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11% dos protestantes não conseguem distinguir entre o Antigo e o Novo Testamento, nos EUA


Mais de 10% dos cristãos protestantes mencionaram uma história do Novo Testamento ao serem questionados sobre sua passagem favorita do Antigo Testamento, conforme revelou um novo estudo.

A Lifeway Research divulgou na semana passada um relatório intitulado "Visões de Frequentadores de Igrejas Protestantes sobre Histórias Bíblicas", baseado em respostas de 1.008 frequentadores de igrejas protestantes americanas coletadas em setembro de 2023.

A pesquisa questionou os entrevistados: "De todas as histórias encontradas no Antigo Testamento da Bíblia, qual é a sua favorita?"

Moisés e arca de Noé

Treze por cento dos entrevistados destacou o livro do Êxodo e o foco em Moisés como sua parte favorita do Antigo Testamento. A história de Noé e a Arca ocupou o segundo lugar, com 11% dos frequentadores de igrejas protestantes citando-a como sua favorita.

No entanto, a porcentagem de entrevistados que mais apreciaram a história de Noé e a Arca foi equivalente àquela que mencionou uma história ou livro do Novo Testamento como sua parte favorita do Antigo Testamento.

Além disso, 7% dos entrevistados responderam “nenhum” quando questionados sobre sua parte favorita do Antigo Testamento, enquanto 3% disseram que não sabiam.

Isso indica que apenas 79% dos participantes realmente identificaram uma história ou livro do Antigo Testamento como sua parte favorita, quando questionados sobre o Antigo Testamento.

"Embora os frequentadores da igreja possam abrir uma Bíblia na igreja, pelo menos 1 em cada 5 pode não estar familiarizado com a forma como ela é organizada e o que distingue o Novo Testamento do Antigo Testamento", disse Scott McConnell, CEO da Lifeway Research, ao The Christian Post.

"Alguns desses frequentadores podem ter passado menos tempo na Bíblia, enquanto outros podem não conhecer a Bíblia por si mesmos porque outra pessoa sempre foi seu GPS para navegar nela."

Outras histórias e livros amplamente adotados pelos cristãos como suas partes favoritas do Antigo Testamento incluem o livro de Gênesis (10%), a história de Davi e Golias (8%), a história de Adão e Eva (5%), a história de Jó (4%), a história de Rute (4%), a história de José (3%), a história de Jonas (3%), a história de Daniel (3%), a história de Ester (2%), a história de Davi (2%), o livro dos Salmos (2%), a história de Caim e Abel (2%), a história de Abraão (1%), a história de Elias (1%) e a história de Sansão (1%).

Resumir ou recitar passagem

Menos de 1% dos entrevistados selecionaram todas as opções restantes como suas histórias ou livros favoritos do Antigo Testamento. A pesquisa também avaliou a capacidade dos frequentadores de igrejas de recitar ou resumir algumas das histórias bíblicas mais notáveis de memória.

Em relação à história de Davi e Golias, 34% dos entrevistados afirmaram que “podem contar tudo com precisão”, enquanto 39% disseram que “podem contar, mas alguns detalhes podem estar faltando ou errados”.

Vinte e três por cento expressaram confiança de que “poderiam apenas dar uma rápida visão geral” da história, e 3% acreditavam que “não poderiam contar nada dela”. Menos de 1% afirmou que não se tratava de uma história bíblica.

Uma parcela ligeiramente maior de entrevistados acreditava que poderia contar toda (39%) ou a maior parte (43%) da história da Arca de Noé. A porcentagem daqueles que se sentiam confiantes o suficiente para “apenas dar uma rápida visão geral” caiu para 17%. Apenas 1% afirmou que “não conseguia contar nada disso”, enquanto menos de 1% não a reconheceu como uma história bíblica.

A confiança na capacidade de recitar toda a história de Daniel e a Cova dos Leões foi significativamente menor, com apenas 24% dos entrevistados se sentindo capazes de contar a história com precisão. No entanto, a mesma porcentagem (39%) que acreditava poder resumir a história de Davi e Golias com precisão também se sentiu capaz de fazer o mesmo com a história de Daniel e a Cova dos Leões. Um por cento dos entrevistados alegou que não se tratava de uma história bíblica.

Vinte e nove por cento dos entrevistados se sentiram confiantes em sua capacidade de contar toda a história de Deus pedindo a Abraão que sacrificasse Isaque, enquanto 35% acreditavam que poderiam descrever a maior parte dela. Vinte e seis por cento caracterizaram seu conhecimento da história como suficiente para dar apenas uma visão geral, e menos de 1% não a reconheceu como uma história bíblica.

Jonas e o peixe grande

Quanto à história de Jonas e o peixe grande, uma pluralidade de 35% dos entrevistados afirmou que poderia contar a maior parte dela de memória, enquanto 28% sustentaram que poderiam contar toda a história. Vinte e seis por cento consideraram seu conhecimento suficiente para dar uma “visão geral rápida”, e 8% disseram que não poderiam contar nada da história. Dois por cento dos entrevistados não conseguiram identificá-la como uma história bíblica.

Embora a maior parte da pesquisa tenha se concentrado nas opiniões dos entrevistados sobre histórias bíblicas reais, uma pergunta abordou uma história bíblica inexistente: a de Rômulo e Remo. Apenas uma pluralidade dos entrevistados (39%) reconheceu que essa passagem fictícia não fazia parte da Bíblia.

