Copiado!

Presentes para a mamãe se apaixonar







Bom, mas existem outras opções que podem nos fazer muito feliz! Se você vai presentear uma mamãe, que tal considerar minhas sugestões?


Separei algumas ideias para compartilhar aqui, coisas que ganhei ou comprei nos últimos meses e que me ajudaram ou me fizeram bem:


1- Mães são ocupadas, vivemos com várias questões na cabeça, sempre atentas a muitas coisas. Por isso, a minha melhor compra de 2016, sem dúvida, foi um daily planner para me ajudar a organizar as atividades da casa, das crianças e do trabalho.


2- Ah, a gente tá sempre precisando de um descanso! Que tal um vale day spa? Nunca havia vivido essa experiência e, agora que me apaixonei, vou querer repetir ao menos 1 vez no ano! Também pode ser um final de semana para descansar em algum lugar, uma viagem a dois ou com as amigas (se as crianças podem ficar sob os cuidados da família ou amigos). Isso renova a alma, não importa o destino.


3- Caderno de receita é sempre uma boa pedida, mesmo que a mamãe não seja uma mestre cuca. A ideia aqui é ter um livro de receitas especiais para se fazer com as crianças, uma espécie de recordação que vamos construindo ao longo dos anos. Fiz essa experiência. Comecei há 4 anos e nosso livro de receitas "de final de semana" é cheio de gostosuras e de marcas dos nossos momentos felizes. Lá tem a letra do Theo, desenhos dele, marcas de amassadinhos, coisas que sei que daqui há um tempo serão mais do que fofas, serão preciosas recordações.


Ideias de presentes que me agradariam muito receber novamente!


E como isso é uma coisa muito pessoal, gostaria de saber qual o seu presente dos sonhos? O que você gostaria de ganhar neste Natal?


Um beijo,


(Imagem: Shutterstock)





Presentes para a mamãe se apaixonar

Bom, mas existem outras opções que podem nos fazer muito feliz! Se você vai presentear uma mamãe, que tal considerar minhas sugestões?
Separei algumas ideias para compartilhar aqui, coisas que ganhei ou comprei nos últimos meses e que me ajudaram ou me fizeram bem:
1- Mães são ocupadas, vivemos com várias questões na cabeça, sempre atentas a muitas coisas. Por isso, a minha melhor compra de 2016, sem dúvida, foi um daily planner para me ajudar a organizar as atividades da casa, das crianças e do trabalho.
2- Ah, a gente tá sempre precisando de um descanso! Que tal um vale day spa? Nunca havia vivido essa experiência e, agora que me apaixonei, vou querer repetir ao menos 1 vez no ano! Também pode ser um final de semana para descansar em algum lugar, uma viagem a dois ou com as amigas (se as crianças podem ficar sob os cuidados da família ou amigos). Isso renova a alma, não importa o destino.
3- Caderno de receita é sempre uma boa pedida, mesmo que a mamãe não seja uma mestre cuca. A ideia aqui é ter um livro de receitas especiais para se fazer com as crianças, uma espécie de recordação que vamos construindo ao longo dos anos. Fiz essa experiência. Comecei há 4 anos e nosso livro de receitas "de final de semana" é cheio de gostosuras e de marcas dos nossos momentos felizes. Lá tem a letra do Theo, desenhos dele, marcas de amassadinhos, coisas que sei que daqui há um tempo serão mais do que fofas, serão preciosas recordações.
Ideias de presentes que me agradariam muito receber novamente!
E como isso é uma coisa muito pessoal, gostaria de saber qual o seu presente dos sonhos? O que você gostaria de ganhar neste Natal?
Um beijo,
(Imagem: Shutterstock)

Estamos criando uma geração solitária?





E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.


Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.


Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.


Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.


Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.


Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).


Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.


Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).


Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.


Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.


Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.


(Foto: 123RF)


Estamos criando uma geração solitária?

E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.
Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.
Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.
Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.
Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.
Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).
Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.
Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).
Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.
Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.
Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.
(Foto: 123RF)

Mãe é tudo igual? Ah, não é não!


Dizem que mãe só muda de endereço. Mas se você observar com maior cuidado, vai ver que a verdade é bem diferente!



Mãe é tudo igual? Ah, não é não!



