Copiado!

Número de pessoas que leem notícias pelo Facebook no Brasil é o dobro das que leem no jornal



Há um infográfico com dados levantados pela consultoria Deloitte
sobre as maiores motivações por trás do uso das mídias sociais, de
acordo com dois grupos de faixa etária: 16-24 anos e 25-34 anos, entre a
população do Reino Unido.


O infográfico é de 2015, portanto, bem recente. E por mais que o
Reino Unido não seja o Brasil, os resultados me pareceram bem
consistentes. Por isso, compartilho aqui com vocês.


. Saber o que meus amigos estão fazendo

65% = 16-24 anos       52% = 25-34 anos


. Enviar mensagems diretamente aos meus amigos

53% = 16-24 anos       42% = 25-34 anos


. Manter contato com minha família

29% = 16-24 anos       39% = 25-34 anos


. Publicar fotos/vídeos

20% = 16-24 anos       20% = 25-34 anos


. Ver o que meus amigos estão vendo/ouvindo

19% = 16-24 anos       15% = 25-34 anos


O único uso que os mais velhos superam os mais novos nas redes sociais é relacionado aos contato com a família.


Essa é a porta de entrada. A partir daí, o consumo de notícias, joguinhos, entre outros, fica fácil.


Entre as mídias sociais mais usadas para o consumo de notícias no
mundo, o Facebook ganha disparado do seu concorrente, o Youtube, com 41%
contra 18%. O terceiro lugar fica com o WhatsApp, com apenas 9%. Os
dados são do "Reuters Institute Digital News Report 2015"
(Relatório de 2015 do Instituto Digital da Reuters), do Reuters
Institute for the Study of Journalism (Instituto Reuters para o Estudo
do Jornalismo), da Universidade de Oxford.


O Relatório da Reuters mostra também um crescimento na tendência de
consumo de notícias por meio das mídias sociais. De 2014 para 2015, o
crescimento foi significativo: França (+15), Brasil (+14), Reino Unido
(+13) e EUA (+10).


Olhando para o infográfico abaixo, organizado pelo site Statista
a partir dos dados do Reuters Institute for the Study of Jornalism, é
possível perceber como as mídias sociais e o meio digital no Brasil
estão cada vez mais rápidos, substituindo a maneira como nos
relacionamos como as pessoas, conversamos como nossos familiares e até
consumimos notícias.





Aqui no Brasil, em relação às mídias sociais, 10% a consideravam para
o consumo de notícias, enquanto apenas 4% consideravam os jornais.


Nossos dados são muito parecidos com os dos Estados Unidos,
comparativamente. Lá também os jornais estão sofrendo e a mídia digital
(incluindo as mídias sociais) passam dos 40% e o uso das mídias sociais
para ler notícias já está em dois dígitos percentuais!


Você costuma ler notícias pelo Facebook, Youtube, Twitter etc?


(Foto e infográfico: PhotoDune e Statista)

Número de pessoas que leem notícias pelo Facebook no Brasil é o dobro das que leem no jornal

Há um infográfico com dados levantados pela consultoria Deloitte sobre as maiores motivações por trás do uso das mídias sociais, de acordo com dois grupos de faixa etária: 16-24 anos e 25-34 anos, entre a população do Reino Unido.
O infográfico é de 2015, portanto, bem recente. E por mais que o Reino Unido não seja o Brasil, os resultados me pareceram bem consistentes. Por isso, compartilho aqui com vocês.
. Saber o que meus amigos estão fazendo
65% = 16-24 anos       52% = 25-34 anos
. Enviar mensagems diretamente aos meus amigos
53% = 16-24 anos       42% = 25-34 anos
. Manter contato com minha família
29% = 16-24 anos       39% = 25-34 anos
. Publicar fotos/vídeos
20% = 16-24 anos       20% = 25-34 anos
. Ver o que meus amigos estão vendo/ouvindo
19% = 16-24 anos       15% = 25-34 anos
O único uso que os mais velhos superam os mais novos nas redes sociais é relacionado aos contato com a família.
Essa é a porta de entrada. A partir daí, o consumo de notícias, joguinhos, entre outros, fica fácil.
Entre as mídias sociais mais usadas para o consumo de notícias no mundo, o Facebook ganha disparado do seu concorrente, o Youtube, com 41% contra 18%. O terceiro lugar fica com o WhatsApp, com apenas 9%. Os dados são do "Reuters Institute Digital News Report 2015" (Relatório de 2015 do Instituto Digital da Reuters), do Reuters Institute for the Study of Journalism (Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo), da Universidade de Oxford.
O Relatório da Reuters mostra também um crescimento na tendência de consumo de notícias por meio das mídias sociais. De 2014 para 2015, o crescimento foi significativo: França (+15), Brasil (+14), Reino Unido (+13) e EUA (+10).
Olhando para o infográfico abaixo, organizado pelo site Statista a partir dos dados do Reuters Institute for the Study of Jornalism, é possível perceber como as mídias sociais e o meio digital no Brasil estão cada vez mais rápidos, substituindo a maneira como nos relacionamos como as pessoas, conversamos como nossos familiares e até consumimos notícias.