Rômulo e Remo

Em contraste, a maioria dos entrevistados pareceu acreditar que a Bíblia contém o livro fictício mencionado. Trinta e três por cento disseram que “não conseguiam contar nada” sobre a passagem inexistente, enquanto 16% destacaram sua capacidade de “dar uma visão geral rápida”. Seis por cento demonstraram um grau ainda maior de confiança, afirmando que poderiam se lembrar da maior parte da história. Apenas 1% respondeu que conseguia recitar a história de Rômulo e Remo de memória.

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Antigo Testamento

11% dos protestantes não conseguem distinguir entre o Antigo e o Novo Testamento, nos EUA

Mais de 10% dos cristãos protestantes mencionaram uma história do Novo Testamento ao serem questionados sobre sua passagem favorita do Antigo Testamento, conforme revelou um novo estudo.

Ana Paula Por Ana Paula
22/08/2024 às 18:56:17
—  Atualizado há 
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Foto: Guiame

Mais de 10% dos cristãos protestantes mencionaram uma história do Novo Testamento ao serem questionados sobre sua passagem favorita do Antigo Testamento, conforme revelou um novo estudo.

A Lifeway Research divulgou na semana passada um relatório intitulado "Visões de Frequentadores de Igrejas Protestantes sobre Histórias Bíblicas", baseado em respostas de 1.008 frequentadores de igrejas protestantes americanas coletadas em setembro de 2023.

A pesquisa questionou os entrevistados: "De todas as histórias encontradas no Antigo Testamento da Bíblia, qual é a sua favorita?"

Moisés e arca de Noé

Treze por cento dos entrevistados destacou o livro do Êxodo e o foco em Moisés como sua parte favorita do Antigo Testamento. A história de Noé e a Arca ocupou o segundo lugar, com 11% dos frequentadores de igrejas protestantes citando-a como sua favorita.

No entanto, a porcentagem de entrevistados que mais apreciaram a história de Noé e a Arca foi equivalente àquela que mencionou uma história ou livro do Novo Testamento como sua parte favorita do Antigo Testamento.

Além disso, 7% dos entrevistados responderam “nenhum” quando questionados sobre sua parte favorita do Antigo Testamento, enquanto 3% disseram que não sabiam.

Isso indica que apenas 79% dos participantes realmente identificaram uma história ou livro do Antigo Testamento como sua parte favorita, quando questionados sobre o Antigo Testamento.

"Embora os frequentadores da igreja possam abrir uma Bíblia na igreja, pelo menos 1 em cada 5 pode não estar familiarizado com a forma como ela é organizada e o que distingue o Novo Testamento do Antigo Testamento", disse Scott McConnell, CEO da Lifeway Research, ao The Christian Post.

"Alguns desses frequentadores podem ter passado menos tempo na Bíblia, enquanto outros podem não conhecer a Bíblia por si mesmos porque outra pessoa sempre foi seu GPS para navegar nela."

Outras histórias e livros amplamente adotados pelos cristãos como suas partes favoritas do Antigo Testamento incluem o livro de Gênesis (10%), a história de Davi e Golias (8%), a história de Adão e Eva (5%), a história de Jó (4%), a história de Rute (4%), a história de José (3%), a história de Jonas (3%), a história de Daniel (3%), a história de Ester (2%), a história de Davi (2%), o livro dos Salmos (2%), a história de Caim e Abel (2%), a história de Abraão (1%), a história de Elias (1%) e a história de Sansão (1%).

Resumir ou recitar passagem

Menos de 1% dos entrevistados selecionaram todas as opções restantes como suas histórias ou livros favoritos do Antigo Testamento. A pesquisa também avaliou a capacidade dos frequentadores de igrejas de recitar ou resumir algumas das histórias bíblicas mais notáveis de memória.

Em relação à história de Davi e Golias, 34% dos entrevistados afirmaram que “podem contar tudo com precisão”, enquanto 39% disseram que “podem contar, mas alguns detalhes podem estar faltando ou errados”.

Vinte e três por cento expressaram confiança de que “poderiam apenas dar uma rápida visão geral” da história, e 3% acreditavam que “não poderiam contar nada dela”. Menos de 1% afirmou que não se tratava de uma história bíblica.

Uma parcela ligeiramente maior de entrevistados acreditava que poderia contar toda (39%) ou a maior parte (43%) da história da Arca de Noé. A porcentagem daqueles que se sentiam confiantes o suficiente para “apenas dar uma rápida visão geral” caiu para 17%. Apenas 1% afirmou que “não conseguia contar nada disso”, enquanto menos de 1% não a reconheceu como uma história bíblica.

A confiança na capacidade de recitar toda a história de Daniel e a Cova dos Leões foi significativamente menor, com apenas 24% dos entrevistados se sentindo capazes de contar a história com precisão. No entanto, a mesma porcentagem (39%) que acreditava poder resumir a história de Davi e Golias com precisão também se sentiu capaz de fazer o mesmo com a história de Daniel e a Cova dos Leões. Um por cento dos entrevistados alegou que não se tratava de uma história bíblica.