Respondo mais de cinquenta mensagens por dia, sem falar em comentários nas redes sociais e no meu blog pessoal. Resumindo: eu conheço tantas mães que já não consigo estimar quantas são!


E todas as vezes em que escrevo um post com o qual as leitoras se identificam, fico pensando em quantas coisas todas nós, mães, temos em comum. Lutamos com unhas e dentes por um filho, e muitas vezes colocamos sua felicidade acima da nossa. Aguardamos sua chegada com ansiedade, nos desdobramos nos cuidados diários, choramos, rimos, nos orgulhamos... Sentimos que o melhor pagamento do mundo é um sorriso, e que não há nada que possa nos ferir mais do que sua lágrima. E pensando em todas essas reações, comuns a todas as mães que conheço, eu poderia chegar à conclusão de que o ditado "mães são todas iguais, só mudam de endereço" estaria certo. 


Mas quanto mais mergulho no mundo da maternidade, mais vejo que isso não é verdade. Somos todas muito diferentes uma da outra, com alguns pontos parecidos. Encaramos o parto, a amamentação, a educação de um filho com filtros culturais e ditados pela sociedade que nos rodeia. E isso faz cada uma de nós única - inclusive com um tempo e espaço definidos. Hoje, eu sou uma mãe para Catarina; amanhã, certamente, serei outra. E se tivesse um segundo filho, também seria uma mãe diferente para cada um deles.


Assim, cheguei à conclusão de que:


- Há mães que nunca teriam um parto normal, porque não podem pensar em sentir dor.


- Há mães que não cogitariam uma cesárea, porque acreditam que a melhor forma de trazer uma criança ao mundo seja sem uma cirurgia.


- Há mães que optaram pelo parto normal ou pela cesárea, mas tiveram que mudar de ideia na última hora.


- Há mães que amamentaram exclusivamente até os 6 meses de vida do bebê.


- Há mães que não amamentaram ou que complementaram o peito com leite artificial.


- Há mães que deixam o filho dormir em sua cama.


- Há mães que colocaram o filho no berço desde que ele chegou da maternidade.


- Há mães que acordam a noite inteira para amamentar o filho ou levá-lo ao banheiro.


- Há mães que dormem oito horas ininterruptas por dia desde que o filho tinha três meses de vida.


- Há mães que deixam o filho ganhar um jogo para que não fique triste.


- Há mães que não deixam o filho ganhar para ensiná-lo a perder.


- Há mães que continuam a usar maquiagem, salto alto e roupas da moda depois que o filho nasce.


- Há mães que passam a usar cara lavada e sapatilha e estão muito felizes com sua escolha.


- Há mães que não viajam sem os filhos, mesmo que tenham dez anos de idade.


- Há mães que deixam os filhos ainda bebês com o pai e pegam um voo para uma reunião em outra cidade.





Enfim, somos muito diferentes uma da outra, mas tem horas que só uma outra mãe para nos entender!





(Foto:Tobias Lindman/Creative Commons)


Mãe é tudo igual? Ah, não é não!

Dizem que mãe só muda de endereço. Mas se você observar com maior cuidado, vai ver que a verdade é bem diferente!