Aqui no Brasil, em relação às mídias sociais, 10% a consideravam para o consumo de notícias, enquanto apenas 4% consideravam os jornais.
Nossos dados são muito parecidos com os dos Estados Unidos, comparativamente. Lá também os jornais estão sofrendo e a mídia digital (incluindo as mídias sociais) passam dos 40% e o uso das mídias sociais para ler notícias já está em dois dígitos percentuais!
Você costuma ler notícias pelo Facebook, Youtube, Twitter etc?
(Foto e infográfico: PhotoDune e Statista)

Facebook está trabalhando em um aplicativo do Twitter-like que permite que editores de enviar alertas de notícias da quebra móveis para as massas

Facebook está trabalhando em um aplicativo de notícias móvel autônomo que parece ser parte de sua iniciativa Facebook para Empresas. Este produto, que soa semelhante ao Twitter, parece ser diferente do Facebook para o Trabalho, uma iniciativa que foi anunciada no ano passado. Business Insider reviu screenshots do novo produto e falado com uma fonte que foi brincar com a plataforma de negócios do Facebook. Esta fonte diz que algumas empresas foram escolhidas pelo Facebook para pilotar o app. Facebook se recusou a comentar o assunto. Os detalhes ainda são vagos, mas aqui está como novo produto do Facebook, que está atualmente em ("alpha") os primeiros testes, supostamente vai funcionar. Os usuários vão baixar um novo aplicativo móvel pelo Facebook. Os usuários irão, em seguida, escolher parceria publicações que pretendem seguir no app e tópicos (ou "estações" e "Subestações") que eles querem para receber as últimas notícias sobre alertas.
Facebook tem, aparentemente, seleccionado apenas algumas empresas para lançar com. Quando há notícias de última hora, publicações parceiras podem criar notificações móveis que vai explodir para fora a todos os seguidores instantaneamente, tão rápido quanto um tweet faria. Os alertas móveis permitem até 100 caracteres de texto e um link para a notícia no site daquela publicação. Uma publicação não pode criar uma notificação para outro, por exemplo. A explosão vai sair, e quando as pessoas clicam no link, eles serão levados para o site da publicação para ler o artigo. Aqui está uma screengrab do que o sistema de notificação que está sendo testado é semelhante:

'Revolução' em smartphones será feita localmente, diz diretor do Facebook

Ime Archibong, diretor de parcerias do Facebook, disse que os desenvolvedores locais vão "revolucionar" a forma com que as pessoas interagem umas com as outras, especialmente em smartphones, e que esta mudança não virá "da Califórnia [sede da empresa]". O executivo fez a primeira palestra após a abertura da Campus Party 2015, nesta terça-feira (3).
A Campus Party 2015, oitava edição do evento de tecnologia e cultura pop e nerd, acontece em São Paulo (SP), no São Paulo Expo, antigo Centro de Exposições Imigrantes, de terça a sábado (8).
Em uma palestra bastante motivacional, Archibong disse acreditar que são as ideias dos profissionais regionais de tecnologia que irão construir as experiências móveis para suas comunidades e para o mundo, e não necessariamente grandes corporações como o Facebook.
"Desenvolvedores locais irão transformar a forma como o mundo irá viver suas experiências. E o papel do Facebook nisso é ajudá-los a construir essas plataformas", afirmou. "Quem irá construir isso? Não seremos nós da Califórnia".
O executivo, que lidera a área do Facebook responsável por parcerias com outros serviços, como Apple e Amazon, citou como exemplo um aplicativo africano. Criado no Zâmbia, o app mostra os direitos das mulheres no país. "Ninguém do Facebook pensaria nisso", disse Archibong. "Esse momento cementou minha crença nos desenvolvedores locais".
Archibong foi à Campus Party 2015 justamente para promover as ferramentas do Facebook que impulsionam e/ou financiam boas ideias de apps como esse. Além da própria tecnologia da rede social, a empresa oferece um programa chamado FB Start, que "encontra e investe em empreendedores que querem construir ideias incríveis", segundo o executivo.
Ele também falou da Internet.Org, iniciativa liderada por Mark Zuckerberg que busca levar a internet a regiões carentes. Segundo Archibong, dois terços da população mundial está offline. E enfatizou: "As ferramentas e os produtos que vão atender a Internet.Org estão sendo feitos por desenvolvedores locais". É hora de colocar a mão na massa.
Abertura
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, disse que a Campus Party está relacionada com o futuro do Brasil e "com o país se preparar para os desafios do século 21". Ferreira participou da cerimônia de abertura da Campus Party 2015, nesta terça-feira (3), no São Paulo Expo. O evento vai até sábado (8).
"[A Campus Party] tem uma importância cultural enorme. A cultura do século 21 tem a ver com se conectar em rede e possibilitar a participação de muita gente. A grandeza do evento ultrapassa a quantidade de pessoas e a qualidade da internet", disse o ministro.
Programação
Com foco em ciência, as palestras deste ano terão nomes como o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o astronauta Reid Wiseman, da Nasa, e o ator do programa "O mundo de Beakman", Paul Zaloon.
Veja abaixo a programação completa do Palco Terra, o principal da Campus Party 2015. Para conferir todas as atrações do evento, clique aqui.
3 de fevereiro
19h30: Cerimônia de abertura
21h: Ime Archibong - diretor de parcerias estratégias do Facebook
4 de fevereiro
11h30: Gina Gotthilf - gerente de marketing e desenvolvimento internacional do Duolingo
13h: Miguel Nicolelis - neurocientista brasileiro responsável pelo projeto "Andar de novo"
14h30: Shubham Banerjee - jovem criador de uma impressora Braile de baixo custo
15h45: Camille François - pesquisadora de internet e sociedade no Berkman Center
20h: Chris Anderson - autor do livro "A cauda longa"
5 de fevereiro
13h: Paul Zaloom - ator da série "O mundo de Beakman"
14h30: Leo Burd - pesquisador do laboratório de mídias do MIT
15h45: Gary Whitehill - fundador da Entrepreneur Week
17h: John Cioff - professor de Stanford e "Pai do DSL", tecnologia de banda larga
18h15: Matteo Achilli - criador da rede social Egomnia, conhecido como "Zuckerberg italiano"
20h: Reid Wiseman - engenheiro e astronauta da Nasa que já foi ao espaço
21h30: Dado Schneider - professor e palestrante
6 de fevereiro
13h: Jonathan LeBlanc - diretor da área de "developer advocacy" do PayPal
18h15: Matthew F. Reyes - estrategista da NASA e CEO da Exploration Solutions
20h: Adam Howard - artista e especialista em efeitos especiais de Hollywood
7 de fevereiro
13h: Bas Lansdorp - fundador da Mars One, empresa que pretende colonizar Marte
19h: Cerimônia de encerramento
21h: Show de Encerramento