Vinte e nove por cento dos entrevistados se sentiram confiantes em sua capacidade de contar toda a história de Deus pedindo a Abraão que sacrificasse Isaque, enquanto 35% acreditavam que poderiam descrever a maior parte dela. Vinte e seis por cento caracterizaram seu conhecimento da história como suficiente para dar apenas uma visão geral, e menos de 1% não a reconheceu como uma história bíblica.

Jonas e o peixe grande

Quanto à história de Jonas e o peixe grande, uma pluralidade de 35% dos entrevistados afirmou que poderia contar a maior parte dela de memória, enquanto 28% sustentaram que poderiam contar toda a história. Vinte e seis por cento consideraram seu conhecimento suficiente para dar uma “visão geral rápida”, e 8% disseram que não poderiam contar nada da história. Dois por cento dos entrevistados não conseguiram identificá-la como uma história bíblica.

Embora a maior parte da pesquisa tenha se concentrado nas opiniões dos entrevistados sobre histórias bíblicas reais, uma pergunta abordou uma história bíblica inexistente: a de Rômulo e Remo. Apenas uma pluralidade dos entrevistados (39%) reconheceu que essa passagem fictícia não fazia parte da Bíblia.

Rômulo e Remo

Em contraste, a maioria dos entrevistados pareceu acreditar que a Bíblia contém o livro fictício mencionado. Trinta e três por cento disseram que “não conseguiam contar nada” sobre a passagem inexistente, enquanto 16% destacaram sua capacidade de “dar uma visão geral rápida”. Seis por cento demonstraram um grau ainda maior de confiança, afirmando que poderiam se lembrar da maior parte da história. Apenas 1% respondeu que conseguia recitar a história de Rômulo e Remo de memória.

"O grande número de frequentadores de igrejas que admite prontamente não ter clareza sobre alguns dos detalhes das interações de Deus com os patriarcas ajuda a explicar a necessidade de ensino bíblico regular nas igrejas," observou McConnell.

"Embora reconhecer os nomes de cada pessoa mencionada na Bíblia possa ter pouco valor, a fé cristã atribui grande importância ao reconhecimento do ensino bíblico por outras vozes, pois Jesus disse que Ele é o único caminho."

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post McConnell.

"Embora reconhecer os nomes de cada pessoa mencionada na Bíblia possa ter pouco valor, a fé cristã atribui grande importância ao reconhecimento do ensino bíblico por outras vozes, pois Jesus disse que Ele é o único caminho."

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Campal de Morobá deve reunir mais de 5 mil pessoas

 

Encontro tradicional da Igreja Adventista terá louvor, show de talentos e atividades recreativas de 2 a 4 de agosto; inscrições para acampamento estão abertas.

Mais de 5 mil pessoas devem participar da 55ª Campal de Morobá, em São Domingos do Norte (ES), de 2 a 4 de agosto. Este é um dos eventos adventistas mais tradicionais do Brasil e será aberto ao público gratuitamente.

Este ano, o louvor será conduzido por grupos renomados no meio evangélico, como Nova Voz, F4ces e os cantores Dilson e Débora. O pastor Robson Menezes, da TV Novo Tempo, será o orador principal. Estão previstos sorteios e atividades recreativas.


"O objetivo da Campal de Morobá é proporcionar um momento de comunhão, louvor e crescimento espiritual para todos os participantes," afirmou o presidente da Igreja Adventista para o centro-norte capixaba, Gustavo de Sá. "Estamos muito felizes em poder realizar este evento mais uma vez e contamos com a presença de todos para tornar este encontro inesquecível."

A edição também trará o tradicional ‘Cantores da Terra’, um show de talentos. Acampantes poderão participar em diversas categorias: solo, grupos, corais, trios e quartetos.

Os visitantes podem acampar no local, que oferece banheiros, água potável e uma cantina em funcionamento durante o evento. Uma loja será montada para a venda de Bíblias, livros e itens de alimentação natural, garantindo conforto e comodidade aos participantes.

Para aos acampantes será cobrado uma taxa de R$ 15 e as inscrições devem ser realizadas através do site: https://eventodaigreja.com.br/Z69T0N

💬 Envie vesículos da Bíblia para um amigo.

 Nunca é demais compartilhar a Palavra de Deus! Quando você compartilha a Bíblia, você está ajudando alguém a se conectar com Deus.


Aqui está uma história de transformação de vida que aconteceu depois que alguém compartilhou o App da Bíblia:

“Eu tinha acabado de iniciar em um relacionamento com Cristo e uma pessoa da minha igreja compartilhou o App da Bíblia comigo. Comecei a ler o Plano “A Bíblia com Nicky e Pippa Gumbel”… Não estou apenas lendo os Planos, mas também os estou compartilhando com outras pessoas! O App da Bíblia me discipula e eu o uso para discipular outros.”

REBECA, EUA

Como você pode fazer parte da mudança de vida de alguém? Abra a Renovação Diária nos próximos três dias para aprender sobre evangelismo, compartilhando sua esperança em Deus com outras pessoas!

Deus está mais perto do que você imagina.


 

O poder do Espírito Santo

Hoje, muitas pessoas comemoram o Pentecostes, o momento após a ressurreição de Jesus, quando Deus concedeu livremente Seu Espírito Santo a qualquer um que cresse Nele. E, o Espírito Santo presente no Pentecostes é o mesmo Espírito Santo disponível para você agora mesmo.

