ok. Ela indicou o uso de uma meia-calça de compressão para evitar varizes durante o voo, mesmo que seja curto. Dê preferência para os destinos com poucas horas de voo. Já é difícil para qualquer um passar muitas horas em aeronaves, imagine para nós, grávidas!

Minha médica me recomendou o uso de meias de compressão durante os voos para evitar varizes e coágulos. É uma precaução e não custa nada seguir a recomendação! Também informe-se na companhia aéra sobre as condições para o embarque! Há empresas que pedem os atestados para gestantes com gravidez mais avançada por causa de risco de prematuros e só permitem o embarque após 36 semanas com a presença de um médico.

A escolha do destino
Escolha o destino ideal, dependendo da sua idade gestacional. Se eu tivesse optado por essa viagem antes teria aproveitado para fazer o enxoval da baby fora, por exemplo. Como só conseguimos uma folga agora, a melhor opção foi escolher um destino mais tranquilo, pois a barriga já está grande e eu já não tenho a mesmo agilidade do ínicio. Além disso, nesse momento, já tenho quase tudo preparado e não valeria a pena o desgaste.

Relaxe
Aproveite para descansar e relaxar muito. Ter toda a atenção voltada para o seu companheiro pode fortalecer muito a relação nesse momento tão mágico e, ao mesmo tempo, turbulento!


O que farei diferente para a chegada do novo bebê

Essa é minha terceira viagem pela maternidade e ainda me assusto com algumas situações como qualquer mãe de primeira viagem. Acredito que isso aconteça porque cada gestação é única, assim como cada bebê tem suas necessidades próprias.

Não é porque o primogênito foi supercalmo que o segundinho seguirá a mesma regra, mesmo que você siga os mesmos passos de cuidados e rotina.

Isso sei que não consigo mudar e o desconhecido, o medo, do que vem por aí, têm me acompanhado.

Por outro lado, ter essa bagagem de experiência me deixa mais decidida em alguns aspectos: sei bem o que farei diferente.

Se não posso garantir o sucesso em algumas ocasiões, sei que posso evitar desgastes (e porque que não dizer desastres) nessa terceira vez.

Por que cedemos a tanta pressão? Por que perdemos tanto tempo comprando coisas que nem sabemos se será necessário usar? E qual o motivo de escutarmos tantas opiniões?

Respondendo a essas perguntas, percebo um mundo de energia gasta sem necessidade. Um tempo precioso jogado fora e muito dinheiro mal empregado.

Eu já sei que não quero um quarto na maternidade lotado de pessoas assim que minha filha nascer portanto estou dispensando o aparato de recepção que montei nas outras vezes.

Francamente, já passei por isso duas vezes e não curti nada ter que ficar fazendo sala em um momento tão frágil, delicado e íntimo.

Lembrancinhas, farei apenas algumas, para os amigos e familiares que virão visitar em casa nos primeiros dias, algo simples. Não precisamos de um show precisamos de sossego.

Já cortei para menos da metade a minha lista de compras para esse bebê. Ela ganhará muitas coisas, nossa família sempre passa e repassa muitos itens para bebês, então, qual a necessidade de gastar aos tubos se você pode pegar emprestado muitos deles?

Seguindo esse raciocínio, economizei em itens básicos do enxoval... Nada de roupas até a criança ter 15 anos! Nem tenho espaço para guardar tantas peças. A prioridade aqui foram as peças até tamanho M, por agora.

Quando a bebê estiver usando P, comprarei as de tamanho G e assim por diante. É bem engraçado quando analiso o que comprei para a minha primeira filha um enxoval tão completo e cheio de supérfluos que entopem os armários.

Já o enxoval do Theo foi mais enxuto, mas como era um menino, tão desejado, achei necessário comprar 4 saídas de maternidade. Todas lindas, quentes demais e nada práticas. Sem dúvida alcançarei a excelência em compras dessa terceira vez! Não se pode errar tanto tendo uma terceira oportunidade, não é?

Também diminuí muito as expectativas e, assim, pretendo economizar nas frustrações.

O bebê dividirá o quarto com o irmão mais velho, mas isso acontecerá sem pressa. No início ficará no meu quarto. Das outras vezes fiz como achava certo e sofri demais levantando-os milhões de vezes, já que amamentei os dois em livre demanda desde sempre.

Como a ideia é fazer o mesmo, montei um “corner” para o bebê por aqui. Simples: uma poltrona que já existia, um moisés/miniberço, uma mesinha para apoiar um abajur.

Tenho certeza de que não preciso do estresse e cansaço de ficar me deslocando no frio da madrugada. Sem o glamour das revistas de decoração mas feito com amor...

Aqui a correria dos preparativos está se dando mais pelo fato de termos mudado para uma casa nova. Nesse sentido temos muito para fazer, mas quanto à chegada do bebê, estou bem mais relax depois de fazer essa análise e ter detectado o que realmente é importante.