WhatsApp contará com chamadas de voz

Chamada por voz deve ser liberada aos poucos para usuários do WhatsApp. 

Um dos mensageiros mais famosos do momento, o WhatsApp, irá receber uma nova funcionalidade, trata-se da chamada por voz. O recurso já vem sendo requisitado há muito tempo pelos usuários da ferramenta. Por enquanto, apenas alguns usuários de aparelhos equipados com o sistema operacional Android tiveram o recurso liberado.

Alguns usuários informaram no fórum Reddit que o recurso já aparece ativo em seus aparelhos e que inclusive, está em pleno funcionamento.

Ao que tudo indica, os usuários de Android serão os primeiros a receber a novidade, bem como aconteceu com a versão do WhatsApp para PC. Ainda não se sabe quando o recurso será liberado para os demais usuários, como também para os outros sistemas.

A interface do aplicativo conta agora com uma nova aba exclusiva para ligações. Assim, ao lado de “chats” e “contatos”, aparece a função “chamadas”.

As chamadas por voz haviam sido prometidas para o segundo trimestre de 2014, porém, em consequências de algumas complicações, o lançamento acabou sendo adiado para 2015.

Vale lembrar que o WhatsApp foi comprado pelo Facebook


Funcionários divulgam as piores coisas de se trabalhar no Facebook

Quem se depara com a chance de trabalhar no Facebook vê passar pela cabeça todas as vantagens de se estar em uma grande empresa de tecnologia - ainda mais uma que está entre as melhores, segundo os próprios funcionários.

Mas nem tudo são flores; há aspectos negativos a se considerar, também, coisas que possivelmente o profissional só saberá depois de ter entrado na empresa.
Foi para desvendar essas questões que o engenheiro Keith Adams, do time de inteligência artificial do Facebook, abriu uma consulta pública no Quora. Ali, outros funcionários - alguns sob anonimato - se pronunciaram acerca das dificuldades encontradas no Facebook.
As reclamações são, em geral, sobre a organização da empresa. Adams, por exemplo, diz que durante situações de emergência os engenheiros têm de estar disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, e não há feriado ou fim de semana que impeça o Facebook de chamá-los.
Um reclama que como o Facebook encoraja os funcionários a serem "eles mesmos", não há um espírito de profissionalismo dentro da empresa, enquanto outro aponta que osfuncionários são estimulados a pensar individualmente, e não em grupo, inclusive os gerentes - que deveriam fazer justamente o contrário, motivando seus times como um todo.
O crescimento acelerado também parece ser um problema, visto que projetar coisas interessantes com 4 mil pessoas é mais difícil do que com 500. "Estamos crescendo tão rapidamente e nunca enfatizamos organização, educação ou estabilidade", explica um funcionário.
A esposa de um ex-funcionário reclamou ainda de algo sobre o qual o Facebook não tem culpa: quando atuava pela empresa, seu marido vivia sendo questionado por amigos sobre erros e problemas que encontravam. Ela, inclusive, recebia pedidos de ajuda sobre qualquer coisa relacionada à rede social. "Estando casada com alguém que trabalhava no Facebook, eu deveria saber."
Um outro ex-colaborador chamou a atenção para o fato de o Facebook ainda agir como se fosse uma startup, mesmo sendo uma das maiores companhias de tecnologia do mundo. "É mais ou menos como aquele filme com Adam Sandler em que ele é velho mas tenta agir como adolescente", reclama. "Estranho."