Não importa sua situação atual ou o seu passado, se você pertence a Cristo, o Espírito Santo de Deus também está com você em todos os momentos.

O Espírito de Deus o capacita, fortalece e ora em seu favor. O Espírito Santo entende suas necessidades porque Ele entende você.

Saiba mais sobre como o Espírito Santo nos capacita começando um desses Planos.

A RESPOSTA DE DEUS PARA O HOMEM

 “Na minha aflição, eu clamei ao SENHOR; ele me respondeu e me livrou da angústia” (Sl 118:5).


No mais remoto dos mares eu procurei por uma resposta.

Nos mais altos dos céus almejei por uma solução que pudesse satisfazer meu coração.

Mas não, aparentemente não havia resposta, não havia solução. O que havia era todo o meu ser em um profundo abismo. Havia a nostálgica e fria sensação de que novamente todos os meus planos foram frustrados, de que eu não havia aprendido a desistir de mim, do “velho eu”. Estava cansado e, naquela altura, sabia que não estava dando lugar para que os planos do Altíssimo fossem cumpridos em meu interior e por meio de mim.

– “Por quê?” – questionou prontamente o coração, naquele momento tão incerto, carregando consigo, apesar de não admitir, a infiel ideia de que podia fazer algo de bom sozinho.

– Absolutamente tudo o que eu sou, o que quero, tudo, tudo e tudo foi entregue ao meu Senhor – respondeu acelerado, inconformado e cheio de emoção. E fazia sentido. Como poderia ser diferente? Depois de encontrar ao Senhor, como não entregar tudo a Ele?

Mas a verdade é que nem tudo havia sido entregue.

– “O que fazer?” – essa é a incessante pergunta da mente. E não somente questiona, mas também analisa, depois procura, checa e calcula arduamente por um caminho. E quando finalmente o acha… Na realidade não encontra. E como haveria de encontrar? O caminho não é Dele? Tudo não foi dado ao Amado Senhor? Não é Ele mesmo quem age no interior do homem, tanto nos pensamentos quanto nas ações? (Fp :2:13).

– Ó alma!  Eu me cansei. Não se importa em viver sem o Senhor!? – gritei.
Respostas? Não, somente silêncio.

Em uma fase em que meu coração tinha mil questionamentos, eu realmente não sabia qual poderia ser a resposta vinda da boca de Deus para mim. Então, clamei. Cansado, roguei por Graça. E assim como na experiência do salmista, o Senhor teve misericórdia de mim  (Sl 119:58).

– Ó Jesus! Ó Amado! Sê a minha Graça! – chamei, clamei! E de repente, algo havia mudado em meu interior. Não que aquela dor atribuída de sacrifício não estivesse mais comigo. Ao menos, naquele instante, ainda estava. Mas dúvidas e perguntas já não me incomodavam mais. Não que naquele momento eu já houvesse entregado aquela parte do meu coração ainda não entregue. Não que o meu querer tivesse sido realizado e  minha alma acariciada, pelo contrário, eu estava sendo moído. Mas como não me alegrar ao tocar o Senhor em meio ao fogo? Eu estava mais uma vez, fortemente, na doce presença Dele! Que esplêndido. Nada mais poderia trazer satisfação. Ele não somente veio como Graça, mas também apresentou-me a única e real resposta possível: Cristo.

Pois mesmo nos dias mais nublados de minh’alma, Ele está aqui. E mesmo que eu não O veja, sei que Ele está presente,  aquecendo-me cheio de cuidado, assim como o sol acima das nuvens em um dia de chuva. Assim como a aurora que traz luz ao lugar em que havia somente escuridão – que luz! O  Senhor veio provar o coração uma vez entregue com tanta ternura ao Grandioso Amor. Cristo veio. Abundante em graça e misericórdia (Ef 2:4). Ele é suficiente! Ele é a resposta! Cristo é tudo em nós! (Cl 3: 10-11; Rm 11:36). Ele é a esperança da glória! (Cl 1:27).

Subjugando a forte chuva, o coração que agora recebeu grande luz soube que até as lágrimas de arrependimento precisavam ser limpas pelo sangue do Cordeiro. E que naquele exato instante, iluminado pela poderosa Luz de Deus, não precisava se preocupar em mudar ou resolver qualquer coisa, pois a própria Luz havia se encarregado de queimar tudo aquilo o que Deus desejava mostrar e eliminar. Ó Senhor Jesus!


– Sinto paz. Está tudo bem aqui – disse todo  meu interior ao Senhor pelo simples fato Dele ser o meu Senhor. Ele é! Jesus é! Ele não vem meramente para responder todas as respostas. Mais do que isso, Ele vem como a única e real existente. Vem ser a forte convicção, a única realidade – louvado seja o Senhor, pois Cristo basta!  A Graça basta! Cristo é suficiente! Somente a Palavra de Deus é verdadeira. Os sentimentos do coração humano não são verdadeiros ou suficientes. A voz do inimigo e a da alma não dizem o que é real. Por isso, em nenhum outro além do Senhor deve estar a nossa plena convicção e atenção. Fomos feitos para Ele! Nele está a luz. Nele podemos entregar cada parte do coração ao Pai.