Mãe é tudo igual? Ah, não é não!
Respondo mais de cinquenta mensagens por dia, sem falar em comentários nas redes sociais e no meu blog pessoal. Resumindo: eu conheço tantas mães que já não consigo estimar quantas são!
E todas as vezes em que escrevo um post com o qual as leitoras se identificam, fico pensando em quantas coisas todas nós, mães, temos em comum. Lutamos com unhas e dentes por um filho, e muitas vezes colocamos sua felicidade acima da nossa. Aguardamos sua chegada com ansiedade, nos desdobramos nos cuidados diários, choramos, rimos, nos orgulhamos... Sentimos que o melhor pagamento do mundo é um sorriso, e que não há nada que possa nos ferir mais do que sua lágrima. E pensando em todas essas reações, comuns a todas as mães que conheço, eu poderia chegar à conclusão de que o ditado "mães são todas iguais, só mudam de endereço" estaria certo. 
Mas quanto mais mergulho no mundo da maternidade, mais vejo que isso não é verdade. Somos todas muito diferentes uma da outra, com alguns pontos parecidos. Encaramos o parto, a amamentação, a educação de um filho com filtros culturais e ditados pela sociedade que nos rodeia. E isso faz cada uma de nós única - inclusive com um tempo e espaço definidos. Hoje, eu sou uma mãe para Catarina; amanhã, certamente, serei outra. E se tivesse um segundo filho, também seria uma mãe diferente para cada um deles.
Assim, cheguei à conclusão de que:
- Há mães que nunca teriam um parto normal, porque não podem pensar em sentir dor.
- Há mães que não cogitariam uma cesárea, porque acreditam que a melhor forma de trazer uma criança ao mundo seja sem uma cirurgia.
- Há mães que optaram pelo parto normal ou pela cesárea, mas tiveram que mudar de ideia na última hora.
- Há mães que amamentaram exclusivamente até os 6 meses de vida do bebê.
- Há mães que não amamentaram ou que complementaram o peito com leite artificial.
- Há mães que deixam o filho dormir em sua cama.
- Há mães que colocaram o filho no berço desde que ele chegou da maternidade.
- Há mães que acordam a noite inteira para amamentar o filho ou levá-lo ao banheiro.
- Há mães que dormem oito horas ininterruptas por dia desde que o filho tinha três meses de vida.
- Há mães que deixam o filho ganhar um jogo para que não fique triste.
- Há mães que não deixam o filho ganhar para ensiná-lo a perder.
- Há mães que continuam a usar maquiagem, salto alto e roupas da moda depois que o filho nasce.
- Há mães que passam a usar cara lavada e sapatilha e estão muito felizes com sua escolha.
- Há mães que não viajam sem os filhos, mesmo que tenham dez anos de idade.
- Há mães que deixam os filhos ainda bebês com o pai e pegam um voo para uma reunião em outra cidade.

Enfim, somos muito diferentes uma da outra, mas tem horas que só uma outra mãe para nos entender!

(Foto:Tobias Lindman/Creative Commons)

Estamos criando uma geração solitária?


Estamos criando uma geração solitária? E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.


Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.


Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.


Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.


Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.


Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).


Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.


Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).


Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.


Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.


Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.

Estamos criando uma geração solitária?

Estamos criando uma geração solitária? E esse equilíbrio de estar próximo, sem perder a autoridade, é apenas um dos desafios que teremos que enfrentar para criarmos nossas crianças.
Queremos que nossos filhos se sintam à vontade para nos contar tudo, pois sabemos que, dessa forma, podemos guiá-los com mais segurança. Queremos que eles nos falem sobre a escola, os amigos, suas angústias, seus medos. Mas, por outro lado, não nos resta muito tempo no dia para essa convivência.
Nós, mães, queremos estar cada vez mais envolvidas com o mercado de trabalho, para sermos tão valorizadas ali quanto os homens. Já os pais querem estar mais presentes, querem realmente participar da vida em família, mas também não abriram mão de seus sonhos profissionais, nem diminuíram seu ritmo nas empresas para alcançarem esse objetivo.
Estamos tendo cada vez menos filhos - se na nossa infância uma família com vários irmãos era a regra, hoje é a exceção. E no meio dessa bagunça toda estão nossos pequeninos.
Acho que esse é um assunto delicado, mas sobre o qual precisamos pensar. E não é para colocar a culpa na cabeça da mãe que não quer deixar sua carreira depois do fim da licença-maternidade - afinal, ela batalhou muito por isso, e é justo que tenha sua independência, sua valorização, sua realização como profissional.
Também não é para por o dedo na ferida do pai que deseja estar mais presente, mas não tem a mínima ideia de como fazer isso (nem tem o apoio de leis que ampliam a licença-paternidade e a possibilidade de sua participação nos primeiros anos do filho, que tanto exigem de seus cuidadores).
Aqui, no Brasil, não estamos ainda preparados para essa realidade e, infelizmente, não restam muitas alternativas para essas famílias do que "terceirizar" os filhos. Nossas escolas não são preparadas para atuar em horário estendido, como acontece em países da Europa e nos Estados Unidos.
Às vezes me pego pensando que estamos criando uma geração solitária. Com pouca chance de convivência com pessoas que façam parte de seu círculo permamente (avós, tios, primos moram cada vez mais longe).
Mudamos geograficamente com maior frequência para nos adaptarmos aos nossos empregos - assim, acabamos não formando aquela "turminha do bairro" de longa data, como nossos pais diziam ter quando eram pequenos.
Eu não tenho uma resposta pronta para esse conflito, nem uma sugestão que sirva para todas as famílias.
Por aqui, só estou colocando atenção no ponto, tentando proporcionar à minha filha momentos cada vez mais frequentes que reforcem esses vínculos. Estou abrindo mão de certas realizações para estar mais presente. Dá trabalho, mas eu acredito que esse é o caminho.