O Business insider separou 22 coisas ruins sobre o Facebook, mas a discussão toda pode ser acessada aqui. 

Facebook supera expectativas e tem crescimento de 49% na receita no quarto trimestre de 2014

Facebook-receita

Em balanço divulgado agora há pouco, o Facebook publicou os números de sua operação no último trimestre de 2014. E eles foram ótimos para empresa: as receitas cresceram 49% nos três últimos meses do ano passado, o que dá US$3,85 bilhões, superando as estimativas de US$3,78 bilhões feitas por Wall Street.

O que puxou este aumento foram os celulares: 69% das receitas de publicidade da rede social vieram de anúncios mobile. Isto quer dizer que o Facebook recebeu US$2,48 bilhões para mostrar propagandas no seu smartphone. Faz sentido: dos 1,39 bilhão de usuários ativos mensais, 86% acessam a rede por outros dispositivos móveis. Como observa o TechCrunch:

O Facebook tem agora (…) 1,19 bilhão de usuários ativos mensais em dispositivos móveis (crescimento de 6,2%) e 745 milhões de usuários ativos diários em dispositivos móveis (crescimento de 5,97%). Isto significa que a velocidade do crescimento do Facebook nestas plataformas está crescendo. Usuários exclusivos de plataformas móveis atingiram a marca de 526 milhões, um crescimento de 15,3% em relação ao trimestre passado, graças aos esforços da rede para crescer em países emergentes, onde computadores ainda são raros.

As ações do Facebook hoje valem US$76,80, um crescimento de 1%. Com o resultado, a rede totalizou US$12,47 bilhões de receita no ano, passando pela primeira vez a marca dos 10 bilhões. O lucro líquido em 2014 foi de US$2,94 bilhões.

Por outro lado, os gastos cresceram significantemente, por causa das compras da Oculus VR e do WhatsApp, além do investimento em inteligência artificial. Além disso, este foi o crescimento trimestral mais lento desde o começo de 2013. [Autor: gizmodo.uol.com.br – Facebook, TechCrunch, Reuters, CNet]

Facebook agora tem mais 3B Vídeo de visualizações por dia


Se ele está começando a se sentir como cada visita que você faz no Facebook nos dias de hoje está cheio de vídeos, você não está sozinho. Relatado Facebook hoje em um forte conjunto de ganhos Q4 que há 3 bilhões de vídeos vistos em seu site por dia. Com a empresa também relatar usuários diariamente ativos de 890 milhões, isso funciona para mais de 3 vídeos por dia.
Facebook mais especificamente depois notar que mais de 50% das pessoas em os EUA que vêm para Facebook diariamente assistir pelo menos um vídeo por dia. Ele não sair como muitos deles são auto-jogado, mas fez notar que mais de 65% de visualizações de vídeos do Facebook ocorrer no celular.
CEO Mark Zuckerberg apontado na chamada que enquanto o uso do Facebook mudou ao longo dos últimos dez anos, a partir do texto, principalmente através de "principalmente fotos com algum texto e vídeo," Ele pode estar subestimando um pouco as coisas.
Como ponto de comparação, ele observou que há 2 bilhões de fotos por dia compartilhado em sites do Facebook - ou, dito de outra forma, menos 1 bilhão de fotos do que vídeos postados no Facebook diariamente. E, como um sinal do quanto o Facebook está empurrando o crescimento de vídeo, foi apenas em junho 2014 que a empresa passou de 1 bilhão de visualizações de vídeos por dia.
"Uma das grandes tendências será o crescimento de conteúdo de vídeo em nosso serviço", disse Zuckerberg em observações sobre a forma como o serviço ficaria em três, cinco e 10 anos.
Vídeo é a chave para Facebook em mais de um nível.
Por um lado, é um meio que ajuda a manter as pessoas no site por mais tempo, pela própria natureza da experiência de visualização. É algo que o Facebook tem feito bem. Por algumas estimativas , é mesmo dirigindo criadores de vídeo e visualizações de vídeos, longe do YouTube, o líder de vídeo online.
Facebook disse que, no ano passado, o número de postos de vídeo por pessoa no Facebook aumentou 75% no mundo e 94% em os EUA (Meu palpite é que ele vai tentar empurrar mais deste tipo de vídeo "nativo" no futuro - isto é, vídeo hospedado no Facebook do que em sites de terceiros, seja através da oferta de mais controle e uma melhor experiência ou melhor exposição no algoritmo em constante evolução do Facebook para o que é visto mais. hospedagem dos vídeos, é claro, significa que o Facebook pode monetizar-los melhor.)
Por outro lado, com a sua estreita afinidade com TV, vídeo on-line é um honeypot para publicidade premium e atraindo marcas premium. Esta é uma das grandes razões pelas quais Facebook, e outros como Yahoo e AOL e Twitter, têm empurrado para o meio.
COO Sheryl Sandberg fez a comparação direta entre takeup vídeo do consumidor no Facebook e como a rede social está a construir o seu negócio de publicidade em vídeo. "É emocionante que temos chegado a 3 bilhões de visualizações de vídeos por dia, porque mostra que os consumidores gostam de vídeo", observou ela. "Isso nos dá uma oportunidade de fazer crescer a nossa publicidade em vídeo."
"O que realmente importa é que os consumidores estão usando vídeos no Facebook", disse ela depois, dizendo que eles não eram ", anúncios de vídeo seria muito chocante."
No último trimestre, o Facebook lançou anúncios de vídeo autoplay em todo o mundo, e observou que "muitos clientes contaram suas histórias de forma criativa através de vídeo", mas não compartilhar nenhum métricas sobre o quão bem este fez.
Curiosamente, enquanto o Facebook está empurrando algum conteúdo premium, incluindo um novo NFL alimentar que anunciou hoje , não está colocando todos os ovos na cesta de high-end.
"Eu não acho que é importante o que o conteúdo é", disse Sandberg, em resposta a uma pergunta sobre se o Facebook estaria procurando fazer mais promoções para adicionar mais conteúdo de vídeo premium, semelhante ao que o YouTube tem vindo a fazer. "Nós temos um teste NFL agora, mas já estamos vendo um crescimento explosivo sem ele. Nós ainda não descobri o que o mix precisa ser. "
Facebook registrou US $ 3,6 bilhões em vendas de publicidade sobre as receitas totais de 3.850 milhões dólares, mas não quebrou o quanto de que veio de publicidade em vídeo versus outros formatos.