Em meio à tempestade, Paulo sabia que o barco iria naufragar. Sabia que a chuva demoraria dias para cessar. Tudo era para o Senhor. Sua viagem era para Deus, Sua vida era Dele. No entanto, Paulo não questionou, sua convicção mais forte era de que O próprio Deus, por sua graça, faria todos ali acordarem em terra firme! “Eis que Deus, por sua graça, te deu todos quantos navegam contigo. Portanto, senhores, tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me foi dito” (At 27:24b-25).

Em nossa vida cristã, é certo que Deus faz com que passemos por muitas lutas e momentos problemáticos, porém quando provamos a Graça de Deus e contemplamos a Sua presença, Ele nos reanima de maneira espontânea com  Sua Vida vencedora que flui. Quanto mais olhamos para nós mesmos ou para as situações que mexem com  nosso coração, maior será a dor e  pobreza interior. Por isso, em meio as nossas lutas humanas e espirituais, clamemos ao Senhor Jesus por Graça e olhemos para Ele e para Sua Glória. Ele é rico para conosco (Rm 10:12). Não importa quantas vezes seja necessário ou qual é a  nossa necessidade, coloquemos os olhos em Cristo e clamemos por Sua Graça. Quanto mais olharmos para Deus, menos olharemos para nós mesmos. Quanto mais provarmos  Sua Graça e  Seu Espírito, mais satisfeitos estaremos. Se você se sente carente, não fique aflito, Cristo é Amor. Se a sua necessidade é ter um viver separado do mundo, não se preocupe, Cristo é Santo e Justo para o separar e perdoar. Caso exista algo em seu interior que o leva para fora da presença e da vontade de Deus, vá a Cristo, pois Ele é Libertação (1 Co 1:30). Se não sabe como ou para que lado caminhar, não temas, pois Deus é Luz e não há Nele treva alguma (1 Jo 1:5). Quando o governo do seu coração estiver em crise, não questione, simplesmente vá ao encontro da única real resposta do universo: Cristo.

MAIOR É A GLÓRIA

Você era gigante.

Expandiu pelo meu peito e me tirou o ar.

O folêgo da vida era corrompido pela fumaça da dor.

Então, você se alastrou pelos meus pensamentos.

Criou ervas daninhas na minha alma,

roubou o meu sono, a minha calma.

Me fez ver uma névoa e fechou o tempo do meu sorriso.

 Vendo de cá, percebo que eu te deixei no centro do meu coração.

Eu  segurei sua mão enquanto você destruía a minha paz.

Caí na armadilha das suas mentiras e acreditei que você me definia.

Acreditei que  éramos um só. 

Achei que o trincado do vaso não poderia ter conserto.

Oh, pobre alma incrédula!

 

Tal como Pedro, em pleno naufŕagio,

avistava as ondas e os ventos.

Fitava meus olhos na dor e não em Jesus.

Tal como Jó questionava,

o orgulho e a soberba

tomavam conta do meu coração.

 

Mas Aquele que fez Lázaro retornar da morte para a vida,

da escuridão para a luz,

me chama para fora mais uma vez.

A voz inconfundível do Mestre quebra os grilhões do meu inferno,

rasga as ataduras da incredulidade,

faz sangrar o peito endurecido.

Despedaço-me, desmonto-me, prostro-me.

 

É quando estou perto da cruz o suficiente,

que meus olhos testemunham o sangue e a água.

O perdão e a vida.

No madeiro que Te pregaram em angústia e Te coroaram em aflição, 

noto o Teu silêncio. 

“Morto!” – disseram

 

Mas o que detém o Filho do Deus vivo?

Seu amor caminha pelos ladrilhos da morte e faz tremer a escuridão.

Seu amor vence.

A memória do meu Amado castigado trata das minhas feridas.

E ressurge a vida nas entranhas do meu ser.  

 

Agora sei, Jesus conhece o que é padecer.

Isso não significa que minha dor é irrelevante,

porém, quando comparada com a glória, é sempre pequena, leve e momentânea.

 

Quando ofertei o meu coração machucado e abri mão da minha justiça,

Sua realidade pôde me trazer para o barco,

e me devolver em dobro o que eu perdi. Curada.

Transformada.

O que ardia na alma, já tem gosto de misericórdia.

Oportunidade de salvar vidas.

O sofrimento nunca é o fim, embora possa ser o caminho.

 

Para aquela dor assombrosa, a fúria do Seu amor e poder. 

Ela era gigante, mas agora a vejo pequena.

Uma lembrança, um memorial

da manifestação de Deus no meu viver.

Amor Sem Limites

 

Amor Sem Limites

3 Dias

Apesar de a maioria das pessoas gostar de presentes e doces, não podemos esquecer o verdadeiro sentido da Páscoa. Convido você a ampliar o entendimento sobre esta data tão importante através dos três passos: Aceitação, Perdão e Comunhão. Espero por você!

Gostaríamos de agradecer ao pt.jesus.net por fornecer este plano. Para mais informações, visite: https://por.jesus.net/

Vovó e Vovô Explicam a Semana Santa para os Netinhos

 Uma série em oito dias, com oito pequenos vídeos, onde a vovó e o vovô (e você) descrevem aos seus netinhos (ou filhotes), o que aconteceu nos oito dias da Semana chamada Santa. Oito dias porque a história começa em um Domingo (de Ramos) e termina no outro Domingo (de Páscoa). Que tal?