Medos que toda mãe sente



“No entanto, o medo não é de tudo ruim”, explica a psicoterapeuta
infantil Monica Pessanha. Segundo ela, “trata-se de uma emoção normal
que ajuda a nos avisar de possíveis perigos e a desenvolver habilidades
de enfrentamento e proteção.”


O segredo é saber discernir qual o tipo de sentimento, pois isso
ajuda a diminuir a tensão. “Quando o medo representar algo negativo mas
com um fim positivo, é sinal de que é preciso proteger alguém, no caso
os filhos”, pontua a especialista.


Conheça quais são os principais medos que afligem as mães e saiba que, sim, você é normal!


Medo de não amar o bebê


Muitas mães se sentem oprimidas pela obrigação de amar o filho que
está se formado em seu ventre. “Tudo é muito novo, principalmente se for
o primeiro filho, e a mulher acaba sentindo essa angústia devido à
cobrança enorme de que tudo tem que estar perfeito, inclusive o quanto
se ama o bebê que está em seu ventre”, relata Izabel Cristina, psicóloga
da clínica Dr. Família.


Medo de não dar conta do recado


Esse é um medo muito comum entre as futuras mamães, que sentem que
não darão conta da carreira, do bebê, do marido e de todo o resto de
afazeres. “Mas não há com o que se preocupar, pois a dinâmica da casa e
do bebê irá se adaptar ao seu modo, estando preservadas as situações
básicas de subsistência, alimento, sono, estímulos, aconchego humano.
Com certeza, tudo dará certo”, afirma a psicoterapeuta Maura de
Albanesi.


Medo de sair e deixar o bebê com alguém ou em um lugar


Esse medo tem dois lados, pois, no mundo atual, nem sempre podemos
contar com pessoas conhecidas para nos auxiliar na criação de nossos
filhos, como acontecia antigamente. Ou seja, temos que abrir mão desse
sentimento e encontrar bons lugares (creches, escolinhas, por exemplo) e
pessoas que possam cuidar dos pequenos. Traduzindo, essa é uma
realidade que as mães precisam aprender a lidar.


Medo de ser escrava do filho


Muitas mães antecipam a sua volta ao trabalho por medo de ficarem
“presas” à nova rotina do bebê. Algumas chegam até a levar os pequenos a
lugares que não são pertinentes à faixa etária em uma demonstração de
que o bebê não atrapalhará a sua rotina. No entanto, é necessário
aprender a trabalhar com esse medo e desenvolver uma rotina que atenda a
todos os integrantes da família.


Medo de um mal súbito


Só de pensar que o bebê pode parar de respirar ou até mesmo engasgar
gravemente as mães entram em pânico. Conhecidas como mal súbito, essas
ocorrências são raras. Então, cuidado para isso não se transformar em
neurose a ponto de acordar o bebê durante a noite para saber se ele está
bem.


Medo de sequestro ou perder o filho


É necessária atenção quando o assunto é um bebê ou uma criança,
principalmente se ainda não for capaz de uma comunicação clara. Mas esse
é um medo perfeitamente controlável caso você tome alguns cuidados
básicos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas.
Priscila Bartalo Pasquale Sant’Ana, mãe de Rafaela (2 anos e 7 meses) e
Alexandre (1 ano) morre de medo de perder seus filhos. “Quando estou em
lugares públicos, procuro manter as crianças no carrinho de passeio,
assim tenho um controle melhor”, revela.