Facebook lança versão Lite de seu app para Android visando países com conexão lenta

O Facebook lançou um novo aplicativo para o Android, sistema operacional móvel da Google. Trata-se do Facebook Lite, uma versão "capada" e mais leve do seu app principal e que visa os usuários de países que contam com conexões lentas, geralmente 2G e que possuem, em sua maioria, smartphones de entrada, ou seja, de baixo custo e baixo desempenho. Curiosamente a companhia não fez nenhum tipo de anúncio oficial ou questão de divulgar a existência desse novo aplicativo.
Ele está visível para qualquer um que acesse a página do aplicativo na Play Store, mas não pode ser baixado por todos. Apenas os usuários de Bangladesh, Nepal, Nigéria, Sudão, África do Sul, Sri Lanka, Vietnã e Zimbábue podem baixar e fazer uso dessa versão Lite do Facebook. Como dá pra perceber, esses países não são exatamente exemplos de IDH alto ou de avanço tecnológico. Porém, não há muita explicação para deixar outros países de fora. No Brasil mesmo, por vezes, lidamos com conexões móveis lentas ou com franquias de dados minúsculas. Acredito que o Facebook Lite seria bem vindo para muitos usuários. A resposta do Facebook para essa decisão é que, por enquanto, o Facebook Lite está ainda em fase de testes.
O Facebook Lite tem meros 252 KB e é iniciado de maneira muito mais rápida que a versão convencional. Ele também faz um uso mais inteligente e econômico das redes móveis, especialmente as 2G. Como a rede social de Zuckerberg tem parceria com inúmeras operadoras ao redor do globo, é provável que os engenheiros da empresa tenham aprendido alguma coisa com essas parcerias.
O Facebook Lite é bem simples. Permite que você cheque as atualizações dos seus contatos, que publique fotos e outros tipos de posts, que veja curtidas e comentários em seus posts e até que troque mensagens pelo chat, funcionalidade esta que foi retirada do app principal. Agora, é necessário baixar um segundo aplicativo se quiser conversar com seus amigos pelo Facebook. Muita gente xingou muito na época, mas o Facebook não costuma ouvir seus usuários. Porém, com o Facebook Lite você poderá até dispensar o uso do aplicativo Facebook Messenger.
Em 2010 o Facebook já tinha uma versão Lite, que nada mais era do que uma versão minimalista do site, com gráficos reduzidos e menos funções. No mesmo ano o app foi descontinuado e retirado de todas as lojas de apps. Agora o Facebook retorna com a versão Lite de seu app principal. Sabe-se lá porquê. Como o aplicativo não está disponível em muitos países, os usuários logo trataram de publicar o APK na web. No APKMirror, por exemplo, você já pode fazer o download do Facebook Lite e instalar em seu smartphone Android.
Fonte: TechCrunch