Gostaríamos de agradecer ao +1 Capelania Empresarial por fornecer este plano. Para mais informações, visite: https://www.capelaniaempresarial.com.br/

PÁSCOA É A ESPERANÇA QUE SUPERA A ESCRAVIDÃO

“Agora, no entanto, estão livres do poder do pecado e são escravos de Deus. E entre os benefícios que ele dispensa a vocês, está a santidade cujo fim é a vida eterna.” Romanos 6:22 NBV-P

Hoje iremos refletir sobre o profundo significado da Páscoa. Uma celebração que vai além das tradições e nos leva ao coração da esperança que supera a escravidão. A Páscoa nos lembra de que, em Jesus, encontramos uma liberdade que vai muito além das correntes visíveis, pois Ele quebrou as cadeias do pecado e da morte.

Ao olharmos para a história do povo de Israel, vemos como a Páscoa original foi marcada pela libertação do jugo opressivo da escravidão no Egito. Da mesma forma, em Cristo, experimentamos uma libertação que transcende as barreiras terrenas. A escravidão do pecado, que nos aprisionava, foi derrotada pela obra redentora de Jesus na cruz.


Paulo, em sua carta aos Romanos, nos lembra da nova realidade que vivemos em Cristo. Não somos mais escravos do pecado, mas, através da ressurreição, tornamo-nos servos de Deus, recebendo o dom da vida eterna. A Páscoa é a expressão máxima de esperança, pois nos oferece uma vida liberta das correntes da condenação e da separação eterna de Deus.

Oremos:  Querido Deus, agradecemos por esta temporada sagrada que nos lembra da esperança que encontramos em Cristo, a esperança que supera qualquer forma de escravidão. Assim como o povo de Israel experimentou a liberdade no passado, hoje celebramos a liberdade eterna que recebemos através da cruz e ressurreição de Jesus. Dai-nos a compreensão mais profunda desta esperança, para que possamos viver cada dia em gratidão e serviço ao Senhor. 

Em nome de Jesus, o Libertador, oramos. Amém.

Muito obrigado por existir!

Elias dos Reis Silva.

VIVENDO NOSSA FÉ NO MUNDO PROFISSIONAL COM PROPÓSITO

 Queridos, esta semana iremos refletir sobre a maneira como podemos integrar nossa fé de forma significativa em nossa vida profissional. Vivemos em um mundo onde as demandas do trabalho muitas vezes competem com nossos valores espirituais, mas podemos encontrar uma maneira de harmonizar esses aspectos de nossas vidas

Precisamos destacar a importância de viver uma vida coerente, onde nossa fé não seja algo separado, mas intrinsecamente integrada em todos os aspectos de nossa jornada, incluindo a vida profissional. Como cristãos, somos chamados a ser luz e sal neste mundo Mateus 5:13-16, independentemente do lugar onde nos encontramos, incluindo o ambiente de trabalho.

Antes de podermos integrar nossa fé no local de trabalho, é crucial ter fundamentos sólidos em nossa relação com Deus. Isso inclui o tempo dedicado à oração, estudo da Palavra e uma busca constante para compreender a vontade de Deus para nossas vidas.

Uma das maneiras mais impactantes de integrar a fé no trabalho é através da demonstração de valores cristãos. Isso inclui honestidade, integridade, empatia e respeito pelos outros. Colossenses 3:23 nos lembra: “(…)tudo quanto fizerem, como se estivessem trabalhando para o Senhor e não simplesmente para os homens”.

Procurar integrar a oração em sua vida profissional é uma forma poderosa de alinhar suas atividades diárias com a vontade de Deus. Seja buscando orientação em momentos decisivos ou intercedendo pelos colegas, a oração pode ser uma âncora espiritual em um mundo profissional agitado

Sua presença no ambiente profissional deve ser uma fonte de influência positiva. Ao ser luz, poderá inspirar outros a também viverem de acordo com princípios cristãos. Jesus disse em Mateus 5:16: “Assim também a luz de vocês deve brilhar diante dos homens, para que vejam as boas obras de vocês e louvem o Pai de vocês, que está nos céus.”

Procure incentivar todos a buscar oportunidades diárias para integrar sua fé no ambiente profissional. Que nossas vidas sejam testemunhas vivas do amor de Cristo em tudo o que fazemos.

Oremos juntos para que Deus nos capacite a viver uma vida coesa e cheia de propósito, onde nossa fé não apenas sobreviva, mas floresça em meio às demandas do mundo profissional. Amém.

Muito obrigado por existir,

Elias dos Reis Silva.


Pastor lembra que Israel é pré-requisito para o Fim dos Tempos

 

Pastor Jack Hibbs (Fotos: Reprodução/YouTube)

O pastor Jack Hibbs, da Calvary Chapel Chino Hills, Califórnia, refutou a crença de que Deus tenha abandonado o povo judeu. Ele destaca que, segundo a Bíblia, Israel é um “pré-requisito” para os Tempos Finais. Hibbs pregou a segunda parte de uma série de sermões, intitulada “Epicentro de Israel”. Durante as mensagens, ele olhou para o estado moderno de Israel através das lentes da profecia bíblica. Leia a primeira parte aqui.