Medo de morrer e deixar o bebê órfão


É normal que, após o nascimento do bebê, os pais se encham de
cuidados para assegurar que estarão vivos para acompanhar o crescimento
do filho. Isso é natural, mas tem que ser dosado para não deixar a vida
monótona. Mariane Rondena, mãe de Caio (4 anos) e Arthur (9 meses),
conta que quando Caio tinha quase 2 anos, ela e o marido viajaram pela
primeira vez sem o bebê. “Eu estava superanimada e ansiosa para ter esse
tempo a sós com meu marido, mas quando foi hora de dar tchau para o
Caio, fiquei em dúvida se eu queria realmente fazer essa viagem”. Outro
momento que afligiu Mariane foi durante o voo: “Lembro-me que o avião
teve um pouco de turbulência e foi nessa hora que fiquei mais
angustiada, pois pensei que o avião poderia cair e eu nunca mais veria
meu filho de novo”.


Medo de esmagar o bebê durante o sono


O co-leito (dormir junto dos pais) nem sempre é um bom negócio. “Esse
medo pode realmente acontecer”, diz a psicoterapeuta Monica. Por isso,
não é aconselhável o pai ou a mãe dormirem juntos do bebê. Evite essa
prática, apesar da tentação ser grande né?


E você, qual o seu medo?


(Foto: Getty Images)




Medos que toda mãe sente

“No entanto, o medo não é de tudo ruim”, explica a psicoterapeuta infantil Monica Pessanha. Segundo ela, “trata-se de uma emoção normal que ajuda a nos avisar de possíveis perigos e a desenvolver habilidades de enfrentamento e proteção.”
O segredo é saber discernir qual o tipo de sentimento, pois isso ajuda a diminuir a tensão. “Quando o medo representar algo negativo mas com um fim positivo, é sinal de que é preciso proteger alguém, no caso os filhos”, pontua a especialista.
Conheça quais são os principais medos que afligem as mães e saiba que, sim, você é normal!
Medo de não amar o bebê
Muitas mães se sentem oprimidas pela obrigação de amar o filho que está se formado em seu ventre. “Tudo é muito novo, principalmente se for o primeiro filho, e a mulher acaba sentindo essa angústia devido à cobrança enorme de que tudo tem que estar perfeito, inclusive o quanto se ama o bebê que está em seu ventre”, relata Izabel Cristina, psicóloga da clínica Dr. Família.
Medo de não dar conta do recado
Esse é um medo muito comum entre as futuras mamães, que sentem que não darão conta da carreira, do bebê, do marido e de todo o resto de afazeres. “Mas não há com o que se preocupar, pois a dinâmica da casa e do bebê irá se adaptar ao seu modo, estando preservadas as situações básicas de subsistência, alimento, sono, estímulos, aconchego humano. Com certeza, tudo dará certo”, afirma a psicoterapeuta Maura de Albanesi.
Medo de sair e deixar o bebê com alguém ou em um lugar
Esse medo tem dois lados, pois, no mundo atual, nem sempre podemos contar com pessoas conhecidas para nos auxiliar na criação de nossos filhos, como acontecia antigamente. Ou seja, temos que abrir mão desse sentimento e encontrar bons lugares (creches, escolinhas, por exemplo) e pessoas que possam cuidar dos pequenos. Traduzindo, essa é uma realidade que as mães precisam aprender a lidar.
Medo de ser escrava do filho
Muitas mães antecipam a sua volta ao trabalho por medo de ficarem “presas” à nova rotina do bebê. Algumas chegam até a levar os pequenos a lugares que não são pertinentes à faixa etária em uma demonstração de que o bebê não atrapalhará a sua rotina. No entanto, é necessário aprender a trabalhar com esse medo e desenvolver uma rotina que atenda a todos os integrantes da família.
Medo de um mal súbito
Só de pensar que o bebê pode parar de respirar ou até mesmo engasgar gravemente as mães entram em pânico. Conhecidas como mal súbito, essas ocorrências são raras. Então, cuidado para isso não se transformar em neurose a ponto de acordar o bebê durante a noite para saber se ele está bem.
Medo de sequestro ou perder o filho
É necessária atenção quando o assunto é um bebê ou uma criança, principalmente se ainda não for capaz de uma comunicação clara. Mas esse é um medo perfeitamente controlável caso você tome alguns cuidados básicos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas. Priscila Bartalo Pasquale Sant’Ana, mãe de Rafaela (2 anos e 7 meses) e Alexandre (1 ano) morre de medo de perder seus filhos. “Quando estou em lugares públicos, procuro manter as crianças no carrinho de passeio, assim tenho um controle melhor”, revela.
Medo de morrer e deixar o bebê órfão
É normal que, após o nascimento do bebê, os pais se encham de cuidados para assegurar que estarão vivos para acompanhar o crescimento do filho. Isso é natural, mas tem que ser dosado para não deixar a vida monótona. Mariane Rondena, mãe de Caio (4 anos) e Arthur (9 meses), conta que quando Caio tinha quase 2 anos, ela e o marido viajaram pela primeira vez sem o bebê. “Eu estava superanimada e ansiosa para ter esse tempo a sós com meu marido, mas quando foi hora de dar tchau para o Caio, fiquei em dúvida se eu queria realmente fazer essa viagem”. Outro momento que afligiu Mariane foi durante o voo: “Lembro-me que o avião teve um pouco de turbulência e foi nessa hora que fiquei mais angustiada, pois pensei que o avião poderia cair e eu nunca mais veria meu filho de novo”.
Medo de esmagar o bebê durante o sono
O co-leito (dormir junto dos pais) nem sempre é um bom negócio. “Esse medo pode realmente acontecer”, diz a psicoterapeuta Monica. Por isso, não é aconselhável o pai ou a mãe dormirem juntos do bebê. Evite essa prática, apesar da tentação ser grande né?
E você, qual o seu medo?
(Foto: Getty Images)