Turquia exige que o Facebook bloqueie páginas que insultem Maomé

Caro leitor, essa Turquia é complicada, hein. Mais um caso desse país intercedendo no direito de livre expressão. Dessa vez, a Turquia recorreu ao Facebook para que as páginas que insultem Maomé, profeta fundador do islamismo, sejam removidas. Esse é mais um caso envolvendo essa nação: no ano passado, por exemplo, tanto o Twitter como o Youtube foram bloqueados por lá, por causa dos questionamentos contra o regime instalado no país. E não podemos nos esquecer do caso envolvendo o "sequestro" do DNS do Google por parte da Turquia, ocasião em que o gigante das buscas relatou que o seu serviço de Domain Name System (DNS) foi interceptado pela maioria dos ISPs Turcos, para impedir que os utilizadores contornassem as medidas de censura por parte do governo.
A bola da vez é o Facebook. O tribunal turco pediu (entenda pediu como obrigou) que a rede social retire as páginas com insultos ao profeta, e ainda ameaçou impedir o acesso total à rede social caso o pedido não seja atendido. Com certeza todo esse rebuliço é devido às situações estressantes que vem ocorrendo nas últimas semanas devido a última edição da revista Charlie Hebdo, que ocasionou tumultos em muitos países muçulmanos, gerando indignação em muitas comunidades dessa religião.
O Facebook, por meio do seu CEO, Mark Zuckerberg, disse que a sua empresa não vai censurar qualquer conteúdo relacionado com o tema Charlie Hebdo e acrescentou que jamais permitiria que um país ou grupo ditasse as regras do que as pessoas podem ou não postar.
Esse discurso de Zuckerberg já vem gerando grande repercussão. O Tsering Woser, um dos maiores ativistas tibetanos, se pronunciou através da sua própria página no Facebook sobre a postura do CEO da empresa. De acordo com Woser, Zuckerberg não pode descrito como um herói que morreria pela defesa da liberdade de expressão. Ele acredita que a censura aplicada na rede social é dosada de acordo com os interesses da empresa. Na China, por exemplo, as medidas a favor da censura são aplicadas, graças ao mercado chinês ser extremamente valioso para o Facebook. E ainda disse que o jovem CEO tem medo do Partido Comunista Chinês.
"Se você não tem medo de morrer pela liberdade de expressão não deve ter medo do PCC (Partido Comunista Chinês) para ganhar mais dinheiro na China", concluiu Woser.
Vamos aguardar e ver se o Facebook irá se manter firme em suas posições ou ceder a pressão da Turquia.
Fonte(s): The Verge, El Comercio

Há uma grande diferença entre o uso de Facebook "no trabalho" e "For Work '


Nota do editor:  Gaurav Jain é diretor da Founder Collective . Ele era o gerente de produto para o Google+ fundador da empresa, produto de colaboração social do Google para o local de trabalho, bem como um gerente de produto cedo para Android.
Se você é um empregador, como você resolve um problema como o Facebook?
Cerca de 61 por cento dos trabalhadores de escritório usar a mídia social durante o dia eFacebook ocupa uma grande parte do que o surf. Sua maior tráfego realmente ocorre no meio da semana entre 1 às 3 da tarde . Tudo dito, este 1,5 por cento queda na produtividade acrescenta-se a 12.000 milhões hora desperdiçados por ano, com um custo de US $ 650 bilhões de dólares para as empresas do empregado.
Além do Outlook e PowerPoint, Facebook é sem dúvida o software mais utilizado na empresa, por isso não é nenhuma surpresa que o gigante social, recentemente lançado FB @ Work por retrabalhar seus feeds de notícias, mensagens e grupos de funcionar como uma intranet corporativa envenenado . A grande questão é mesmo que Facebook é usado em trabalho , ele será usado para o trabalho ?
Conforme o gerente de produto de fundação para a edição empresarial do Google + Eu aprendi que a obtenção de um produto para trabalhar muito bem em um contexto é difícil.Tornando-se trabalhar em dois é quase impossível. Facebook merece o benefício da dúvida com base em seu domínio na rede social, mas continuo cético.
Não é que não há uma grande oportunidade, e acertar a pena o esforço. Quem não gostaria de usar algo como Evernote sobre Salesforce? Existe uma ferramenta de gestão do conhecimento "enterprise-grade" que é mais fácil de usar do que bolso?
Facebook pode alavancar sua marca poderosa, sem precedentes instalar base, e efeitos de rede para tentar músculo seu caminho para este mercado, mas se a história pode servir de guia que vai ter que fazer muito mais do que apenas redirecionar seu produto existente.
Até mesmo um gigante como a Apple, cujo favorável ao consumidor iPhone vaporizado vantagem corporativa da BlackBerry precisava mudar sua abordagem e parceria com a IBM para aumentar a sua utilização na América corporativa. Os empresários que tentam trazer idéias de consumo para a empresa deve estar atento aos desafios únicos que existem em cubículos.

Por que está fazendo aplicativos sociais w ork em um escritório tão difícil?

Para começar, o DNA das equipes de desenvolvimento de produtos de consumidores e empresas não poderiam ser mais opostos. Facebook mantra 's, "mover-se rapidamente e quebrar as coisas" ajudou a conectar um bilhão de pessoas em todo o mundo em tempo recorde. Na prática, isso significava características inteiras seriam revistos, ou eliminada, com base na visão singular de Mark Zuckerberg.
Esta abordagem não tendem a trabalhar em um mundo definido por contratos e acordos de nível de serviço. Software empresarial não é ruim porque as pessoas que a constroem são ineptos. Em vez disso, as políticas corporativas bizantino levar engenheiros para implementar soluções kludgey que resultam em software sem brilho.
Além disso, muitas empresas corporativas geram margens de lucro de gordura, adaptando seu software para caber dentro dos fluxos de trabalho idiossincráticas de megacorporações.One-size-fits-all soluções não são populares com os compradores que querem ferramentas sob medida para o seu negócio, ou vendedores que fazem a maior parte de seus lucros em serviços de personalização e contratos de manutenção.
É difícil imaginar Mark Zuckerberg mudando seu roadmap de produtos para ajudar a fazer uma venda a uma companhia de seguros enorme com os requisitos específicos do hiper, mas isso é apenas mais um dia no Oracle.
Esse tipo de personalização leva a inchar e é antitética aos produtos sociais mais populares da atualidade. Este tipo de projeto pelo comitê muitas vezes resulta em recursos de engenharia valiosos sendo arrastado para reuniões de vendas. Os engenheiros devem "ser sempre codificação" não "sempre estar se fechando."