Nesse sentido, durante sua mensagem, Hibbs condenou a Teologia da Substituição. Essa teoria que sugere que a Igreja Cristã substituiu Israel como o povo com quem Deus tem um plano profético.

“Há pastores e professores da Bíblia por aí – digo isso liberalmente – que dizem que Israel não importa mais porque eles não acreditam, que isso é a prova de que eles estão perdidos para sempre. Amigos, isso é falsa doutrina. Qualquer ministério, pastor ou grupo que afirme ‘Israel e os judeus não importam’ está promovendo uma doutrina de heresia, e você precisa se afastar disso”, afirmou Hibbs.

Promessa de Deus

Nesse sentido, ele citou Jeremias 31:31-33, onde Deus promete uma nova aliança com o povo de Israel, enfatizando que Deus sempre cumpre suas promessas. Hibbs ressaltou que a questão de Israel continuará relevante nos planos de Deus, já que “a existência de Israel é um pré-requisito para a Segunda Vinda”.

“Em outras palavras, se a Bíblia diz que Cristo está voltando para Israel, então se você não crê em Deus ou se você quer destruir o conceito de Deus, então destrua a nação de Israel. Então você prova que a Bíblia está errada”, continuou.


De acordo com The Christian Post, o pastor também destacou a importância de entender Israel para compreender os Tempos Finais e afirmou que “Deus é por Israel, mas o mundo não”.

Além disso, na semana anterior, durante a primeira parte da série, Hibbs criticou o Hamas por utilizar os palestinos como “instrumentos de guerra” contra Israel. Ele descreveu isso como uma situação trágica e lamentável. Por fim, o pastor expressou solidariedade aos palestinos que não desejam participar das atividades terroristas do Hamas.

FONTE:GOSPEL PRIME

Mudança na lei para escolas religiosas ameaça liberdade religiosa na Austrália

 Líderes cristãos expressaram preocupações sobre a ameaça percebida às liberdades religiosas na Austrália após a divulgação do relatório da Comissão de Reforma da Lei Australiana (ALRC) sobre escolas religiosas. O relatório, aguardado há semanas, recomendou a emenda da Lei de Discriminação Sexual para remover as isenções para escolas religiosas em relação à expulsão ou demissão de estudantes e funcionários LGBT com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

De acordo com o Christian Today, enquanto grupos LGBT apoiam as recomendações, organizações religiosas, incluindo grupos cristãos, muçulmanos e judeus, as contestam, argumentando que elas minam as liberdades religiosas. Uma coalizão de mais de vinte organizações escreveu ao Primeiro-Ministro Anthony Albanese, instando-o a rejeitar as recomendações, expressando preocupações de que as mudanças comprometeriam o caráter distinto das escolas religiosas.

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A Aliança de Escolas Cristãs da Austrália (AACS) rotulou o relatório como um ataque à fé e à liberdade de crença, alertando que a adoção das recomendações alteraria fundamentalmente a educação cristã. A diretora executiva da AACS, Vanessa Chen, enfatizou a possível interferência do governo nas práticas de contratação e nos currículos de ensino, apresentando-a como uma ameaça à autonomia religiosa.

Chen destacou que a questão não se trata de discriminação, mas sim dos direitos dos pais de escolherem escolas alinhadas com seus valores. Pesquisas conduzidas pela AACS mostraram um forte apoio público às escolas para contratar funcionários de acordo com seus valores.



Apesar da pressão dos grupos de lobby, o Governo Federal, liderado pelo Primeiro-Ministro Albanese, afirmou que qualquer emenda à Lei exigiria apoio bipartidário. Albanese enfatizou a necessidade de unidade, sugerindo que a legislação deveria seguir os procedimentos parlamentares normais.

No entanto, os partidos de oposição, incluindo os Verdes, expressaram desapontamento com a abordagem do Trabalhista, argumentando por uma ação rápida para evitar a discriminação contra estudantes queer ou trans. A vice-líder da oposição, Sussan Ley, afirmou que a legislação deve passar pelos processos parlamentares regulares e abordar as preocupações levantadas pelas escolas religiosas.


FONTE:GOSPEL PRIME

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A vocação que move o mundo

 O que nos mantém de pé, mas em movimento? Nosso senso de vocação, de significado proposital no mundo. É descobrir para o que Deus nos chamou. Tal qual um peão que permanece rodando no eixo vertical a partir da força implementada sobre ele, a vocação é esse movimento de rotação que tende a resistir. Quando tal energia é usada de maneira certa pelas razões certas, ela muda o mundo!

 
Como fazer isso acontecer em meio a uma geração normalmente taxada de distraída, imatura e fútil? Como fazer com que os jovens sejam essa força em movimento? 

Entre os evangélicos, há uma série de iniciativas que nos trazem esperança nesse sentido para a juventude. Aliança Bíblica Universitária (ABU), Mocidade para Cristo (MPC) e Cruzada Estudantil (hoje, CRU) são algumas das mais antigas no Brasil. Entre as mais recentes, no entanto, está o Ministério Prisma, que começou em maio de 2020 e alcançou popularidade com publicações reflexivas no Instagram e no YouTube, sem perder a clareza. Para Gabriel Pacheco, um dos fundadores do Prisma, “se o jovem não consegue descobrir sua vocação, é como se ele se sentisse desvinculado de sua fé no cotidiano”. 
 