6 coisas que fiz com meu primeiro bebê e não vou repetir agora

Como já contei antes, passei por toda essa gestação de maneira bem mais leve, com menos ansiedade e desde já corrigindo alguns erros que cometi nas outras vezes. Ganhei menos peso e me exercitei muito mais.
Fui mais saudável de modo geral, me preparei, corri atrás de informações. Me sinto muito mais preparada agora, apesar de saber que cada parto é um, cada bebê é único. Sei que posso enfrentar o que vem pela frente!
Ah, e o melhor está por vir!
Logo começam os cuidados com o novo bebê por aqui e, quando penso em como foi das outras vezes, me pego até rindo. Quanta inexperiência, mesmo quando eu acreditava estar cheia de razão... Quanta insegurança e falta de informação.
Esse é o cenário perfeito para nos perdemos em meio a conselhos e experiências que nada têm a ver com nossa rotina. A gente acaba se espelhando em uma realidade que não combina com nossa!
Fiz até uma lista do que não pretendo repetir quando o assunto for:
1 - Amamentação. Me desgastei tanto com preocupações com a questão da amamentação que cada mamada se tornava uma batalha! Hoje sei que a livre demanda é minha aliada, e não inimiga. Não preciso ficar contabilizando os mililitros que o bebê ingeriu ou acordá-lo religiosamente no horário marcado mesmo que ele não me solicite. Essas neuras não me acompanharão nessa terceira viagem pela maternidade.
2 - Sono. Colocar o bebê em um quarto longe de mim não me parece coerente agora, já que a inteção é amamentá-lo quando ele quiser. Por que levantar a noite toda? Parece inteligente para você? Pois é, eu já fiz isso e foi tão cansativo! Hoje me pergunto o motivo que me levou a fazer isso por duas vezes e acabo concluindo que só pode ser o fato de ter sonhado tanto com um bebê naquele berço aliado ao medo (e palpites) de que o bebê ficasse "mimado" por dormir ao meu lado. Quanta bobeira!
3 - Ajuda. Sempre senti que era minha total responsabilidade cuidar de tudo depois que o bebê viesse para casa. Além dos cuidados com a criança, parece que tive a necessidade de cuidar de todo o resto, da casa, da rotina, como antes. No fim das contas me parecia mais com um zumbi do que com uma mulher, super mal-humorada e sobrecarregada. Hoje sei que posso - e devo - me permitir receber ajuda de qualquer tipo e a qualquer hora de quem se oferecer. Aceitar uma mão amiga não desmerece meu lado maternal, não me diminui e não quer dizer que não posso dar conta. Vou aproveitar todo "colo amigo" que aparecer e descansar o máximo que eu puder! Mãe feliz, bebê feliz ... certo?
4 - Enxoval. Comprar "rios" de roupas e coisas desnecessárias não fazem mais parte da minha realidade. Já contei nesse post sobre isso. Errei feio e gastei muito dinheiro desnecessário. Ah, e para usar tudo e deixar registrado, cheguei a trocar várias vezes o bebê só para sair com todo o enxoval nas fotos. Quem nunca? Não me orgulho, mas eu já fiz isso!
5 - Saídas. Não pretendo carregar o mundo em uma mala a cada saída. Com minha primeira filha era assim: muita tralha desncessária para ir até a esquina, até laço extra carregava, caso ela perdesse o que usava. Já falei que ela era quase careca? Pois era, ainda tem esse detalhe! Cada passeio era uma minimudança e isso era bem desgastante, tanto na ida quanto na volta. Tornava uma coisa simples em algo interminável e cansativo - isso quando, por preguiça, eu acabava até mesmo desisitindo de certos programas. Já sei que é possível ser uma pessoa bem mais "leve" agora e sei exatemente o que é essencial. É tudo uma questão de experiência e, claro, bom senso. O último item me faltou como mãe de primeira viagem!
6 - Viagens. Com os outros bebês eu acreditava que viagens eram motivos de preocupação e até mesmo impedimento para realizar alguns sonhos. Como um item impossível, deixei de fazer algumas boas viagens por acreditar que o destino não era lugar para criança. Com o tempo fui aprendendo que, quanto mais tornamos parte da rotina do bebê algo diferente, mais ele se acostuma e certas situações que acreditamos que poderiam se tornar caóticas, aos poucos, se tornam naturais. O mundo é lindo e lugar de criança é o conhecendo de perto. Portanto, esse bebê que logo chegará irá nos acompanhar desde muito cedo pelos nossos próximos destinos. E olhem, já temos até planos para logo depois que ela chegar!
(Foto: ShutterStock)