Esse bebê foi uma surpresa, não estávamos preparados em nenhum aspecto, mas isso me ensinou que não precisamos estar prontos para nada. Jamais estaremos! Essa não é uma condição indispensável para receber um filho de braços abertos e criá-lo com amor.

Não há hora certa, nem condição ideal. Não precisamos nos preocupar com os planos de longo prazo, como: qual será o impacto financeiro na família? Mais uma escola para pagar? Como conseguirei tempo? Terei paciência para começar tudo outra vez?

Querem mesmo saber? Não precisamos das milhões de perguntas que nossa cabeça nos impõe, muito menos da opinião das pessoas à nossa volta. A resposta para tudo isso é calma e foco. Foco no que está acontecendo agora e no bebê que logo estará aqui. Só isso importa!

Seguindo a ideia de que a cada novo bebê a nossa lista de coisas e expectativas diminuem, gostaria de te fazer uma pergunta: isso aconteceu com você? E o que faria diferente com um novo bebê a caminho.

(Foto: Nikki Addimando)

O que você deve levar em conta na segunda gravidez

A experiência de estar grávida pela segunda vez está sendo maravilhosa, especialmente porque já estava preparada para tudo o que viria e tudo o que significa ter um filho: puro amor.

Mas também surgem muitas dúvidas: como devo reagir com a minha filha para que ela não fique com ciúmes? Como faço para dar o melhor para as duas?

Abaixo estão as situações que posso dizer que já experimentei estando grávida e tendo outra filha em casa, pedindo minha atenção, meu carinho e minha dedicação.

Tenho que ter muito cuidado para não alimentar o ciúme da irmã

Sim, o ciúme, aquele tema que provavelmente todos nós que temos irmãos vivemos. A filha que está na minha barriga precisa de roupas, berço, carrinho, muitas coisas... enquanto a irmã está vendo eu comprar tudo isso, sem conseguir entender direito.

Por essa razão, é muito importante que ela te acompanhe no processo e vá entendendo - pelo menos um pouco - o que está acontecendo.

Isso é o que mais me importei em fazer com a minha filha: que ela se sinta parte do processo. Por isso a levei na ultrassonografia quando nos disseram o sexo. Ela foi a mais feliz ao ver a irmãzinha na tela e ouvir o médico dizer "É menina." “Terei uma irmã!”, ela me disse, emocionada.

Não descanso!

Minha filha quer estar comigo 24/7. Chego do escritório e ela pula em cima de mim para pintarmos, desenharmos, assistirmos a um filme ou, simplesmente, estar comigo.

Óbvio que eu amo fazer tudo isso! Mas nos dias em que eu não me sinto bem ou que estou realmente exausta depois do trabalho, eu não consigo fazer isso do jeito que gostaria.

A diferença com a primeira gravidez é enorme (ao menos para mim) porque agora há alguém que precisa de mim. E eu a entendo. Por isso faço todo o possível para agradá-la.

Lembrar todos os dias que continuo sendo mãe

Obviamente, eu não me esqueci que eu ainda sou mãe, mas é claro que, às vezes, o corpo não aguenta. Nesses momentos, é mais difícil retomar as atividades do dia a dia, mas o amor é mais forte" – e, pela minha filha, faço tudo.

Organizar-se com o tempo

Como ainda falta algum tempo para minha outra filha nascer, decidi me organizar e fazer primeiro as coisas que logo serão mais difíceis. Assim, aproveito para passar o tempo junto com minha filha, indo as compras, levando-a ao médico, entre outras atividades. Isso serve também para que ela fique tranquila, sabendo que tem a mãe por perto, sempre.

E vocês, o que têm experimentado estando grávidas do segundo filho? Algo parecido ou exatamente o contrário? Gostaria de saber.

Por Javi Belmar

(Foto: Getty Images)

Ideias criativas para contar quem vem por aí

Ideias criativas para contar quem vem por aí

Revelar a gravidez é algo emocionante e a maioria das mulheres resolve fazer isso de maneira especial, seja para o parceiro, para os parentes ou amigos.

Um novo movimento segue essa tendência e promete ser também emocionante: revelar o sexo do bebê de maneira criativa. 

Muitos casais encontram formas inusitadas de contar se terão um menino ou uma menina. Nos Estados Unidos, por exemplo, o chá de bebê virou ocasião ideal para fazer a brincadeira.

“O mais gostoso dessa ideia é estimular amigos e familiares a descobrirem o sexo do bebê por meio de jogos e brincadeiras. Isso pode tornar o evento mais divertido e excitante. A ansiedade de todos será ainda maior”, defende Graziella Beltrão, da GB Party Decor.

Se a ideia é essa, o suspense pode começar ainda nos convites. “Eles já devem conter alguns elementos que instiguem a curiosidade dos convidados. E o que não pode faltar mesmo é criatividade!”, explica a docente de eventos Tayla Monteiro, do Senac Largo Treze.

Com a ajuda das especialistas, selecionamos algumas ideias legais para revelar o sexo do bebê, tanto para o chá, como para qualquer outra ocasião especial. Veja só!

(Foto: Getty Images)