 
Movimento Vocare
Uma das iniciativas – e talvez a primeira a conseguir unir mais consistentemente os ambientes físico e digital na horizontalidade do voluntariado – é o Movimento Vocare. As primeiras reuniões efetivas começaram no final de 2012, mas o ano “D”, por assim dizer, foi 2014; ano preparatório para o primeiro evento, que aconteceria em 2015 nas dependências da Unicesumar, em Maringá, PR. Não se sabia muito bem o que aconteceria, mas havia uma certeza de que Deus mostraria algo a partir daquele encontro. Cerca de setecentos jovens estavam lá com o coração disposto a ouvir a voz de Deus durante quatro dias. “Experimentamos realidades profundas nestes quatro últimos dias. Verdade, paixão, discernimento, compaixão, convocação, amor... Fomos convidados a mergulhar no chamado de Deus para nós. Somos jovens e não estamos sozinhos!”, dizia a carta escrita em nome dos participantes naquele ano.
 
Desde então, o Movimento Vocare cresceu, se organizou, mobilizou mais voluntários e fortaleceu vínculos com igrejas e agências missionárias. Sobretudo, continuou engajando jovens para a missão de Deus. Até 2023, realizou seis congressos nacionais e quinze regionais (em nove cidades de oito estados brasileiros). Enfrentou os tempos de pandemia com criatividade, promovendo iniciativas virtuais de oração e de solidariedade. Sua liderança – representando agências missionárias ligadas à Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) – entende que os jovens devem continuar conduzindo o movimento, e não os mais velhos. Em meio a um país politicamente polarizado, o Vocare não se esfacelou, mas uniu forças para manter o propósito de ajudar a “conectar o jovem com a missão de Deus”, construindo unidade na diversidade do Corpo de Cristo.
 
Hoje, dez anos depois daquele ano “D”, o Vocare continua sendo um movimento centralizado no voluntariado; continua a oferecer um horizonte amplo da vocação – não apenas a transcultural, e não apenas a local. E, em meio a uma avalanche de informações, continua a trabalhar em parceria com agências e igrejas, unindo pontas entre as necessidades e as oportunidades reais.
 
 
Um jovem longevo
O Movimento Vocare ainda é um “jovem longevo” que, após uma década, se alegra em persistir nos propósitos que Deus o chamou para viver. Ao mesmo tempo, é cercado de desafios, como a sustentabilidade financeira e a suscitação de novos líderes entre os jovens. Mas qual o “segredo” para manter-se vivo? Para Cassiano Luz, um dos fundadores do Vocare, há, pelo menos, três (em suas próprias palavras):
  1.  A relevância e a atualidade do tema. As novas gerações não abrem mão de enxergar claramente um sentido para a vida. Parece que deixamos de “terceirizar” respostas e decisões sobre o que fazer, quando e onde investir nossa vida, e cada indivíduo, mais do que nunca, está atrás delas. 
  2. O Vocare tem características de movimento, mas é uma iniciativa estruturada em sua liderança e gestão. Ele “tem dono”, a AMTB, mas a ampla equipe de coordenação e de trabalho o faz com liberdade e cada um “se sente dono” do Vocare. Esse equilíbrio é hoje um desafio para qualquer organização e iniciativa ministerial.
  3. A fidelidade e a clareza quanto ao propósito. Desde o início, o objetivo do Vocare é “conectar o jovem com a missão de Deus”. A oferta é clara, objetiva, não há espaço para confusão. Todos sabem qual é.
Cassiano acrescenta ainda a pluralidade dos atores como um fator fundamental para a perseverança do movimento. “Iniciativas que promovem a unidade no serviço tendem a ter sucesso”, afirma ele.
 
Como continuar sendo relevante?
O Movimento Vocare olha para sua história e pergunta a Deus: “Como continuar sendo relevante?” Essa e outras perguntas cabem muito bem para qualquer organização ou movimento coletivo. No caso do Vocare, ele resolveu tentar responder da maneira que sempre fez: realizando encontros presenciais. O próximo encontro nacional acontecerá de 30 de maio a 2 de junho de 2024, na Estância Árvore da Vida, em Sumaré, SP.
 
Sim, em meio a uma geração altamente conectada pela tecnologia, o anseio do “olho no olho”, do abraço real, da oração em dupla, do café simples na mesa, do louvor abraçado com o outro, da leitura da Palavra em comunidade, da esperança compartilhada... tudo isso faz parte – é mais do que um apêndice – da caminhada do Vocare. E é provável que seja esse o fator que mantém aquela certeza de que Deus chamou o Vocare à existência.
Talvez – e somente talvez – mais do que transformar o mundo, a vocação tem a principal tarefa de nos manter de pé, impulsionando-nos a continuar em movimento para abençoar outros em nome de Jesus. 
 
Valores do Movimento Vocare
1. Na simplicidade, desprendimento
2. De muitos, um
3. Coragem para inovar
4. De Deus, coadjuvantes
5. Excelência com alegria
6. Para sempre, aprendizes
7. Paixão pelo jovem