Keg stands e indicadores-chave de desempenho não se misturam

Além dos desafios corporativos há uma enorme atrito entre as necessidades dos utilizadores individuais e os clientes corporativos. Bons aplicativos sociais remover o atrito de partilha. A maioria dos casos de uso da empresa giram em torno da necessidade de manter segredos corporativos bem acomodados em silos.
Além disso, aplicativos sociais sucesso quando eles estão centradas na expressão pessoal do usuário e com curadoria redes controladas pelo usuário. Aplicativos corporativos são hierárquicos, modelado no org corporativa e são controlados estritamente pelos administradores. As possibilidades são, se você trabalhar em um escritório você provavelmente tem perfis no Facebook e Linkedin. Outra para Instagram, HackerNews, Reddit e assim por diante. Essas distinções são importantes. A maioria das pessoas realmente querem "amigo" a sua cara de TI?

Can You Código em COBOL?

A capacidade de escrever código em linguagens de vanguarda é uma benção para startups voltados ao consumidor. Novas ferramentas são muitas vezes mais rápido e mais entusiasticamente apoiada. Uma pilha liso tecnologia é um ponto de venda ao tentar recrutar os melhores talentos.
Infelizmente, os sistemas da empresa, especialmente aqueles que precisam conectar-se a dados de saúde ou de folha de pagamento, muitas vezes requerem integração com código legado. Isso resulta em um golpe unsexy através de uma base de código escrito durante a Guerra Fria. Integrar muito profundamente e você perde a capacidade de construir rapidamente os recursos sociais divertidos. Muito pouco e a ferramenta não se torne uma parte real de seu fluxo de trabalho.

A continuação do Facebook Foursquare / Instagram / ​​Snapchat-killer estratégia 's?

A grande questão que eu tenho é se FB @ Work representa uma verdadeira visão para a próxima fase de crescimento da empresa ou se é apenas uma continuação do Facebooklonga história 's de tentar "matar" os produtos que desafiam o seu domínio de rede social.Quando Foursquare começou quente, Facebook criado Places.
Depois Instagram e WhatsApp começaram minando Facebook dominância social 's, Zuckerberg pagou bilhões para trazê-los nas dobras de hoodie corporativa. Snapchat resistiuFacebook insinuação 's até agora, mas puxão e Slingshot representam tentativas para permanecer relevante entre os adolescentes. Uma edição empresa pode muito bem ter sido no Facebook roadmap 's por anos, mas parece que a avaliação de bilhões de dólares do Slack puxou-o para fora do backlog.
Facebook maior chance 's para o sucesso é seguir sua estratégia de produto recente da criação de um ecossistema desagregados de apps. De acordo com Mark Zuckerberg, "On móvel, cada app pode se concentrar apenas em fazer uma coisa bem" e assim que vimos Instagram e WhatsApp permanecer entidades separadas com suas próprias equipes, bases de código e conjuntos de recursos. Messenger e grupos são mesmo dividindo-se em seus próprios aplicativos separados.
Software utilizado em ambientes corporativos precisa desesperadamente de uma infusão deFacebook filosofia 's, mas talvez nem todos os nossos perfis.