Todo mundo tem dó da mãe, mas ninguém ajuda a lavar a louça!

Um dia desses estava zapeando pelo Facebook, quando me deparei com uma frase simplesmente incrível. Olha que eu não sou das pessoas mais interessadas em compartilhar essas pérolas, mas essa era tão perfeita, que me chamou a atenção: "todo mundo tem dó da mãe, mas ninguém ajuda a lavar a louça!".

Não pude deixar de rir, e de pensar que ela traduz a realidade da maioria das mães que conheço. Se você se identificou, provavelmente não é mera coincidência!

E antes de qualquer coisa, tenho que dizer que eu também já estive do outro lado: de quem adora a mãe, mas deixa que ela faça quase tudo sozinha. Sim, eu já fui filha adolescente, daquelas que até lavam a louça, mas com uma boa vontade...

Conforme o tempo foi passando e, principalmente, depois que minha filha nasceu, eu percebi que minha mãe era uma heroína - daquelas anônimas, como milhões de outras, que cuidam de cada tarefa da casa, dos filhos, do marido... Em geral sem pedir nada em troca - nem uma pequena ajuda, que nessa rotina pesada seria muito bem-vinda.

Hoje eu sinto na pele exatamente isso, e por vezes me sinto forte, por saber que consigo dar conta de tantas coisas de forma autônoma. Mas isso não cansa? É claro que cansa, e muito!

Nas horas em que o cansaço bate, você se pergunta: "mas será que não aparece ninguém para ajudar?". E talvez você não concorde comigo, mas a cada dia que passa eu me convenço mais da seguinte resposta: as pessoas só farão isso quando você pedir.

Eu sei o que você deve estar pensando: que é só parar para observar, para notar que você está sobrecarregada! Eu sei, eu também pensava assim! Eu odiava falar o que era tão óbvio para mim, até descobrir que para os outros não era - simplesmente porque eu nunca tinha dito nada a respeito. E a partir do momento que passei a me manifestar, não é que as coisas melhoraram? 

Imagino que existam muitas mães que realmente não tenham a opção de pedir; mas para quem tem, acredito que essa seja a única saída.

Da próxima vez em que você perceber que está cuidando de 99% do trabalho relacionado à família, que tal deixar de lado o título de supermulher e dizer com todas as letras que não dará conta de tudo se não tiver alguém para dividir essas responsabilidades? Talvez você se surpreenda muito (e positivamente!) com o que irá acontecer!