Workestra transforma seu celular Push Notifications em tarefas organizadas


Um novo aplicativo chamado Workestra para iOS, Android e Windows Phone transforma suas notificações push a partir de vários aplicativos e serviços em tarefas que você pode "soneca" ou Marcar como feita. A idéia é oferecer uma ferramenta mais caixa de entrada, como para gerir as várias atualizações de seus aplicativos, permitindo que você controle melhor quais os tipos de notificações que você quer ver, e quais as contas que você quiser vê-los a partir de, entre outras coisas.
De acordo com  Workestra fundador Omid Borjian , uma das maiores vantagens de se utilizar este serviço é o seu suporte para múltiplas contas, eo controle que oferece mais atualizações dessas contas.
Por exemplo, se você está gerenciando várias contas de mídia social para a sua organização ou clientes, muitas vezes você tem que entrar e sair de suas contas diferentes em cada app, a fim de ver todas as atualizações.
iphone2Além disso, quando você tocar na notificação de envio enviada para o seu telefone para ver a atualização, a própria notificação desaparece.Workestra vez permite manter o controle dessas notificações de forma mais centralizada, organizada onde você também pode controlar o tipo de notificações aparecem em primeiro lugar.
Por exemplo, você não pode se preocupar sobre a obtenção de atualizações sobre os aniversários dos seus amigos no Facebook, mas você pode querer ser notificado sobre pedidos de amizade.Ou, para algumas contas relacionadas com o trabalho, você pode apenas querer ser notificado quando é necessária uma ação de sua parte.
Mais longo prazo, maior objetivo da Workestra é apoiar aplicações corporativas e serviços que não podem mesmo estar disponíveis em um formato móvel nativo, ou não oferecem suas próprias APIs.
"Muitas empresas têm todos esses aplicativos lá fora, que ninguém quer para entrar em", explica Borjian. "E já estamos atolados com todos esses aplicativos que temos em nossos telefones.Para que você obtenha todas essas notificações, e é muito difícil controlá-lo hoje em dia, porque você começa notificações sobre o que você não precisa nem se preocupam. "
Este problema levou-o a pensar em uma maneira diferente de gerenciar notificações.
Com Workestra, os usuários podem escolher actualmente de cerca de 50 diferentes "canais" (pense: Instagram, Twitter, Slack, Facebook, MailChimp, Salesforce, etc.), bem como que tipode notificações que eles querem ver a partir desse canal. Estes são então enviados para o app Workestra, onde eles podem ser tratados como tarefas marcadas como feitas ou guardar para mais tarde.
android1Você também pode ativar as notificações por completo, conforme necessário - como não se você está determinado a trabalhar durante suas férias, por exemplo.
Além disso, através da API Workestra , os desenvolvedores podem enviar qualquer coisa para Workestra, incluindo atualizações de serviços que não foram projetadas para a nuvem, ou para plataformas móveis. Atualmente, os desenvolvedores podem escolher a partir de Java, Python, PHP, Ruby, Node.js e bibliotecas de terceiros .Net para fazer essa integração possível.
O aplicativo é direcionado principalmente para usuários corporativos, e, em uma versão futura, irá apoiar a capacidade de TI para gerenciar as notificações de um grupo ou grupos de pessoas.Isso também será útil para as empresas onde se mantêm uma conta de terceiros (por exemplo, Twitter, LinkedIn) sem dar senhas para toda a equipe, mas ainda querem os membros da equipe para saber quando a conta recebeu uma atualização.
Também em breve, os usuários também estará prestes a realizar ações relacionadas ao tipo específico de notificação que receber diretamente no app Workestra, também.
Borjian, que atualmente trabalha como designer / interação UX com ServiceNow empresa nuvem, foi bootstrapping Workestra no lado desde março passado. Até o momento, o aplicativo está em teste beta privado, com apenas 100 usuários até agora desde o primeiro lançado no Android um mês e meio atrás. Hoje, o app também é suportado no iOS, Windows Phone e web.
O modelo de negócio para a empresa consiste em oferecer um certo número de streams gratuitos e notificações por mês gratuitamente, em seguida, pedindo aos usuários que pagar para atualizar para mais. Preço ainda está em andamento, mas contas gratuitas receberá 3 córregos e 500 notificações por mês para começar.
Agora, o plano é fazer com que o aplicativo disponível para o público no prazo de uma semana. Os usuários interessados ​​podem se inscrever aqui para um convite.
Web3

Facebook Open-Sources algumas de suas ferramentas Deep-Aprendizagem


No mundo da aprendizagem de máquina, a palavra de ordem nos dias de hoje é "uma aprendizagem mais profunda." É uma técnica que tem sido um popularizado por Geoff Hinton , que agora está no Google e já trabalhou na Microsoft Research, assim como outros pesquisadores de ciência da computação como Yann LeCun que estão à procura de melhores formas de ensinar computadores como reconhecer objetos e fala.
Facebook, também, fez um pouco de trabalho na área e hoje, a empresa está aberta-sourcing alguns de seus projetos de todo o quadro de computação Torch7 para aprendizado de máquina. Torch tem sido por muito tempo no centro de aprendizado de máquina e muitos projetos de inteligência artificial em laboratórios acadêmicos e em empresas como Google, Twitter e Intel.
tocha [1]Facebook hoje está lançando ferramentas otimizadas para aumentar a velocidade com que deep-aprendizagem projetos que utilizam run Torch. One permite aos desenvolvedores paralelizar a formação de suas redes que utilizam múltiplos GPUs simultaneamente.Outra melhoria garante que treinar as redes neurais convolucionais no centro de muitos sistemas de aprendizagem profundas podem ser treinados 23 vezes mais rápido quando comparado com o mais rápido código publicamente disponível hoje.
Além disso, o Facebook está lançando uma série de ferramentas adicionais que trazem mais velocidade para outras partes do Torch, também. Algumas delas são modestos, mas muitos de resultados dos projectos do Facebook em 3 a 10x melhorias sobre as ferramentas padrão.
Tudo isso é bastante técnico, é claro, e você pode ler mais sobre os detalhes aqui .
O que importa, porém, é que as técnicas de aprendizagem profunda (ou pelo menos os seus resultados) estão lentamente começando a mostrar-se em uma grande parte do software que usamos todos os dias.
Fotos do Google+, por exemplo, usa-lo para que você possa encontrar as imagens em sua biblioteca de fotos. E na CES, na semana passada, a Nvidia passou a maior parte de sua palestra discutindo como ele usa o aprendizado profundo para classificar objetos que uma câmera em um carro pode ver, a fim de aprofundar a sua investigação na condução autónoma.
Fonte(s): TECH CRUNCH